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Director: Lázaro Manhiça

O PRAZO para a regularização da situação das campas e jazigos de entes falecidos e sepultados nos cemitérios municipais da cidade de Maputo foi prorrogado por mais 120 dias, com vista a evitar enchentes e o risco de contágio pela Covid-19.

A medida foi tomada após as enchentes e aglomerações descomunais assistidas nos últimos dois dias nos postos de cobrança junto às administrações dos cemitérios, sobretudo no de Lhanguene.

Neste contexto, os cidadãos poderão aceder e preencher as fichas de regularização das campas nas sedes dos sete distritos municipais, com a possibilidade de deixar os contactos telefónicos para que sejam solicitados, posteriormente, para se dirigirem aos cemitérios de Lhanguene ou Michafutene para completar o processo.

A  vereadora de Saúde e Acção Social no Conselho Municipal da Cidade de Maputo, Alice de Abreu, disse ontem, em conferência de imprensa, que a medida tem em vista reorganizar os cemitérios municipais, no âmbito da Postura sobre Cemitérios e  Funerais, de 26 de Outubro de 2011, uma vez que há casos de sepulturas abandonadas ou destruídas.

Alice de Abreu apontou que pouco mais de 50 por cento das campas e jazigos já foram regularizados, desde o início do processo há 1 de Julho, dos cerca de 10 mil existentes.
“Até ao momento foram regularizados 5124 campas e jazigos, dos quais 4749 no Cemitério de Lhanguene e os restantes no Michafutene”, apontou.

Nos últimos dias a Administração do Cemitério de Lhanguene registou enchentes de munícipes que pretendiam regularizar a situação das campas de seus parentes, sendo que a maioria reclamava damorosidade no atendimento.

“Há dias estive cá para me informar sobre o processo, fui orientado a identificar a campa e depositar o valor de 1500,00 meticais. Hoje cheguei por volta das 7.00 e até agora, 10.00 horas, não fui atendido. Algumas pessoas foram dispensadas sem terem regularizado o processo”, queixou-se Mário Simbine.

Mariza Marrula apontou que quatro das seis campas de seus familiares que jazem no Lhanguene têm uma reserva de 25 a 50 anos, mas a Administração não dispõe de comprovativos, facto que dificulta a regularização.

Por sua vez, o administrador de Lhanguene, Horácio Maluvane, indicou que as famílias sem condições para regularizar as campas podem apresentar um atestado de pobreza para serem isentas das taxas.

“Entretanto, os que têm a situação regularizada não precisam voltar a pagar as taxas”, explicou.

A taxa de renovação de coval por 10 anos custa 1500,00; sendo 3000,00 para 25 anos e 5000,00 meticais para 50 anos.

Já a manutenção de campas em cimento custa 1000,00; em mármore 2000,00 e em jazigo 5000,00 meticais.

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APENAS 120 mil cajueiros serão pulverizados na presente campanha em Sofala, dos 1,8 milhões previstos, devido à exiguidade dos produtos químicos, que são subsidiados pelo Estado.

O facto foi tornado público recentemente no povoado de Muchevo, no distrito de Chibabava, pelo delegado provincial de Instituto de Amêndoas de Moçambique em Sofala, Emílio Furede, no lançamento da campanha de tratamento químico de cajueiros contra pragas e doenças.

Furede explicou que a situação se deve ao elevado preço dos químicos. Cada litro do produto chega a custar cerca de quatro mil meticais.

"Temos cerca de quatro mil litros, suficientes para tratar 120 mil cajueiros, o que é muito pouco. No futuro vamos ter de envolver outros actores para alargarmos o número de cajueiros tratados”, defendeu.

Na presente campanha, que termina em Setembro, a pulverização vai decorrer nos distritos de Muanza, Nhamatanda, Gorongosa, Búzi, Cheringoma, Dondo e Chibabava.

O director provincial das Pescas de Sofala, Diogo Borges, que fez o lançamento da campanha em representação do governador da província, Lourenço Bulha, recomendou aos produtores a acompanharem as acções do Governo para melhorar a sua produção e produtividade.

“O processamento e comercialização do caju garantem emprego e renda a milhões de moçambicanos”, reconheceu.

Recordou que a província de Sofala é o sexto maior produtor da castanha no país e que na campanha passada arrecadou mais de 175 milhões de meticais, resultantes da venda de 5,4 toneladas de castanha de caju.

O representante dos produtores, Caetano Joaquim, encorajou o Governo a continuar com o projecto de fumigação das plantas paragarantir melhor produção da província de Sofala.

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VENDEDORES de peixe e mariscos na Avenida Marginal e nas proximidades do Centro de Saúde do Bairro Costa do Sol, na cidade de Maputo, receberam, esta semana, o ultimato do município para abandonaremestes locais,sob pena de sofrerem penalizações previstas napostura camarária.

O porta-voz da Polícia Municipal (PM) na capital do país, Mateus Cuna, alertou que avia pública não é lugarindicado para o comércio,daí queconsidera a actividade ilegal.

Indicou que a maioria dos vendedores foi aconselhada a entrar em contacto com a Direcção de Mercados e Feiras para o seu enquadramento. 

"Esgotado o esforço de sensibilização, vamos à fase da apreensão da mercadoria", alertou.

Rosalina Josefa, vendedora de peixe no bairro Costa do Sol, disse ao “notícias” que os mercados indicados pelo município não têm espaços para novas bancas. 

Já Isabel Conjo, vendedora no Mercado do Peixe, referiu que o município deve actuar sobre os informais, porque não pagam taxas e desviam clientes dos licenciados.

"Os compradores são interceptados na via pública, por isso não chegam aqui", lamentou.

Hélia Vicente, também do Mercado do Peixe, afirmou que os informais vendem a preços muito baixos, daí a preferência dos clientes que nem sempre olham para as condições em que os produtos são vendidos.

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UMA jovem, de 25 anos,encontra-se, desde quinta-feira(22), sob custódia das autoridades policiais no distrito de Moamba, província de Maputo, indiciada de queimar o marido com caril quente. 

A mulher teria arremessado umapanela com caril contra o marido por motivos passionais. 

A vítima contraiu ferimentos graves, tendo sido encaminhado para uma unidade sanitária local. 

As autoridades policiais reportaram, igualmente, a detenção de um indivíduo, de 24 anos, indiciado de furto de material de construçãonuma residência no bairro Eduardo Mondlane, no posto administrativo de Ressano Garcia,também na Moamba. 

Carmínia Leite, porta-voz do Comando da Polícia da República de Moçambique (PRM), na província de Maputo, indicou que o furto envolve outros dois jovens ora foragidos.

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A PROVÍNCIA de Maputo está a procura de soluções para fazer face a incapacidade de internamento de pacientes com a Covid-19.

Segundo o director provincial de Saúdena província de Maputo, Daniel Chemane, já foram identificados potenciais locais que poderão passar a acolher os doentes.

“Temos por todos os distritos algumas enfermarias destinadas para estes doentes. Estamos em discussão com o nível central para o reforço de pessoal e apoio de parceiros para a apetrechamento”, disse.

Neste momento a província de Maputo já ultrapassou a sua capacidade de internamento de doentes com 47 pacientes internados, contra a capacidade instalada de quarenta camas. (RM)

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