Director: Júlio Manjate

A COABITAÇÃO entre o homem e a natureza está longe de ser pacífica nas margens do rio Matola, junto ao Estuário do Espírito Santo. Se por um lado a invasão da água do mar degrada o saneamento do meio nos assentamentos informais, por outro a acção humana periga a sobrevivência das espécies marinhas que se multiplicam nos mangais, uma vegetação cada vez mais rara. Leia mais

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As autoridades detiveram, no ano passado, 41 caçadores furtivos no interior da Reserva Especial de Maputo, distrito de Matutuíne, província de Maputo.

Os infractores foram detidos em flagrante quando caçavam animais de pequeno porte, tais como impalas, changos, cabritos cinzentos, vermelhos e javalis, noticiou a Rádio Moçambique.

Dados da Administração da Reserva Especial de Maputo indicam que no passado houve um aumento no número de caçadores furtivos detidos, comparativamente ao ano de 2018, quando foram encarcerados 17.

A informação foi partilhada quarta-feira pelo administrador da Reserva Especial de Maputo, Miguel Gonçalves, no âmbito da visita que o governador da província de Maputo, Júlio Parruque, efectuou àquela área de conservação.

Na ocasião, Gonçalves explicou que a detenção dos malfeitores é fruto de uma estratégia para estancar a caça furtiva naquela região.

“Não podemos fazer uma leitura directa. Não podemos assumir que houve um aumento de furtivos ou que houve um aumento de armadilhas. O que houve de facto foi o aumento da nossa eficiência. Mais meios humanos, mais equipamentos,e  isso permitiu-nos aumentar a nossa eficiência”, explicou.

Referiu que foram retiradas 1.200 armadilhas em 2019, contra 328 em 2018. No mesmo período, foram confiscadas 19 armas de fogo, contra sete do ano anterior, e foram abatidos 31 animais, contra 11 de 2018.

O governador provincial, Júlio Parruque, saudou os esforços da administração da Reserva Especial de Maputo.

“Saudar o trabalho que é realizado pela Administração da Reserva Especial de Maputo, que inclui também a Reserva Marinha Parcial da Ponta de Ouro, da administração e de toda a equipa de colaboradores, que inclui os fiscais que fazem um trabalho muito árduo no terreno”, disse.

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TRÊS centros de acolhimento temporário estão a ser instalados pelo Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) nos distritos municipais KaMaxakeni e KaMavota, na cidade de Maputo, para albergar famílias cujas residências foram inundadas pelas águas das chuvas caídas esta semana. Leia mais

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Uma pessoa morreu e mais de trezentas casas encontram-se inundadas no município da Matola, na sequência da chuva que tem vindo a cair nesta parcela da província de Maputo. 

O mau tempo provocou mais prejuízos nos três postos administrativos da Matola.

Os dados foram avançados pelo delegado do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC) em Maputo, Rocha Nuvunga, no balanço preliminar do levantamento dos danos causados pela chuva, tendo referido na ocasião  que a vítima encontrou a morte quando se dirigia à sua residência no bairro Golhosa, vítima de descarga eléctrica. (RM )

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A chuva que desde a noite de sábado se faz sentir na cidade de Maputo, já afectou pelo menos 2.140 famílias e, deste número, mais de 80 encontra-se em situação de emergência. Como forma de aliviar o sofrimento das famílias afectadas o Comité de Emergência da Cidade de Maputo decidiu abrir três centros de acomodação em igual número de distritos, anunciou hoje Fátima Belchior, do Instituto Nacional de Gestão de Calamidades (INGC), em entrevista a Rádio Moçambique (RM) Belchior explicou que até ao momento as autoridades identificaram três locais. “Para o distrito de Ka Maxaquene, bairro da Polana Caniço ‘A’, temos um local para acomodar neste momento 14 famílias”, disse. Para o caso do distrito municipal de Ka Mavota, foram criados dois locais de acomodação, um dos quais no Aeródromo da Costa do Sol e outro no Bairro de Mavalane A. O centro localizado no bairro da Costa do Sol é para os residentes do mesmo bairro, que acolhe neste momento 43 famílias. Já no caso de Mavalane ‘A’, o centro de acomodação foi concebido para acolher 14 famílias. Foi ainda instalado um centro de acomodação no bairro Jorge Dimitrov, arredores da cidade de Maputo, para acolher as populações de Ka Mubukwane. A vereadora de Saúde e Acção Social do Conselho Autárquico de Maputo, Alice Abreu, disse, por seu turno, que os sectores da educação e saúde também ficaram afectados. Por isso, apela para que as famílias afectadas abandonem as suas residências que encontram alagadas para os centros de acomodação criados para o efeito.

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CONVERSAS AOS SÁBADOS

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Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

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