Director: Júlio Manjate

UM aparelho móvel de “Raio-X” entrou ontem em funcionamento, pela primeira vez,no Banco de Socorros do Hospital Central da Beira (HCB). Trata-se de uma máquina que usa uma tecnologia moderna, importada da França, e oferecida pela organização “Médicos Sem Fronteiras” (MSF). Leia mais

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O NOVO bloco de Pediatria do Hospital Central da Beira (HCB), em funcionamento há cerca de dois anos, já está a contribuir de forma significativana melhoria do atendimento dos recém-nascidos, particularmente nos serviços de cuidados intensivos. De acordo com a directoraclínica desta unidade sanitária, Ana Tambo, tal impacto resulta do uso de equipamento modernizado para o atendimento. Leia mais

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Aumentaram em sete porcento, na cidade da Beira, os casos de diarreias de Janeiro a Setembro do corrente ano, comparativamente a igual período de 2018. Este ano, as autoridades registaram 3874 episódios contra os 3621 do ano transacto. LEIA MAIS

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Reabilitação do IICB na fase conclusiva

AS obras de reabilitação, apetrechamento e extensão do Instituto Industrial e Comercial da Beira (IICB) encontram-se a 75 por cento de execução, segundo o director da instituição, Rogério Duarte.

Duarte disse que, desta forma, a cobertura do edifício já está concluída, enquanto os pisos, instalação eléctrica e paredes interiores estão num nível adiantado de acabamentos, ao que se seguirá a pintura e montagem de equipamentos. LEIA MAIS

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O PROCESSO de triagem de doentes introduzido este semestre, nos centros de saúde urbanos da Ponta-Gêa e da Munhava já está a contribuir para o alívio da pressão sobre os serviços do Hospital Central da Beira (HCB) e melhorias no atendimento dos utentes.

A avaliação foi feita pela directora clínica do HCB, Ana Tambo, ao ser abordada pela nossa Reportagem, três meses depois da entrada em vigor da medida.

“Antes, recebíamos doentes aqui no HCB sem qualquer assistência, mas agora estamos a melhorar muito o atendimento e a reduzir a superlotação”, congratulou-se.

A assistência baseia-se numa escala dos médicos de forma ininterrupta durante 24 horas por dia, nos centros de saúde visados, o que permite o atendimento do maior número possível de pacientes.

Este casos eram atendidos no HCB, porque não havia capacidade humana nas outras unidades sanitárias da urbe, o que sobrecarregava o maior hospital da região centro do país, particularmente no período pós-laboral e quando os doentes inspirassem cuidados intensivos.

Assim, nos centros de saúde urbano da Ponta-Gêa e da Munhava estão destacados três médicos em prontidão, concretamente nos períodos das 7.00 às 14.00 horas, das 14.00 às 19.00 horas e das 19.00 às 7.00 horas do dia seguinte, o que permite responder à demanda.

Dada a nova capacidade instalada, os centros de saúde em causa estão também em condições de receber doentes dos outros centros que apenas contam com médicos no período laboral.

Os mesmos doentes, depois de ser observados pelo médico em exercício, podem eventualmente ser transferidos para o Hospital Central da Beira.

Por exemplo, o médico escalado para trabalhar no período nocturno no Centro de Saúde da Munhava recebe doentes transferidos de Chingussura e Nhaconjo que são unidades sanitárias que registam uma grande demanda.

O mesmo cenário acontece em relação ao Centro de Saúde Urbano da Ponta-Gêa que atende doentes dos centros de saúde de Macurungo e da Manga-Mascarenhas.

Para viabilizar este plano de trabalho foram disponibilizadas ambulâncias com motoristas permanentes.

No HCB, antes de o doente ser recebido por um especialista, é observado por um médico da clínica geral, como acontece nos centros de saúde urbano da Ponta-Gêa ou da Munhava.

“Para nós, é importante fazer este tipo de triagem nos centros de saúde urbano da Ponta-Gêa e Munhava, pois o doente vai ter uma história de referência de um médico igual ao afecto no Banco de Socorros do Hospital Central da Beira”, anotou Tambo.

Anteriormente, mesmo as pequenas situações de doença eram transferidas dos centros de saúde da cidade para o hospital central, o que provocava uma  superlotação nesta última unidade.

A fonte garante que estes casos não voltarão a acontecer porque as transferências de doentes em estado grave dos centros de saúde periféricos são autorizadas por médicos de clínica geral para serem observados por especialistas no HCB.

Os 22 médicos afectos em 20 centros de saúde da cidade da Beira são apontados pelo sector como suficientes para a cobertura do universo de 535 mil habitantes da urbe.

ADD 1 // 

“Médicos para África”

oferece ambulâncias 

A ORGANIZAÇÃO italiana Médicos para África (CUAMM) disponibilizou cinco ambulâncias para igual número de unidades sanitárias da cidade da Beira, no quadro do apoio a esta iniciativa ao nível da urbe.

A chefe do projecto de CUAMM em Sofala, Kety Tirzi, disse ao “Notícias” que tais viaturas, do tipo “mini-bus”, foram especialmente adaptadas para a evacuação de doentes dos centros de saúde de Ponta-Gêa, Munhava, Chingussura, Manga-Mascarenhas e Nhaconjo.

Tirzi disse que a CUAMM afectou três enfermeiros nos centros de saúde e igual número para a prestação dos primeiros socorros no interior das ambulâncias durante a evacuação dos doentes.

Enquanto isso, terminou ainda esta semana na Beira, o primeiro curso de capacitação dos enfermeiros e médicos em exercício nos centros de saúde.

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