Director: Júlio Manjate

Uma jovem doente que se encontrava internada no Hospital Central de Nampula (HCN) atirou-se do 3º piso da enfermaria, ontem segunda-feira (09), por razões ainda desconhecidas.

A jovem paciente estava internada há 2 dias para o tratamento de um caso grave de malária e sem que ninguém tivesse se apercebido abandonou o seu leito na medicina II da unidade sanitária e atirou-se, não se sabendo se, se trata de um caso de suicídio ou convulsões ligadas a malária de padecia.

Os responsáveis do HCN, ainda não tem explicações para o sucedido no entanto um dos familiares comentou a jornalistas que a suicida também padeceria de depressão.

A directora clínica do hospital, Bainabo Sahal, disse a nossa Reportagem que depois da vítima ter caído foi prestado socorro imediato mas foi sem sucesso.

“Controlamos todos pacientes, só que no momento não contávamos que isto ia acontecer. Aliás, ele tinha autorizações para ter acompanhante por causa da patologia que apresentava”, disse.

Adelino Alexandre, familiar da vítima, disse que a notícia colheu a todos de surpresa. “É lamentável o que aconteceu. O pessoal do hospital tentou lhe reanimar mas não foi possível”, frisou Alexandre.

AUMENTAM CASOS DE SUICÍDIOS EM NAMPULA

As autoridades do Hospital Provincial de Nampula, relatam o registo de uma média de quatro a cinco mortes por mês, devido ao suicídio alegadamente, ligado a questões familiares e consumo de álcool e outras drogas, noticiou a Rádio Moçambique.

O psicólogo Armando Cumbe explicou que os jovens são os que mais cometem suicídios e a situação está a preocupar os responsáveis da maior unidade hospitalar da região norte do país.

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A construção da cidadela administrativa no bairro de Muahivire Expansão, na cidade de Nampula, iniciada em 2015, para albergar instituições públicas, ganhou nova dinâmica depois de uma paragem, devido à exiguidade de fundos.

A nossa Reportagem testemunhou na semana finda a retomada da construção de algumas novas infra-estruturas, onde vão funcionar instituições do Estado, como são os casos da Procuradoria Provincial, do Fundo de Estradas, entre outras.

O Secretário Permanente da província de Nampula, Eduardo Macário, disse que apesar das dificuldades relacionadas com a exiguidade de fundos o governo continua apostado na concretização da cidadela administrativa.

Um dos exemplos demonstrativos de que as autoridades governamentais estão determinadas em tornar realidade o projecto da cidadela, a médio e longo prazos, é de terem sido já concluídos os edifícios que acomodam o governo do distrito de Nampula,  no âmbito do projecto “Pró-Justiça”, que permitiu o seu pleno funcionamento e que no entanto encara dificuldades para a sua manutenção,  e já esteve paralisado em face de um corte de energia eléctrica por falta de pagamento.

A construção da cidadela administrativa, que ocupa uma área de dois mil metros quadrados, ocorre no âmbito da reforma do sector público que visa melhorar os serviços prestados aos cidadãos.

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A Administração Regional de Águas Centro-Norte (ARA Centro-Norte) está a construir dez represas com tecnologia de resiliência às cheias e inundações nas bacias localizadas nas províncias de Nampula e Zambézia.

Júlio Lucas, técnico-chefe daquela administração, disse que as represas, para além de amortizar os efeitos nefastos das cheias e inundações, vão permitir que as populações das zonas baixas possam se prevenir, como também fornecer água para consumo e  irrigação dos campos agrícolas.

Referiu que a construção de infra-estruturas hidráulicas com tecnologia de resiliência é um desafio para o sector que tem vindo a implementar estratégias de forma gradual nas áreas localizadas nas grandes bacias.

Entretanto, à margem da construção das represas, os governos dos distritos abrangidos pelas principais bacias da região estão a intensificar campanhas de sensibilização das populações que vivem nas zonas propensas a cheias e inundações de modo ase fixarem em locais seguros.

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A população reassentada em Muendaze, em consequência das inundações provocadas pelo ciclone Kenneth, no distrito de Memba, em Nampula, ressente-se da crise de falta de água potável e as autoridades governamentais e parceiros estão a tentar resolver a situação.

Catarina Sualehe, residente de Muendaze, descreve a situação da falta de água como preocupante, porque ao nível local não existem fontanários públicos que podem prover o precioso líquido aos cidadãos.

De acordo com a cidadã, para obter água é preciso percorrer acima de uma hora a pé até à região de Owurucune, de onde saíram, devido às inundações provocadas pela tempestade tropical Kenneth, em Abril último.

O pior é que quase a metade da população de Muendaze consome água de Owurucune, o que faz com que haja filas enormes e Momade Cebola, residente daquela zona, contou-nos que a sua esposa vai ao poço às duas horas de madrugada, com bebé ao colo, e só regressa às 12.00 horas.

Francisco Tobias, de 44 anos de idade, sente-se obrigado a redobrar esforços na produção agrícola, pois quando a companheira vai cartar água não tem tido tempo para ajudar nos trabalhos da machamba.

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O HOSPITAL Central de Nampula (HCN) diagnosticou de Janeiro a esta parte, nas consultas externas, 268 novos casos de diabetes, cifra que representa um aumento significativo, quando comparada com os registados em igual do ano passado. Leia mais

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