Director: Júlio Manjate

O departamento de Pediatria do Hospital Central da Beira (HCB) está a promover o aleitamento materno. Para o efeito, a unidade sanitária está a construir um novo berçário onde as mães lactantes serão encorajadas regularmente a fazer a colheita do leite para alimentar os seus bebés. Leia mais

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A POLUIÇÃO sonora provocada pelas barracas de venda de bebidas alcoólicas e outras pequenas casas de pasto atingiu níveis preocupantes nos diversos bairros da cidade da Beira, sobretudo aos fins-de-semana, reconheceu há dias o chefe das operações do Comando da Polícia Municipal, Manuel Gimo.

De acordo com a nossa fonte, a situação é agravada por alguns automobilistas que estacionam as suas viaturas defronte desses locais e irradiam música com volume alto em zonas potencialmente residenciais, criando desconforto aos moradores.

Sobre este aspecto, Gimo ressalvou que muitas vezes quem polui não são os proprietários das barracas, mas os automobilistas, que nem sempre são clientes mas se dirigem a esses locais.

“Acontece que também, muitas viaturas poluidoras são dos próprios donos das barracas que, no lugar de aparelhos sonoros fixos, que muitas vezes são confiscados, decidem amplificar o som a partir das suas viaturas”, disse.

Por exemplo, nas barracas e feiras muito frequentados como a Praça dos Professores, Corredor, no bairro de Matacuane, feira dos Pioneiros e Passagem de Nível, os proprietários recorrem a reprodutores das suas próprias viaturas.

A fonte recordou que, recentemente, a edilidade e os operadores das casas de pastos chegaram a um entendimento sobre o horário permitido para lazer com vista a permitir sossego aos moradores.

“No entanto, a poluição prevalece. Como Polícia Municipal actuamos na base da Lei, devendo haver diferença entre zona de lazer e de residência ”, afirmou.

A uma pergunta sobre qual seria a solução para este problema, o chefe lembrou que estão  em curso campanhas de sensibilização contra estes procedimentos que atentam às normas de convivência urbana.

“Mas, porque o problema continua e muitas vezes com tendência a agravamento, teremos que encontrar outras formas mais severas de punir os infractores”, defendeu. Acrescentou que tais medidas deverão ser em coordenação com as entidades do Balcão Único de Atendimento (BAU), tutelado pelo sector da Indústria e Comércio, que tem a função de emitir licenças para o exercício desta actividade.

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AS vítimas das inundações provenientes de vários pontos da vila-sede do distrito do Búzi, em Sofala, estão à procura de recursos materiais e financeiros para fixarem-se definitivamente na localidade de Guara-Guara.

Guara-Guara é um dos pontos estratégicos e seguro escolhido pelas autoridades administrativas distritais para acolher centenas de famílias afectadas pelas intempéries.

Falando em entrevista ao “Notícias”, alguns populares ainda abrigados em tendas revelaram que não  existem condições para viver nas zonas de risco, depois do sofrimento que tiveram aquando das enxurradas do ano passado que, inclusive, causaram luto e destruições.

Mapeja David, por exemplo, disse pertencer ao último grupo evacuado da vila-sede no âmbito de prevenção dos efeitos das cheias. Passadas duas semanas, alguns dos seus vizinhos regressaram, mas ele e sua família decidiram permanecer.

“Decidimos ficar e recomeçar uma nova vida aqui em Guara-Guara. Temos filhos e netos; e não gostaríamos que voltassem a passar mal por causa das cheias. Já informámos aos dirigentes do nosso distrito sobre a nossa escolha e eles nos encorajam a ficarmos aqui”, explicou o nosso entrevistado.

Explicou que “não é fácil desfazer-se da zona onde os nossos filhos nasceram e cresceram. Temos árvores de fruta e muita coisa que se perdeu. Foi na verdade uma decisão difícil, mas escolhemos viver, do que morrer por coisas que se podem evitar”, explicou.

Outra cidadã que se identificou como Marita Moisés, saindo da vila-sede, admite poder passar a viver em Guara-Guara.

“Vamos ficar por aqui. Decidimos no seio da família que não devemos correr mais riscos”, disse.

Para a maioria das vítimas acolhidas nos centros de acomodação, o maior problema tem a ver com os albergues que se tornam poucos. As tendas existentes estão a tornar-se poucas, enquanto outras a se deteriorar.

 

CA //

GOVERNO APOIA E ENCORAJA

Entretanto, a administradora do distrito do Búzi, Bernardete Roque, defendeu em entrevista ao nosso Jornal que o Governo apoia e encoraja a decisão da população de permanecer nas zonas seguras.

“Temos no total 10 centros de acomodação. Em todos estes pontos as famílias decidiram ficar e, neste momento, apoiamos as suas escolhas e continuamos a sensibilizar as famílias que vivem em zonas de risco para irem para lugares seguros”, afirmou Bernardete Roque.

Quanto às tendas que se estão a tornar poucas, a administradora afirmou ter mantido contactos com as equipas provinciais que estão a trabalhar na emergência. Assegurou que tudo está a ser acautelado para que haja maior disponibilidade.

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Um total de 732 pessoas foram até ontem submetidas ao rastreio de coronavírus na cidade da Beira, precisamente no aeroporto internacional e no porto daquela urbe.

O rastreio arrancou no dia 27 do mês passado e até ao momento não foi detectado  qualquer caso da doença.

Segundo declarações da responsável do departamento de Saúde Pública, na província de Sofala, Graciana de Jesus, daquele número, 503 pessoas foram rastreadas no aeroporto e 229 na fronteira marítima.

De Jesus revelou que desses passageiros sete eram provenientes da China sem que, no entanto, fossem detectados sintomas de coronavírus e foram autorizados a irem para as respectivas residências.

“Uma vez não identificada qualquer situação anormal com os passageiros provenientes dos países onde já existem casos da doença, os mesmos foram orientados a preencherem uma ficha, para além de se identificar as suas residências no sentido de as equipas técnicas já criadas poderem fazer uma visita periódica em 14 dias”, esclareceu.          

Ainda sobre os procedimentos a serem observados, a nossa fonte explicou que uma vez chegado ao local de desembarque, cada passageiro é verificado se tem febre, tosse, entre outras enfermidades.

CA// HCB em prontidão

Entretanto, o porta-voz do Hospital Central da Beira (HCB), Bonifácio Cebola, anunciou ainda ontem à comunicação social, que a sua instituição está em prontidão, caso se apresentem indivíduos com sintomas de coronavírus.

“Começamos o treinamento e palestras com o pessoal de diferentes sectores  por forma a criarmos condições mínimas para quando houver suspeitas da doença. Assim, em caso suspeita de coronavírus vamos iniciar com os devidos cuidados”, assegurou.      

Entretanto, no átrio do HCB já foram instaladas tendas para receberem pessoas adultas suspeitas daquela doença enquanto as crianças serão internadas num espaço isolado na enfermaria de pediatria.

Por outro lado, Cebola afirmou que já existem 20 camas naquela unidade sanitária para pacientes infectados por coronavírus caso se registem naquela região.

Após a descoberta de eventuais casos da doença tanto no aeroporto como no porto os indivíduos deverão ser transferidos para estes locais do HCB.

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Cerca de dez pessoas foram detidas, este ano, pela Polícia Municipal da Beira, em Sofala, por extracção ilegal de areia ao longo da orla marítima.

 O chefe de protecção e policiamento no Município da Beira, Francisco Macombe, que revelou o facto à RM, disse que a detenção daquelas pessoas visa desencorajar tal prática, que tem estado a contribuir para a erosão costeira naquela zona.

Francisco Macombe disse ainda que os detidos foram flagrados pelas autoridades policiais a extraírem areia na zona dos Veleiros e no desaguadouro das  Palmeiras, no município da Beira.

A nossa fonte explicou que a corporação vai continuar com a fiscalização costeira, com vista a desencorajar e eliminar a prática de extracção de areia em lugares impróprios e proibidos por lei.

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