Director: Júlio Manjate

A REABILITAÇÃO e extensão do Instituto Industrial e Comercial da Beira (IICB), no âmbito  da reestruturação e requalificação da reforma da educação profissional, encontra-se já na sua fase conclusiva. A informação foi tornada pública ontem à margem da visita efectuada às instalações da instituição pelo governador de Sofala, Alberto Mondlane. LEIA MAIS

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As obras de reparação de emergência de estradas terraplanadas, no posto administrativo de Nhangau, 30 quilómetros da cidade da Beira, iniciadas há sensivelmente três meses, já estão a produzir efeitos directos na vida das comunidades, mesmo antes de serem concluídas. Trata-se de um processo concebido e levado a cabo no quadro da reconstrução pós-ciclone Idai. (Horácio João) LEIA MAIS

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UM grupo de pescadores foi recentemente neutralizado na Praia Nova, na cidade da Beira, quando tentava levar consigo uma quantidadenão especificada de camarão e peixe, em desrespeito do período de veda em vigor até Abril.

De acordo com o chefe daFiscalização na Direcção Provincial do Mar, Águas Interior e Pescas de Sofala, César Mapossa, a neutralização foi possível graças ao trabalho da equipa de fiscalização,que tem estado a apertar o cerco aos furtivos.

Mapossa revelou ao “Notícias” que os pescadores foram multados e o produto confiscado e oferecido à Cadeia Central da Beira para o consumo dos reclusos.

“Estamos a intensificar a fiscalização em todos os pontos para que os furtivos não tenham campo de acção. Por exemplo, este camarão confiscado é ainda miúdo, indicando claramente que precisava de crescer”, explicou.

O responsável pela fiscalização no sector das pescas aproveitou a ocasião para voltar a apelar aos pescadores no sentido de contribuírem para proteger os recursos marinhos, evitando fazer-se ao mar neste período de interdição.

“Os pescadores devem saber que este recurso é de todos e visa a renda da comunidade, em geral. Vamos aguardar até à abertura,que será no mês de Abril”, recomendou o interlocutor.

A fiscalização está a ser efectuada conjuntamente com o sector do Mar e Pescas e a Polícia Costeira Lacustre e Fluvial.

Recorde-se que neste processoas autoridades contam com o reforço de duas embarcações.

Recorde-se que a neutralização de furtivos nestas alturas tem sido recorrente. No mesmo período do ano passado, por exemplo, a fiscalização do sector das Pescas desmantelou alguns furtivos ao longo da costa do distrito da Beira, após serem surpreendidos com camarão na calada da noite.

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Reprodução de camarãoem risco

CITANDOum estudo recentemente realizado pela Investigação Pesqueira, que aponta a redução da quantidade do camarão, o director do Mar, Águas Interior e Pescas, Carlos Sendela, afirmou há dias que a situação de escassez tende a se agudizar, razão pela qual toda a sociedade é convidada a ser fiscal.

De acordo com o mesmo estudo, o camarão tende a atingir o que se considera “linha vermelha”.

A fonte revelou na altura que foi precisamente este problema que precipitou a antecipação do período de veda. Mas defendeu que se for respeitado e não se fizer qualquer arrastoo camarão voltará a ser abundante nesta região.

“A outra nossa luta é impedir que as pessoas destruam os mangais,porque é lá onde o camarão e o peixe se reproduzem”.

O camarão e outros tipos de mariscos desovam nos mangais e a costa da cidade da Beira é considerada um dos importantes “ninhos”para a sua reprodução, processo após o qual o camarão e o peixe ainda miúdo avançam em direcção ao mar.

“É neste ciclo que se deve ter muito cuidado e não usar as redes de arrasto”, reiterou. 

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A batata-reno tornou-se um produto escasso no Mercado do Maquinino, um dos maiores da cidade da Beira, porque os fornecedores não têm estado a abastecer com frequência desde a quadra festiva. Os vendedores apontam como principais razões do problema os ataques armados nas estradas nacionais número um e seis,e ainda as férias colectivas nas farmas da África do Sul, o maior fornecedor deste produto na urbe e não só. LEIA MAIS

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O “frente-a-frente” havido segunda-feira última entre os vendedores do Bazar Filipe e a direcção do Conselho Autárquico da Beira  (CAB)  visando a aproximação de posições na sequência da demolição de mais de 10 barracas naquele mercado localizado ao longo da Estrada Nacional número seis não alcançou os consensos esperados.

Com efeito, a edilidade defende que os afectados não serão ressarcidos sob a justificação de terem edificado as suas barracas precisamente no acesso às antigas instalações da fábrica de processamento de castanha de caju e nas bermas da estrada.

Por seu turno, os vendedores ameaçam levar o caso à justiça com a alegação de que o tempo que lhes foi dado para retirarem-se do espaço foi pouco.  

 As barracas foram demolidas numa madrugada da semana da quadra festiva uma decisão que criou um ambiente de revolta por parte dos moradores e vendedores que assim decidiram pedir um encontro com o edil Daviz Simango, mas este delegou os seus vereadores.

 

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