Director: Júlio Manjate

VENDEDORES teimam em desenvolver as suas actividades em locais impróprios, apesar da existência de bancas, barracas e lojas vazias em diferentes mercados da cidade de Maputo, tal como referem as autoridades municipais que estão a ensaiar soluções para combater a venda informal. LEIA MAIS

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Nove indivíduos afectos a uma empresa de segurança privada que presta serviços à empresa Portos e Caminhos-de-Ferro de Moçambique (CFM) encontram-se detidos,  suspeitos do roubo de 400 litros de gasóleo no posto onde trabalhavam como vigilantes, na Machava.
Os acusados tinham a missão de proteger vagões-tanque que transportam combustível e estacionados na estação da Machava, na autarquia da Matola, província de Maputo.

Segundo as autoridades policiais, os nove cidadãos recorriam a recipientes plásticos de 20 a 30 litros para subtrair o combustível, que alegadamente abasteceria o mercado informal, ao preço de 50 meticais cada litro de gasóleo.

Entretanto, os suspeitos negam o seu envolvimento no crime.

Quando os envolvidos no caso foram recolhidos às celas da quinta esquadra ainda estavam fardados, tendo mais tarde a entidade empregadora recolhido                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                                       o seu uniforme de trabalho, uma atitude que os suspeitos entendem como revelador de que já perderam os seus empregos.

 

 

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O músico Xidiminguana saiu, quarta-feira, do leito hospitalar onde se estava acamado há quase uma semana nos Serviços de Neurologia do Hospital Central de Maputo (HCM), confirmou esta tarde ao Notícias, Bernardo Domingos, filho do nosso ícone da Música Ligeira Moçambicana (MLM).

A alta hospitalar foi dada ao autor de temas de sucessos como "Tiba bem", “Delfina”, “Dabu Mutamulani” ou “Djoni” esta tarde pelos médicos.

Embora tenha deixado a unidade sanitária, Xidiminguana continuará o tratamento ambulatório, fazendo várias consultas médicas até se dissipar a doença.

Acalmando os fãs e amigos do artista, Bernardo Domingos disse que, embora se encontre a repousar nos aposentos domésticos, o músico não voltará, ainda, aos palcos para dedilhar a sua guitarra até que lhe seja dado permissão pelos médicos, isto depois do relatório do último exame.

Em declarações ao “Notícias”, Bernardo agradeceu igualmente apoio prestado ao seu pai de nome Domingos Honwana durante o período em que esteve hospitalizado.

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Oito pacientes dão entrada, em média diária, no Hospital Central de Maputo, com sintomas de acidente vascular cerebral (AVC).

A informação foi avançada ontem, terça-feira, em Maputo, por Nachan Arroz, médica neurologista em serviço no Hospital Central de Maputo,  no âmbito do Dia Mundial do AVC, que hoje se assinala.

Com efeito, Nachan Arroz disse que tende a crescer o número de casos de AVC e a doença tem-se registado mais em jovens, o que não era comum até então.

Segundo a neurologista, anualmente o Hospital Central de Maputo regista uma média de quatrocentos doentes com AVC.

A fonte apela aos cidadãos a terem mais cuidados com a sua alimentação e evitar vícios que possam causar o AVC, a principal causa de morte e de incapacidade em todo o mundo, de acordo com a Organização Mundial da Saúde, que mata, anualmente, mais de 3 milhões de mulheres a nível mundial. (RM)

 

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O estacionamento de viaturas na Praça dos Trabalhadores passa, desde a última segunda-feira, a estar sujeito ao pagamento de uma taxa, à semelhança do que já acontece em algumas ruas e avenidas da baixa da cidade de Maputo.

A tarifa será cobrada de segunda a sexta-feira, das 7.30 às 17.30 horas, e, aos sábados, das 8.00 às 14.00 horas. 

De acordo com a Empresa Municipal de Mobilidade e Estacionamento (EMME), a medida não é uma inovação, mas apenas a implementação de uma postura municipal que vigora desde 2014.

Com a introdução do estacionamento rotativo remunerado, o município pretende impor ordem no parqueamento de viaturas na Praça dos Trabalhadores e, ao mesmo tempo, criar condições para que a circulação rodoviária seja feita de forma fácil e rápida.

O regulamento sobre o estacionamento rotativo remunerado define seis modalidades de pagamento, que parte de 10 meticais, por um período de 45 minutos, havendo possibilidade de aquisição de cartão semanal ou mensal, que custa 575 meticais e 2300 meticais, respectivamente.

Os automobilistas que não fizerem o pagamento de forma voluntária serão notificados pelo Tribunal da Polícia, conforme indicou João Ruas, presidente do conselho de administração da EMME, que reconheceu, porém, que a instituição que dirige ainda não dispõe de mecanismos eficazes para penalizar os infractores.

“Pretendemos criar um software para que as pessoas que não pagam as taxas tenham os seus veículos cadastrados numa base de dados e mais tarde poderão efectuar o pagamento durante a regularização dos manifestos”, disse.

Alguns automobilistas se recusam a pagar a taxa de estacionamento, alegando que os cobradores não garantem segurança às suas viaturas, ao qual João Ruas esclareceu não ser competência da EMME a guarda e vigilância dos veículos.

O estacionamento rotativo remunerado vem sendo implementado nas avenidas Samora Machel, Zedequias Manganhela, Albert Lithuli e vias paralelas.

 

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