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Director: Júlio Manjate

Os cidadãos que exercem as suas actividades comerciais em locais proibidos têm a obrigação de abandonar esses locais até hoje, sob pena de sofrerem duras penalizações previstas no Código de Postura Camarária.

O aviso foi emitido recentemente pelo Conselho Autárquico de Nampula na sua página oficial do Facebook, onde destaca a zona das padarias Nampula e Sipal (que dá entrada à Rua da Unidade), bem como no corredor que dá acesso ao Mercado Grossista de Waresta.

Ainda na sua página oficial, o Município de Nampula não descarta a hipótese de, igualmente, recorrer à mesma medida para impedir que outros locais onde se pratica o comércio informal sejam desocupados.

O documento refere que a instituição vai se basear nas especificações do Código de Postura Camarária para punir os renitentes e reincidentes.

Para a sua acção, a edilidade justifica que mesmo com a destruição de barracas levada a cabo à noite pelas equipas do Conselho Municipal de Nampula os comerciantes continuam a desafiar o elenco de Paulo Vahanle.

Entretanto, a publicação do Facebook registou a reacção dos munícipes, como é o caso de Rachade Carvalho, que comentou apelando à seriedade da autarquia, pois diz haver prazos que não foram cumpridos, facto que retira a dignidade e o respeito em relação aos pronunciamentos da edilidade.

Maquiavel Matos, usuário do Facebook, questiona ao presidente Paulo Vahanle se terá capacidade de sustentar as famílias dos cidadãos que serão retirados das ruas nas quais encontram sustento para os seus dependentes.

Um outro internauta, Sonil Joanguete, argumentou que o problema desse tipo de avisos é somente terminar no papel, recordando que 31 de Dezembro de 2019 era a última data para a destruição de “take-aways” e barracas construídos ao longo das avenidas, mas até então nada foi cumprido.

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A CIRCULAÇÃO de viaturas entre Bispo e o povoado de Namiepe, no populoso bairro de Namicopo, cidade de Nampula, está interrompida em consequência do mau estado da estrada.

A rodovia encontra-se num estado acentuado de degradação na sequência da erosão progressiva, provocada pelas chuvas intensas que tem estado a fustigar a urbe nos últimos tempos.

A falta de um sistema de drenagem para o escoamento da água das chuvas e não só, pode ter precipitado a sua degradação. Ela é crucial para a população de Namiepe, porque dá acesso ao centro de saúde, posto policial e a escola Secundária Marcelino dos Santos.

A via alternativa existente, conforme apurou o “Notícias”, acarreta custos elevados, em combustível, para os automobilistas e motociclistas, dado a distância ser considerada como longa.

O “Notícias” ficou a saber que a redução da distância percorrida entre as duas zonas reduziu com a recente conclusão das obras de construção de uma ponte, há muito esperada pela população local, mas a erosão veio comprometer esta ligação.

Todavia, os munícipes residentes em Namiepe, referem que o Conselho Municipal da Cidade de Nampula e o Governo devem encontrar formas de reparar a via, no sentido de devolver a normal circulação na rodovia.

“Ficamos com a esperança de que a curto prazo, teríamos transporte público de passageiros a circular nesta via, porque há bem pouco tempo foi concluída a construção da ponte”, disse Eugénia Gabriel, uma munícipe.

O “Notícias” testemunhou no local que a circulação dos motociclistas passa pela perícia e audácia dos mesmos para evitar acidentes.

A erosão progressiva naquela via, por além de destruir a rodovia, também ameaça algumas residências que estão na eminência de desabar, caso a chuva continue a cair com muita intensidade.

O Conselho Municipal da Cidade de Nampula prometeu intervir, reabilitando esta e outras rodovias danificadas pelas chuvas em diversos bairros da cidade, para garantir a transitabilidade e o escoamento de bens.

O presidente Paulo Vahanle reconheceu que uma das principais causas de destruição de vias de acesso nos bairros periféricos da urbe é a falta de um sistema de drenagem para o escoamento das águas pluviais.

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Uma equipa multissectorial, integrando elementos da Saúde, do Conselho Municipal, do ambiente e líderes comunitários, acaba de ser constituída para desenvolver trabalho de higienização dos poços, através de tratamento de água com cloro.

A ideia é sensibilizar a população a adoptar medidas preventivas no âmbito do combate às doenças de origem hídrica, sobretudo nesta época chuvosa.

O chefe da Repartição de Saúde na comunidade, a nível da Direcção Distrital de Saúde de Nampula, Firmino Anastácio, disse que a criação desta equipa foi a forma encontrada para trabalhar, de forma célere, na prevenção deste tipo de doenças, tendo em conta que as comunidades locais continuam a debater-se com a falta de fontes melhoradas de abastecimento de água.

A equipa está simultaneamente a realizar outras actividades de prevenção, como a consciencialização das comunidades do distrito de Nampula sobre o perigo de consumirem água tirada dos poços sem ser tratada.

Neste exercício, as comunidades são aconselhadas também a tratar água com “Certeza” ou fazerem fervura antes de consumi-la, trabalho que conta com envolvimento dos líderes comunitários.

Com efeito, a recolha de água dos poços para posterior análise laboratorial é um dos trabalhos que a equipa está a realizar em diversas comunidades do distrito.

Destacou o facto de cada elemento dos diferentes sectores que fazem parte da equipa saber exactamente o seu trabalho, o que permite que haja boa coordenação na execução das actividades.

“Estamos a trabalhar para que o distrito de Nampula não volte a ser assolado por doenças de origem hídrica, sobretudo nesta época chuvosa”, disse.

Realçou que a inclusão de outros sectores na equipa consubstancia a ideia de que a prevenção de doenças não é tarefa exclusiva do Ministério da Saúde, mas de toda a sociedade.  

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Duas pessoas perderam a vida em consequência de descargas atmosféricas, acompanhadas de forte chuva que também destruiu algumas casas na cidade de Nampula.

Segundo apurou o “Notícias”, as mortes ocorreram há dias no bairro de Mutauanha, enquanto em Napipine e Marrapaniua,vitimaram uma mulher adulta e uma criança de oito anos de idade.

As descargas atmosféricas feriram ainda um número não especificado de pessoas, algumas das quais tiveram que ser evacuadas às unidades sanitárias existentes naquelas áreas residenciais a fim de receberem cuidados médicos.

Com efeito, o porta-voz do Hospital Central de Nampula (HCN), Marcelo Banquimane, confirmou a entrada dos corpos das duas vítimas mortais na morgue desta unidade sanitária, falando ainda de outras seis pessoas feridas pelo fenómeno, que tiveram que ser assistidas nos serviços de urgência. As mesmas estão fora de perigo.

As descargas atmosféricas danificaram igualmente vários electrodomésticos, com destaque para televisores, geleiras, congeladores e rádios.

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O recém-empossado presidente da Assembleia Provincial de Nampula, Amisse Mahando, prometeu consolidar a fiscalização dos actos governativos.

Mahando venceu, sem qualquer oposição, a concorrência ao cargo, com 63 dos 94 votos disponíveis, uma vez que a Renamo,  que também conquistou lugares no órgão não apresentou qualquer candidatura.

Os pronunciamentos de Mahando foram feitos durante a primeira sessão extraordinária da Assembleia Provincial desta província, realizada esta sexta-feira, que contou com a presença de 93 dos seus 94 membros, tendo estado ausente um que se encontra internado no Hospital Central local.

“Durante o exercício das minhas funções trabalharei para consolidar o papel desta casa na sua acção fiscalizadora e de igual modo desenvolver acções para o aprofundamento da cooperação institucional”, afirmou Mahando,    citado pela AIM.

Na ocasião, o novo presidente endereçou uma mensagem de alento à população de Nampula, a quem considera de “resiliente às adversidades dos fenómenos naturais não abdicando da sua nobre missão de transformar as dificuldades em desafios”.

Segundo Mahando, a população de Nampula soube valorizar o direito ao voto a que teve direito em Outubro passado nas sextas eleições gerais, legislativas e das assembleias provinciais.

“Ao longo deste mandato que se inicia espero contar com o apoio de todos, desde o executivo, judiciário, organizações da sociedade civil, confissões religiosas, comunicação social e parceiros de desenvolvimento”, anotou.

O representante do governo central para a cerimónia de investidura, Alfredo Namitete, disse que “com a materialização deste acto inicia um novo ciclo de governação local num novo figurino de descentralização, o que exigirá maior dinamismo e comprometimento dos membros e titulares da Assembleia Provincial, ora investidos, nos desafios da província”.

Namitete aconselhou os membros da Assembleia Provincial a manterem contacto permanente com a população zelando pelas suas preocupações.

“A Assembleia Provincial desempenha um papel muito importante na governação descentralizada provincial, e os membros investidos têm uma enorme responsabilidade na materialização dos programas e planos de desenvolvimento da província”, disse Namitete.

A Assembleia Provincial de Nampula investida esta sexta-feira elegeu para presidente Amisse Mahando, primeira vice - Presidente Yolanda Chiniah, ambos propostos pelo partido Frelimo, e Luís Mecupia, da Renamo ficou como a segunda vice-presidência.

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