Director: Júlio Manjate

O reabastecimento do Mercado Grossista do Zimpeto, na cidade de Maputo, está a contribuir para a normalização dos preços de produtos, principalmente dos frescos, que haviam registado um agravamento no período festivo.

Ester Isabel, administradora do mercado, disse que diariamente entram camiões de produtos diversos provenientes, na sua maioria, da vizinha África do Sul, situação que força os comerciantes a praticar preços relativamente baixos.

“Estamos satisfeitos, porque com a entrada de mais produtos os preços tendem a baixar. Nos meses de Novembro e Dezembro, por exemplo, os preços conheceram um agravamento, chegando em alguns casos até acima de 50 por cento. Neste momento podemos afirmar que o mercado está a reerguer-se, depois das festas”, disse.

O “Notícias” soube que a caixa de tomate, um dos produtos mais procurado, registou um abrandamento de 1200,00 uma caixa de 20 quilogramas para 850,00 meticais. Um saco de 10 quilogramas da batata que era comercializado a 400,00 teve uma queda de quase 100,00 meticais.

A cebola igualmente registou uma descida de 250,00 a 300,00 meticais para entre 180,00 e 200,00Mt. O pepino, cenoura, feijão-verde e o repolho, tal como referiu Ester Isabel, registaram a maior descida, sendo vendidos entre 15,00 e 20,00 meticais o quilograma.

No entanto, Ester Isabel referiu que a outra situação satisfatória é a entrada, embora tímida, de produtos nacionais provenientes dos distritos de Boane, Moamba e Catuane, na província de Maputo, e de Chókwè e Chibuto, em Gaza.

Este cenário, conforme a fonte, é completamente diferente do que era vivido há quatro meses, quando o mercado dependia exclusivamente de produtos frescos importados da vizinha África do Sul.

“Para nós o mais importante é que o mercado esteja devidamente abastecido e com preços à altura dos utentes. Não importa a proveniência, mas se for produto nacional melhor para os nossos produtores porque vão ganhar dinheiro”, disse.

Comments

O Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), na província de Maputo, assegura que prossegue a investigação do caso do rapto de Shelton Lalgy, filho do empresário Juneide Lalgy, raptado a 28 de Dezembro passado por indivíduos desconhecidos, a escassos metros da sua residência, na cidade da Matola.

A directora do SERNIC na província de Maputo, Benjamina Chaves, reconhece que a investigação deste caso é complexa.

“A investigação prossegue. Em casos de rapto, dificilmente a investigação tem colaboração da própria família. Os raptores ameaçam tanto a própria vítima, como os familiares. Então, não tem sido fácil os familiares colaborarem com as autoridades para o esclarecimento do caso”, disse.

Recentemente, circularam rumores dando conta que para o resgate da vítima os raptores do filho do empresário Juneide Lalgy teriam exigido somas elevadas.

Entretanto, a directora do SERNIC na província esclareceu que essa informação não está na posse da Polícia. (RM)

Comments

A época chuvosa provoca inúmeras preocupações aos produtores de hortícolas da cintura verde de Maputo, com enfoque para o intenso calor e chuvas que destroem extensas áreas de produção. Se por um lado, o primeiro trimestre do período chuvoso foi caracterizado pela estiagem, por outro, os primeiros dias do ano registaram chuvas intensas que destruíram extensas áreas. (ANA RITA TENE) LEIA MAIS

Comments

ESTÃO em curso as obras de pavimentação de parte do prolongamento da Avenida das Indústrias, entre o terminal dos “chapas” de Malhampswene (na N4) e o rio Matola, uma infra-estrutura vital para a ligação entre o município da Matola e a localidade de Mulotana, em Boane.

A empreitada, que está a ser executada pela Vera Construções, vai melhorar a transitabilidade nesta rodovia, numa altura em que a circulação de viaturas tornou-se penosa devido àerosão provocada pelas chuvas, levando àredução da disponibilidade de transporte público.

Os trabalhos incluem o desvio de um quilómetro para o Centro de Saúde de Malhampswene, esperando-se que permita a transferência dos vendedores informais que operam junto ao terminal de transportes.

Segundo Daniel Mendoza, representante do empreiteiro, a intervenção consistirá na terraplanagem da rodovia e colocação de pavêt, para além da construção de valetas para o escoamento das águas pluviais.

“As obras estão orçadas em pouco mais de 32 milhões de meticais e têm o término previsto para Maio. Será uma oportunidade para transferir os vendedores informais, porque alegavam dificuldades de transporte para o novo mercado disponibilizado pela edilidade”, disse Mendoza.

Os munícipes consideram a intervenção oportuna, na medida em que vai minimizar o sofrimento a que os residentes da zona de Mulotana estavam sujeitos para chegar às cidades da Matola e Maputo.

Para Amândio Mondlane, automobilista, uma vez concluído este troço o Governo do Distrito de Boane deve mobilizar recursos para a asfaltagem ou pavimentação do percurso entre o rio Matola e a localidade de Mulotana.

Entretanto, vendedores entrevistados pelo “Notícias” defendem a necessidade de criação de um espaço condigno para os albergar, porque só assim é que estarão criadas condições para a retirada dos informais junto da Estrada Nacional Número Quatro (N4).

A localidade de Mulotana é uma zona em expansão do distrito de Boane, província de Maputo, que nos últimos anos recebeu várias solicitações de terrenos para a construção de habitações e de estabelecimentos comerciais.

Comments

Arrancou ontem a montagem do separador central das faixas de rodagem no troço da Estrada Nacional número Quatro (EN4) entre o cruzamento da Shoprite da Matola até à zona da Maquinag, na cidade de Maputo, cujas obras deverão durar cinco meses.

Trata-se de uma estrutura de lancis e betão armado, de meio metro de largura e 25 centímetros de altura, com a finalidade de evitar que os automobilistas invadam as faixas de rodagem contrárias.

A estrutura devia ter sido colocada durante a reabilitação e ampliação do troço, concluída no ano passado, mas o modelo estava ainda em discussão entre a Trans African Concessions (TRAC), concessionária da via, e a Administração Nacional de Estradas (ANE).

Embora as obras tenham sido levadas a cabo até à Praça 16 de Junho, na cidade de Maputo, o separador só será montado do cruzamento da Shoprite da Matola até à zona da Maquinag, de acordo com o director do Centro de Manutenção de Maputo na TRAC.

Fenias Mazive justificou que a largura da estrada entre a zona da Maquing e a Praça 16 de Junho não permite acomodar a barreira.

Explicou que com a ampliação de duas para três faixas em cada sentido no troço que passa pela zona do Hospital Geral José Macamo não há mais espaço de manobra para acomodar o separador.

A fonte disse ainda que entre o cruzamento da Shoprite e da CMC a separação entre as faixas vai incluir uma rede que impossibilita a travessia de peões.

A decisão prende-se com o facto de na área se assistir a um fraco uso das pontes pedonais, contrariamente as outras zonas da rodovia.

Durante as obras, o tráfego estará condicionado, uma vez que a largura da estrada vai reduzir para praticamente duas faixas e meia em cada sentido.

Comments

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

JORNAL DIGITAL


Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction