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Director: Lázaro Manhiça

OS trabalhadores envolvidos na construção do Hospital Geral de Nampula (HGN) decidiram paralisar há mais de dois meses as obras, alegadamente por falta de pagamento de salários por parte da empresa CETA -Engenharia e Construções, empreiteira do empreendimento.

Esta é a segunda paralisação que acontece na edificação daquele que será o segundo maior estabelecimento hospitalar da província de Nampula, depois de a primeira ter acontecido em 2019, também por supostafalta de pagamento de ordenados aos trabalhadores.

Entretanto, questionado sobre o assunto, o secretário de Estado na província de Nampula, Mety Gondola, disse estar em curso um trabalho junto do ministério de tutela e a empresa contratada para que o mais rápido possível se resolva o problema e consequente retome a empreitada. Leia mais

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APESAR dos trabalhos desenvolvidos pela empresa Electricidade de Moçambique (EDM) na cidade de Nampula, na perspectiva de cumprir de forma rápida a iniciava presidencial Energia para Todos, lançada em 2018, este recurso energético ainda não chegou a todos os bairros do terceiro maior centro urbano do país.

Um deles é Marrere, concretamente na unidade comunal de Namigonha, onde depois de aquela empresa implantar postes de transporte de energia da rede nacional ainda não há energia nas casas.

A Reportagem do “Notícias” testemunhou a paralisação dos trabalhos de extensão da corrente eléctrica para aquela zona habitacional, num nível em que falta ainda montar um posto de transformação (PT). Leia mais

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A Comissão Multissectorial criada para fiscalizar o cumprimento das medidas de prevenção da Covid-19 nas escolas da cidade de Nampula constatou que há relaxamento generalizado das mesmas em quase todos os estabelecimentos de ensino, numa altura em que o país enfrenta a terceira vaga da doença.

Face ao cenário preocupante que se verifica nesses estabelecimentos de ensino, a comissão de monitoria conjunta,  composta pela Inspecção Nacional das Actividades Económicas (INAE), a Polícia da República de Moçambique (PRM) e as entidades de Saúde, apelou aos respectivos gestores a reforçarem essas medidas.

O chefe do departamento de Saúde Pública no Serviço Provincial de Saúde de Nampula, Geraldinho Avalinho, disse que o mais preocupante é que o incumprimento das medidas por parte dos alunos tende a aumentar, numa altura em que já se fala da existência de casos em algumas escolas da cidade de Nampula.

Por ouro lado, Avalinho lamentou o facto de o incumprimento de medidas preventivas estar a notar-se noutros locais, como mercados, paragens dos transportes públicos e estabelecimentos comerciais. Leia mais

 

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UM casal jovem encontra-se detido na 3ª Esquadra da Polícia, na cidade de Nampula, indiciado de ter queimado o seu próprio filho, de oito anos, por alegadamente ter subtraído dois pasteis que a mãe vendia na sua residência.

O chefe de Relações Públicas no Comando Provincial da PRM, Dércio Samuel, disse que a detenção dos indiciados resultou de uma denúncia apresentada na 3ª Esquadra pelo professor do menor.

“Fomos ao terreno e levámos o menor ao Hospital Central de Nampula, onde recebeu tratamento. O casal foi conduzido à 3ª Esquadra e lá foi lavrado o respectivo processo-crime, que segue os seus trâmites legais”, explicou o porta-voz.

Dércio Samuel garantiu que tudo está a ser feito para que o casal, que vive no Bairro de Carrupeia, cidade de Nampula, seja responsabilizado pelo crime cometido, tendo aproveitado a ocasião para apelar à sociedade, em geral, a denunciar todos os casos de violência, pois só assim os seus autores serão responsabilizados. 

O pai do menor, de 27 anos, confessou ter queimado o filho, justificando o acto como tendo sido apossado por maus espíritos na altura em que recebeu a informação da mulher sobre o roubo dos dois pastéis.

A criança tem queimaduras, algumas graves, em quase todo o corpo.

A esposa, de 23 anos, disse que está detida supostamente por omitir informações à Polícia de que o menor teria sido queimado pelo pai.

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A ASSOCIAÇÃO dos Transportadores Rodoviários de Nampula (ASTRA) está preocupada com a falta de fiscalização das medidas de prevenção do novo coronavírus nos terminais e paragens dos transpordes semi-colectivo de passageiros e postos de controlo de entrada e saída urbanos e interurbanos da capital provincial.

A preocupação foi manifestada pelo presidente daquela associação, Luís Vasconcelos, que pediu a intervenção de quem de direito tendo em conta o aumento galopante das infecções, internamentos e mortes no país, devido à pandemia.

“Os terminais e paragens dos transportes públicos ficam superlotados de pessoas que não observam as medidas preventivas, o mesmo acontecendo nas viaturas de transporte semi-colectivo de passageiros, o que propicia a propagação da Covid-19. É uma situação muito preocupante”, observou Vasconcelos. Leia mais

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