Director: Júlio Manjate

A Trans African Concessions (TRAC) manifestou, hoje, preocupação com as queixas e reclamações relacionadas com alegados assaltos à mão armada que ocorreram, recentemente, na Estrada Nacional número quatro (N4) junto das obras do Nó de Tchumene, na província de Maputo.

Segundo um comunicado emitido pela TRAC, a concessionária da N4, desencoraja motoristas de conduzir em baixo da ponte sobre o rio Matola (Nó de Tchumene) onde os alegados assaltos sucederam se ou  usar outros atalhos para acederem a secção V da circular de Maputo.

Apesar das obras do Nó de Tchumene não serem da responsabilidade da ANE, a Concessionária contactou as autoridades policiais locais, solicitando o aumento da visibilidade e o patrulhamento na área, num esforço para deter os criminosos.

Além disso, incentivamos os utentes da estrada a assumirem responsabilidade pela sua própria segurança, evitar o uso de rotas que desconhecidas, conduzir com as portas trancadas e janelas fechadas, bem como, não levar pessoas no local, entre outras medidas de segurança.

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Cerca de 400 pessoas são esperadas hoje numa marcha pelo fim da violência contra as mulheres e raparigas a decorrer em Maputo.

A iniciativa representa o final de um programa de actividades intitulado “16 dias de activismo pelo fim da violência”, que decorreu desde 25 de Novembro, com debates, organizado pelo Fórum Mulher – Coordenação Para a Mulher no Desenvolvimento.

A marcha parte da estátua de Eduardo Mondlane, pelas 15:00 horas e percorre algumas artérias da capital até à Praça da Paz.

Dados oficiais indicam que, em 2018, Moçambique registou cerca de 25 mil casos de violência doméstica, dos quais 12 mil foram contra mulheres.

Por outro lado, estima-se que metade das mulheres com idades entre os 20 e 24 anos de idade se tenham casado quando eram menores - 14% das quais antes dos 15 anos, segundo dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (UNICEF).

A luta contra os casamentos precoces e a violência doméstica têm motivado campanhas e acções públicas reunindo diversas figuras públicas moçambicanas, com vista a promover a emancipação da mulher.


 

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Um cidadão de nacionalidade congolesa está a contas com as autoridades policiais da província do Maputo, desde ontem quarta-feira (11), indiciado de porte de Bilhete de Identidade (BI) falsificado e consequentemente usando identidade falsa.

K. Tierry, que vive em Moçambique há vários anos na condição de refugiado, desembolsou um valor de três mil meticais a um indivíduo que lhe ajudou a obter um assento de nascimento, com a identidade de S. de Sousa, que usou para tratar um Bilhete de Identidade, falsificado.

O porta-voz da Direcção Nacional de Identificação Civil (DNIC), Alberto Sumbane, confirmou a falsidade do assento de nascimento e acrescentou que o Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), a nível provincial, já está a averiguar o caso para a responsabilização dos envolvidos.

Sumbana explicou durante a conferência de imprensa que das diligências feitas, junto à conservatória na qual foi supostamente emitido o assento de nascimento, não foram encontrados registos com o nome de S. Sousa.

“Estamos no encalço dos promotores da fraude, pois não compactuamos com este tipo de comportamento. A narrativa de nascimento apresentada pelo congolês apresenta indícios suficientes de não ser autêntica, pelo que queremos perceber dos suspeitos de envolvimento no caso em que circunstâncias levaram o processo avante”, sublinhou.

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O Tribunal Judicial da Cidade de Maputo começa hoje a julgar o presidente do Instituto Nacional de Segurança Social (INSS) em Moçambique, detido em Agosto acusado de corrupção.

Francisco Mazoio vai responder em tribunal pelos crimes de abuso de cargo, simulação e peculato, num processo que envolve também o antigo director-geral da instituição, Baptista Machaieie.

O processo judicial em causa está relacionado com a concessão pelo INSS, que gere a previdência social moçambicana, de 84 milhões de meticais à CR Aviation, propriedade do antigo presidente da Confederação das Associações Económicas de Moçambique - CTA, Rogério Manuel, que morreu em Dezembro de 2018.

O Ministério Público considera que Francisco Mazoio e Baptista Machaieie violaram a lei na aprovação do financiamento para a compra de quatro aeronaves da empresa CR Aviation.

Na acusação, o MP considera que o memorando para a aquisição das aeronaves não foi submetido à fiscalização do Tribunal Administrativo, a CR Aviation não apresentou um plano de recuperação dos investimentos feitos pelo INSS e a verba foi concedida sem uma deliberação do conselho de administração da Segurança Social.

Francisco Mazoio foi detido a 16 de Agosto, no Aeroporto Internacional de Maputo, quando acabava de desembarcar de uma viagem de trabalho à província de Manica.


 

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As chuvas que caíram nos últimos dias na cidade e província de Maputo trouxeram de volta o velho problema de casas e ruas alagadas.

O fenómeno atingiu os bairros da Matola “A”, Fomento e Nkobe, no município da Matola, enquanto na cidade de Maputo são afectados Chihango, Maxaquene “C” e outros bairros.

Paula Cossa, do bairro Nkobe, disse à nossa Reportagem que o problema vem desde o ano de 2013 e que foi feito um recenseamento para a atribuição de novos espaços em zonas sem riscos a inundações, contudo o projecto não teve “pernas” para andar porque os residentes queriam ajuda para reconstrução das suas casas nos locais para onde seriam transferidos.

Disse ainda que o conselho autárquico prometeu por diversas vezes a construção de uma vala de drenagem mas, o mesmo ainda não aconteceu.

Já na Cidade de Maputo, os bairros de Maxaquene “C” e Chiango, não escaparam à fúria das chuvas.

Cândida José disse não saber como conviver com a situação que ocorre sempre que cai chuva, porque ficam sem lugar para dormir e os móveis ficam todos na água. As crianças ficam sem lugar para brincar não obstante as estarem de férias escolares.

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