Director: Lázaro Manhiça

ESTRADAS são um importante factor de desenvolvimento de um país ou de uma região. No distrito de Mavago, norte da província do Niassa, as vias de acesso estão deploráveis. A população local exige do governo investimentos de vulto para melhorar a transitabilidade no interior e com os restantes distritos.

Duas estradas asseguram a ligação de Mavago à cidade capital provincial, Lichinga, nomeadamente, a regional 726, ou simplesmente Lichinga-Mussa-Chiconono-Mavago, com extensão estimada em 199 quilómetros, e a não classificada, de 224 quilómetros,  Lichinga-Ligogo-Mavago. CARLOS TEMBE

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ALGUNS distritos fronteiriços estão a ser potenciados com infra-estruturas de apoio à comercialização agrícola, sobretudo armazéns, acção que visa reduzir a saída desregrada de produtos para os países vizinhos.

O Instituto de Cereais de Moçambique (ICM) diz acreditar que,  paulatinamente, estão a ser criadas condições que o tornarão uma unidade operacional do terreno, próximo dos produtores e dos intervenientes.

Em entrevista recente, o director-geral do ICM, Mohamed Valá, explicou que depois da aprovação do decreto nº 103/2020 de 2 de Dezembro que redefine as atribuições e competências do instituto, foram estabelecidas parcerias público-privadas para garantir a compra, escoamento, conservação e armazenamento de produtos diversos.

“Decorre o processo de reabilitação e construção de infra-estruturas de apoio à comercialização agrícola, com destaque para as zonas fronteiriças. É exemplo disso o armazém de mil toneladas na localidade de Luelele, distrito de Mandimba, província do Niassa”, apontou Valá.

Acrescentou que está, também, em construção um outro armazém de mil toneladas no distrito de Molumbo província da Zambézia.

Enquanto isso, mobiliza-se o sector privado para o aumento da capacidade dos armazéns para a absorção dos excedentes agrícolas.

Mais pormenores sobre o assunto PRIMEIRO PLANO da presente edição.

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A IVERCA, uma associação ligada ao turismo, cultura e meio ambiente, com sede no bairro da Mafalala, cidade de Maputo, encontrou na arte um mecanismo de combate às mudanças climáticas, através da iniciativa “Juntos Pelo Nosso Planeta”.

O projecto surge no contexto da realização de actividades preparatórias para a Cimeira Mundial das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), a ser realizada em Novembro de 2026, em Glasgow, Escócia, financiado pelo Alto Comissariado do Reino Unido em Maputo. LEIA MAIS...

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A IVERCA, uma associação ligada ao turismo, cultura e meio ambiente, com sede no bairro da Mafalala, cidade de Maputo, encontrou na arte um mecanismo de combate às mudanças climáticas, através da iniciativa “Juntos Pelo Nosso Planeta”.

O projecto surge no contexto da realização de actividades preparatórias para a Cimeira Mundial das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), a ser realizada em Novembro de 2026, em Glasgow, Escócia, financiado pelo Alto Comissariado do Reino Unido em Maputo. LEIA MAIS...

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A APOSTA no repovoamento dos mangais pode contribuir para a minimização dos danos, sobretudo nas regiões costeiras, causados por ciclones, que ciclicamente atingem o país.

É que os mangais são uma importante barreira natural dos ventos, levando a que estes cheguem ao continente enfraquecidos.

Hermenegildo Cuamba, director-geral da Associação Eden Reforestation, disse em entrevista ao Notícias que a restauração dos mangais traz múltiplos ganhos, não só a nível da protecção costeira, como também no crescimento da produção pesqueira por se tratar de um excelente habitat para a reprodução das espécies de camarão e caranguejo, produtos pesqueiros com elevado contributo para a economia do país.

Cuamba aponta ainda como ganhos dos projectos nacionais de reflorestamento, o financiamento internacional no contexto do mecanismo REDD+, sobre a redução das emissões resultantes do desmatamento e degradação, conservação e o maneio florestal sustentável. Sabe-se que Moçambique pretende se candidatar para receber os fundos.

Cuamba considera preocupantes as constantes reclamações apresentadas pelos pescadores sobre a contínua escassez de produtos pesqueiros, com destaque para o camarão, em zonas com maior devastação.

“No nosso país, já ressentimo-nos do impacto da devastação do mangal não só no campo da pesca, como também sob ponto de vista ambiental. A título de exemplo, estão os desastres naturais ocorridos na cidade da Beira e também no distrito de Buzi, em Sofala, para além de outras zonas costeiras desprotegidas”, exemplifica.

Mais pormenores sobre o assunto no 1º PLANO da presente edição.

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