Director: Júlio Manjate

Arrancou ontem a montagem do separador central das faixas de rodagem no troço da Estrada Nacional número Quatro (EN4) entre o cruzamento da Shoprite da Matola até à zona da Maquinag, na cidade de Maputo, cujas obras deverão durar cinco meses.

Trata-se de uma estrutura de lancis e betão armado, de meio metro de largura e 25 centímetros de altura, com a finalidade de evitar que os automobilistas invadam as faixas de rodagem contrárias.

A estrutura devia ter sido colocada durante a reabilitação e ampliação do troço, concluída no ano passado, mas o modelo estava ainda em discussão entre a Trans African Concessions (TRAC), concessionária da via, e a Administração Nacional de Estradas (ANE).

Embora as obras tenham sido levadas a cabo até à Praça 16 de Junho, na cidade de Maputo, o separador só será montado do cruzamento da Shoprite da Matola até à zona da Maquinag, de acordo com o director do Centro de Manutenção de Maputo na TRAC.

Fenias Mazive justificou que a largura da estrada entre a zona da Maquing e a Praça 16 de Junho não permite acomodar a barreira.

Explicou que com a ampliação de duas para três faixas em cada sentido no troço que passa pela zona do Hospital Geral José Macamo não há mais espaço de manobra para acomodar o separador.

A fonte disse ainda que entre o cruzamento da Shoprite e da CMC a separação entre as faixas vai incluir uma rede que impossibilita a travessia de peões.

A decisão prende-se com o facto de na área se assistir a um fraco uso das pontes pedonais, contrariamente as outras zonas da rodovia.

Durante as obras, o tráfego estará condicionado, uma vez que a largura da estrada vai reduzir para praticamente duas faixas e meia em cada sentido.

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Cento e vinte e seis contentores de depósito de resíduos sólidos foram alocados pelos diferentes bairros da cidade de Maputo para a melhoria do saneamento urbano.

Os meios foram distribuídos pelo Conselho Municipal da Cidade de Maputo (CMCM), que também reforçou os agentes de limpeza por forma a acabar com os focos de lixo, sobretudo ao longo da Marginal.

Segundo Miriamo Novela, representante da Direcção do Ambiente e Salubridade no CMCM, a edilidade tomou esta medida ciente de que no período festivo e subsequente se produziu muito lixo.

A fonte referiu que, apesar do reforço de recursos humanos e materiais de limpeza, persiste o desafio de consciencializar as pessoas a sujar menos a cidade ou a gerir melhor os resíduos sólidos.

“Algumas instituições têm colaborado com o Município na limpeza da urbe, mas há pessoas que ainda não estão consciencializadas de que quanto menos se suja a cidade menos há necessidade de limpá-la, o que significaria fazer uma gestão sustentável do lixo urbano”, explicou.

A Igreja de Deus Sociedade Missionária Mundial em Moçambique, no âmbito da sua responsabilidade social, juntou-se no domingo ao CMCM e recolheu cerca de 400 quilogramas de plástico na Avenida Guerra Popular.

Kanghwi Lee, pastor desta congregação religiosa, apontou que não obstante o esforço da edilidade em limpar a cidade há pessoas que continuam a depositar o lixo em locais inadequados, entupindo as condutas de água, propiciando inundações urbanas.

“Recolhemos o plástico da via, pois temos noção de que ele é nocivo para os homens. Mas também é nossa expectativa despertar na sociedade a mudança de comportamento para que passe a depositar o lixo em locais adequados”, explicou.

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O corpo do condutor da viatura que, na manhã de segunda-feira, se precipitou no rio Matola, foi localizado por volta das 16 horas de ontem e depositado na morgue do Hospital Provincial da Matola.

A localização e remoção do corpo foi feita por uma equipa do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), que desde segunda-feira fazia buscas no rio Matola, informou ontem a noite, Gilion Michila, sobrinho da vítima.

Presume-se que a vítima que respondia pelo nome de Alfredo Muianga, 56 anos de idade, que conduzia uma viatura de marca Isuzu Bighorn, com a chapa de inscrição ADT 933 MC, teve a intenção de se suicidar, precipitando o carro ao rio. Entretanto, a viatura foi içada cerca do meio-dia de ontem, enquanto as buscas pelo corpo ainda decorriam ao longo do rio Matola.

A nossa Reportagem soube que Muianga teve desavenças com a esposa na manhã de segunda-feira, a quem terá agredido fisicamente, mas o filho mais velho, de 27 anos de idade, o terá detido.

Sem conseguir conter a raiva, o cidadão terá entrado no carro, acelerou fundo, tendo rebentado o portão do quintal e danificou o muro dos vizinhos da frente. Na mesma circunstância terá atropelado um menor que atravessava a Rua do Chókwè, no bairro da Liberdade, onde vivia. No trajecto até à ponte terá passado da zona da Mozal.

As buscas no rio começaram logo que o acidente ocorreu, tendo sido suspensas ao anoitecer e retomadas na manhã de ontem. Mas só por volta das 12.00 horas é que se conseguiu içar a viatura do rio.

Fernando Manhiça, porta-voz da Polícia ao nível da província de Maputo, disse que a criança atropelada foi levada ao Hospital Provincial pela esposa e filho do cidadão ainda desaparecido e está em franca recuperação.

Devido à complexidade dos trabalhos de remoção da viatura, que envolveram um guindaste, o tráfego foi encerrado na ponte da Matola-Rio entre as 10.00 e as 13.00 horas de ontem, o que embaraçou os automobilistas que pretendiam ligar Boane e Matola através da Estrada Nacional Número Dois.    

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O Distrito Municipal da KaTembe, na cidade de Maputo, vai arrancar o presente ano lectivo com o reforço de mais cinco salas de aula para o Ensino Secundário.

As mesmas foram cedidas pela Escola Metodista John Wesley, de modo a aliviar a falta de infra-estruturas para aquele subsistema de ensino nesta parcela do país.

O Distrito Municipal KaTembe conta com apenas uma escola secundária pública, com 10 salas de aula, contra nove estabelecimentos do Ensino Primário.

Estas salas serão usadas enquanto decorrem as obras de construção da Escola Secundária de Incassane, que contará com oito salas de aula e um bloco administrativo.

O chefe do Departamento de Estudos e Planificação na Direcção de Educação e Desenvolvimento Humano da Cidade de Maputo (DEDH), Samuel Menezes, apontou que as obras de Incassane deverão ser concluídas em Setembro.

Referiu que houve dificuldades no desembolso do valor das obras, pelo que estas acabaram atrasando.

“As oito salas de aulas já estão prontas. Entretanto, arrancou em Novembro a edificação do bloco administrativo da escola. Preferimos que a obra termine na totalidade para que não haja perturbação nem das aulas como do próprio trabalho, pelo que vamos inaugurar a ‘Secundária de Incassane’ no próximo ano lectivo”, indicou.

Menezes indicou que o sector da Educação está ciente de que KaTembe tem estado a registar um crescimento populacional, o que poderá aumentar a demanda por estabelecimentos de ensino.

“O sector da Educação tenciona construir mais escolas na KaTembe de modo a responder à demanda que poderá se verificar nos próximos tempos”, apontou.

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Escolas da cidade de Maputo estão a preparar o ano lectivo 2020 na perspectiva de que o mesmo decorra sem sobressaltos e seja um sucesso, envolvendo equipas nas várias frentes, nomeadamente nas matrículas, elaboração de listas, recuperação de mobiliário escolar e reabilitação das infra-estruturas escolares, sobretudo os urinóis. (WALTER MBENHANE) LEIA MAIS

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