Director: Júlio Manjate

A INSPECÇÃO Nacional das Actividades Económicas (INAE), na cidade de Nampula, considera que as condições de higiene nas unidades panificadoras da urbe, estão a registar melhorias significativas, devido as inspecções regulares e periódicas, feitas pelo sector. Benedito Moaine, inspector da delegação da INAE em Nampula, disse que mesmo assim a sua instituição continua a intensificar  acções de fiscalização nas padarias existentes com o objectivo de educar os agentes económicos da região, neste caso os panificadores, para que não violem as normas de higiene, sob pena de serem penalizados. Leia mais

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Corpo de um jovem

encontrado no Waresta

UM corpo de um jovem, de 26 anos de idade, com sinais de agressão física, foi encontrado esta semana na zona do antigo mercado grossista do Waresta, no bairro de Murrapaniua, na cidade de Nampula.

Isaías Leonardo, irmão do finado, disse que em vida ele era carregador naquele mercado e nunca se envolveu em práticas criminais, daí ter ficado surpreso com a notícia do seu assassinado.

Os moradores e estruturas do bairro, dizem que este não é o primeiro caso de assassinatos que acontecem na zona, pois recentemente, um outro jovem foi morto por desconhecidos, tendo o seu corpo sido atirado na linha férrea para confundir a opinião pública.

Os residentes reclamam o reforço do patrulhamento policial, sobretudo no período nocturno, altura em que os malfeitores actuam com frequência naquele bairro, actualmente dos mais atingidos pela onda de criminalidade.

O porta-voz do comando provincial da polícia da República de Moçambique, em Nampula, Zacarias Nacuti, confirmou o assassinato do jovem, tendo referido que neste momento uma equipa do Serviço Nacional de Investigação Criminal (SERNIC), encontra-se a trabalhar com vista a apurar as circunstâncias em que o jovem foi morto.

Nacuti observou que por mais que a corporação intensifique as patrulhas nos bairros, o combate à onda de criminalidade na cidade de Nampula não terá efeitos desejados, enquanto os moradores não colaborarem com a polícia.

Mouzinho de Albuquerque

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COLABORADORES da Ceta Engenharia e Construções Civil, empresa responsável pela edificação do Hospital Geral de Nampula, concentraram-se esta semana defronte à sua sede regional norte no Bairro de Muatala, exigindo o pagamento de salários em atrasos há quatro meses.

Segundo apurou o “Notícias”, o assunto arrasta-se desde Julho e tem estado a afectar o curso normal das obras, o que poderá comprometer os prazos da finalização e consequente entrega da empreitada.

Na sequência da exigência, os colaboradores paralisaram não só as obras do Hospital Geral, mas também a totalidade dos trabalhos nos escritórios da empresa.

Um trabalhador, que se identificou apenas por Daniel, contou que havia uma promessa de que alguns meses em atraso seriam pagos até ao final de Setembro, facto que não chegou a acontecer, o que atiçou a revolta dos colaboradores.

“Estamos há quatro meses sem salários. Há cerca de dois meses disseram-nos que até ao dia 30 de Setembro iríamos receber uma parte. Porém, chegados à data, não só não nos pagaram, como não nos apresentaram nenhuma justificação”, explicou.

A fonte refere que em situações anteriores de diálogo, o patronato alegou que o dono da obra, por sinal o Governo, não tem estado a canalizar os fundos para a empresa que, por sua vez, deveria garantir o pagamento de salários aos seus colaboradores.

Os colaboradores questionam como sobreviver se estão a trabalhar sem auferir os seus salários, tendo em conta que estão a acumular dívidas com terceiros, na expectativa de receber o seu ordenado e seguidamente pagá-las.

O secretário do sindicato dos trabalhadores da Ceta diz que a reivindicação dos trabalhadores é legítima, daí que apela aos mesmos a encontrarem formas de negociação com a direcção da empresa, visando pôr fim à situação.

A direcção da CETA em Nampula mostrou-se indisponível para falar à imprensa.

 

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NÚMERO considerável de cemitérios comunitários da cidade de Nampula funcionam sem muros de vedação, com residências nas proximidades, facto que preocupa os residentes por, segundo eles, constituir um atentado à moral, sobretudo das crianças. Estes, sem quaisquer rodeios, responsabilizam as autoridades municipais por alegadamente assistirem a tal fenómeno com total indiferença. Alguns campos santos viram espaços de lazer para as crianças e até servem de locais de pasto para cabritos, ovelhas e esconderijos de aves para a sua reprodução. Leia mais

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O HOSPITAL Geral de Marrere, na cidade de Nampula, - a segunda maior unidade sanitária da urbe - continua a funcionar sem morgue para a conservação de corpos, para além de a infra-estrutura reclamar obras de restauração de vulto. O “Notícias” apurou que as condições de conservação dos corpos de cidadãos que perdem a vida naquele hospital são pouco dignas para humanos. Algumas famílias preferem recuperar os corpos dos seus entes queridos para o Hospital Central de Nampula enquanto procuram criam condições para a realização das respectivas cerimónias fúnebres. Leia mais

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CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Presidente: Bento Baloi

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

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