Director: Júlio Manjate

SEIS assaltantes de viaturas com recurso à armas de fogo e chaves falsas foram neutralizados esta quarta-feira pela Polícia da República de Moçambique (PRM) e encontram-se detidos na 12.ª Esquadra, em Inhamízua, nos arredores da cidade da Beira.

De acordo com o chefe do Departamento das Relações Públicas no Comando da PRM em Sofala, Daniel Macuácua, os indivíduos furtaram uma viatura da marca Toyota Corola no Cemitério da Cerâmica quando o proprietário do veículo em causa participava no funeral de um seu ente querido.

Depois da investigação do caso, todos os suspeitos na prática daquele tipo de crime foram encarcerados para responderem criminalmente pelos seus actos, tendo a corporação policial recuperado duas armas do tipo AKM-47 e uma pistola.

Foi igualmente recuperada a viatura que tinha sido furtada e posteriormente entregue ao legítimo proprietário, num delito que os indicados de 25 e 35 anos de idade confessam o seu envolvimento.

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FISCAIS do Conselho Autárquico da Beira (CAB) demoliram pelo menos dez barracas, alegadamente por estarem construídas em lugar errado, no movimentado Bazar Filipe, localizado no Bairro de Ndunda, arredores da urbe.

A acção está a gerar conflito entre as autoridades municipais e os proprietários das bancas, algumas das quais construídas com base em material convencional.

Artur Alimo, um dos vendedores afectados pela medida do Conselho Municipal, disse a Reportagem do “Notícias” que as autoridades autárquicas, ao demolir apenas 10 barracas das centenas existentes, agiu de má fé.

“As nossas barracas foram demolidas sem que houvesse pelo menos um pré aviso. Como é que as pessoas decidem tomar este tipo de acção? Aqui nós alimentamos vidas. É o nosso emprego que foi directamente afectado, com implicações na economia da familia”, lamentou

O interlocutor disse que o grupo de vendedores que viu as suas barracas demolidas recorreu ao presidente do municipio, Daviz Simango.

“Porque vimos que a acção dos fiscais foi injusta, marcamos audiência com o presidente Daviz Simango. Já houve encontro com os seus assessores e tudo indica que hoje, sexta-feira, o presidente nos receba para se tomar uma decisão sobre o nosso futuro após as destruições”, explicou

Uma outra vendedeira, que falou na condição de anonimato, disse que as autoridades municipais precipitaram-se em destruir as barracas sem no entanto primeiro buscar consenso com os donos.

“Estamos a desenvolver as nossas actividades há muito tempo. Fixamo-nos neste mercado antes deste governo municipal tomar o poder. Penso que seria bom conversar connosco primeiro antes de fazerem estas coisas”, disse.

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