Director: Lázaro Manhiça

Alguns vendedores informais da feira dominical da cidade de Nampula têm tentado, todos os dias, reocupar o local, com o intuito de ali exercerem as suas actividades, numa clara desobediência às medidas de prevenção da pandemia da Covid-19 decretadas pelo Governo.

O acto ocorre depois de as autoridades municipais terem determinado o encerramento da feira, no âmbito do estado de emergência em curso em todo o país.

Esta semana, um grupo de vendedores invadiu o espaço e ali começou a comercializar seus produtos, alegando ser a única fonte de sua sobrevivência, facto que obrigou à pronta intervenção  das Polícias da República de Moçambique e Camarária local.

Contestando a intervenção policial, os referidos vendedores amotinaram-se no centro da avenida Eduardo Mondlane, onde montaram barricadas  e incendiaram pneus, dificultando o trânsito rodoviário.

Um dos vendedores do grupo dos amotinados disse, na altura, que o encerramento da feira não teve uma avaliação adequada por parte da edilidade, tendo em conta que aquele local constitui a maior fonte de “emprego” de grande parte dos residentes da cidade de Nampula.

Entretanto, na sequência da desordem havida 13 vendedores foram detidos, tendo sido posteriormente reforçada a fiscalização no local.

As actividades na feira dominical, que movimenta, principalmente, aos domingos, mais de 10 mil pessoas, entre vendedores e compradores, foram suspensas no passado mês de Abril, no âmbito do cumprimento do estado de emergência decretado no país. 

Mouzinho de Albuquerque 

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O Conselho Municipal da Cidade de Nampula decidiu colocar à disposição dos munícipes, na via pública,  baldes de água, sabão, desinfectantes e outros equipamentos de higiene para intensificar a lavagem das mãos no quadro dos esforços de prevenção do novo coronavírus. Leia mais

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O ABANDONO de barracas construídas para acomodar os vendedores do Mercado de Cotocuane, no bairro do mesmo nome, arredores na cidade de Nampula, está a propiciar a ocorrência de actos criminais, caracterizados por assaltos, particularmente à mulheres e crianças que diariamente se deslocam a este localinformal para compras. Leia mais

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Um trabalhador de uma empresa contratada para a construção do novo edifício do Banco de Moçambique (BM), na cidade de Nampula, acaba de morrer depois de cair de uma grua, onde se encontrava a fazer trabalhos de manutenção do equipamento.

Ainda não são claras as circunstâncias em que o cidadão que tinha acima de trinta anos de idade, deu o tombo quando se encontrava a mais de trinta metros de altura.

Entretanto, a inspectora-chefe provincial de trabalho, em Nampula, Olga Nassone, que se fez ao local depois da ocorrência, disse que foi informada de que o finado era um trabalhador que sempre que a empreiteira das obras precisasse para a manutenção da grua, o solicitavam.

A inspectora explicou que o que se apurou por enquanto, sobre essa queda, é que uma das faixas da grua poderá ter cedido, com agravante de na altura o trabalhador não ter usado capacete e nem sinto de segurança.

A responsável referiu ter sido lamentável que um trabalhador morra numa altura em que o seu sector tem vindo a promover actividades de sensibilização sistemática às entidades empregadoras sobra a observância escrupulosa das medidas de segurança no trabalho.

As obras de construção do novo edifício encontram-se paralisadas há sensivelmente dois anos, por disputa do local entre aquela instituição bancária e um empresário que reclama a titularidade do espaço.

Porém, a grua continua montada, e por constituir um perigo para a segurança pública, os moradores da cidade de Nampula, há muito que pedem quem de direito para removê-la do local, o que não aconteceu até agora.

Mouzinho de Albuquerque

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A província de Nampula registou nos primeiros três meses deste anoum total de 4.807 casos de desnutrição aguda, em crianças dos zero aos cinco anos de idade, das quais 21 resultaram em mortes.

Contudo, a cifra de mortes baixou em comparação com igual período do ano passado, em que morreram 23 crianças daquela faixa etária, num universo de 2.896 casos de desnutrição crónica diagnosticados.

O chefe do Programa de Desnutrição, na direcção provincial de Saúde em Nampula, Malverne Sualé, explicou que a subida dos casos de desnutrição crónica notificados no primeiro trimestre deste ano, se deve, sobretudo, ao aumento da capacidade de rastreio.

Referiu-se tambémao reforço de seguimento de casos, bem como o trabalho de supervisão que tem sido feito ao nível dos distritos, como sendo factores importantes que permitem a notificação de mais casos de desnutrição.

Na província de Nampula, o comportamento das comunidades em relação a alimentaçãoé apontado como estando a contribuir para os elevados índices de desnutrição crónica. Aliás, um estudo feito pela Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), em parceria com o governo e divulgado no passado, na cidade de Nampula, concluiu que ao nível das comunidades os alimentos ainda não são vistos do ponto de vista de saúde, mas sim, como fonte de renda e sobrevivência.

Nampula tinha, até o ano passado, um índice de desnutrição cónica de 55 por cento, o mais alto do país, apesar de a província ser rica em alimentos nutritivos e uma das maiores produtoras de Moçambique.

A aposta das autoridades governamentais em Nampula é de reduzir até o final deste ano de 55 para 35 por cento os níveis de desnutrição crónica.

Mouzinho de Albuquerque

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