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Categoria: Maputo
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O estacionamento de viaturas na Praça dos Trabalhadores passa, desde a última segunda-feira, a estar sujeito ao pagamento de uma taxa, à semelhança do que já acontece em algumas ruas e avenidas da baixa da cidade de Maputo.

A tarifa será cobrada de segunda a sexta-feira, das 7.30 às 17.30 horas, e, aos sábados, das 8.00 às 14.00 horas. 

De acordo com a Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento (EMME), a medida não é uma inovação, mas apenas a implementação de uma postura municipal que vigora desde 2014.

Com a introdução do estacionamento rotativo remunerado, o município pretende impor ordem no parqueamento de viaturas na Praça dos Trabalhadores e, ao mesmo tempo, criar condições para que a circulação rodoviária seja feita de forma fácil e rápida.

O regulamento sobre o estacionamento rotativo remunerado define seis modalidades de pagamento, que parte de 10 meticais, por um período de 45 minutos, havendo possibilidade de aquisição de cartão semanal ou mensal, que custa 575 meticais e 2300 meticais, respectivamente.

Os automobilistas que não fizerem o pagamento de forma voluntária serão notificados pelo Tribunal da Polícia, conforme indicou João Ruas, presidente do conselho de administração da EMME, que reconheceu, porém, que a instituição que dirige ainda não dispõe de mecanismos eficazes para penalizar os infractores.

“Pretendemos criar um software para que as pessoas que não pagam as taxas tenham os seus veículos cadastrados numa base de dados e mais tarde poderão efectuar o pagamento durante a regularização dos manifestos”, disse.

Alguns automobilistas se recusam a pagar a taxa de estacionamento, alegando que os cobradores não garantem segurança às suas viaturas, ao qual João Ruas esclareceu não ser competência da EMME a guarda e vigilância dos veículos.

O estacionamento rotativo remunerado vem sendo implementado nas avenidas Samora Machel, Zedequias Manganhela, Albert Lithuli e vias paralelas.