Director: Júlio Manjate

A Polícia Municipal da Cidade de Maputo aplicou 37 multas aos estabelecimentos de venda de bebidas alcoólicas, por poluição sonora no último mês, na cidade de Maputo.

Dos 37 estabelecimentos, o proprietário de uma loja mais conhecido por “calcadão”, na zona olímpica, foi multado pela segunda vez consecutiva, em menos de duas semanas, num valor de 300 mil meticais, por isso, a edilidade está a analisar o caso, podendo culminar com a anulação da licença de comercialização e encerramento do estabelecimento.

“Apesar da sensibilização, da aplicação de multas e da apreensão do equipamento usado na poluição sonora nos estabelecimentos, os proprietários continuam a cometer as mesmas infracções”, segundo Joshua Lai, porta-voz da Polícia Municipal.

Contudo, Joshua Lai diz que na prática, os proprietários das barracas ignoram por completo as recomendações que lhes são dados, continuando a trabalhar e a tocar música alta até a madrugada, sobretudo, durante os fins-de-semana. Há estabelecimentos que tocam músicas num volume muito alto a ponto de causar perturbações nos munícipes à sua volta.

Tem sido notória a tendência de exibir um som potente em relação a qualquer outro que se possa ouvir nas redondezas.Neste contexto, Lai apela à sociedade para mudar de comportamento e pautar pelo civismo e urbanismo.

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A falta de higiene e de pessoal qualificado poderá ditar o encerramento de mais escolinhas e centros infantis por parte da Direcção do Género, Criança e Acção Social da cidade de Maputo.

Nos últimos três anos, pelo menos 10 estabelecimentos de educação pré-escolar foram encerrados na capital, com destaque para o bairro da Maxaquene, por não reunirem condições adequadas.

A directora do Género, Criança e Acção Social da cidade de Maputo, Maria Simão, disse que nas inspecções rotineiras efectuadas pelo sector têm sido detectadas irregularidades, tais como a má localização e falta de segurança, factores nocivos ao desenvolvimento são dos petizes.

Algumas anomalias são denunciadas pelos pais e/ou encarregados de educação, inconformados com as condições oferecidas por estas instituições às quais confiam o cuidado dos filhos.

Maria Simão referiu que nos últimos anos tem se assistido à proliferação de centros infantis sem as mínimas condições para acolher crianças, sobretudo nas zonas periféricas.

“Os proprietários dos referidos centros por vezes nem se preocupam com a higiene e localização, limitando-se a acolher menores com o intuito de obter lucro fácil”, alertou.

Uma vez encerrados os estabelecimentos, as crianças são transferidas para outros com melhores condições.

A fonte revelou que está em curso um trabalho para que a cidade de Maputo não tenha nenhum centro a funcionar fora das normas até 2019.

A capital conta com 142 centros infantis, 110 escolinhas comunitárias e 26 instituições de acolhimento assistidos por 681 educadores de infância.

 

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DEZASSETE novos autocarros foram entregues ontem à Empresa Municipal dos Transportes Públicos de Maputo (EMTPM), esperando-se que contribuam para melhorar a mobilidade de pessoas e bens, de forma segura, com qualidade e conforto.

Falando na cerimónia de entrega dos meios circulantes, David Simango, presidente do Conselho Municipal da Cidade de Maputo, disse que com o lote vai aumentar a frequência, reduzir o tempo de espera, melhorar a fiabilidade técnica, além de expandir os serviços prestados nos bairros que actualmente são menos servidos.

O distrito da KaTembe e toda a linha que vai dar aos grandes centros turísticos até à Ponta de Ouro, tal como indicou Simango, são exemplos de zonas onde a empresa deverá responder à problemática de mobilidade.

A fonte precisou que a empresa vai, igualmente, aumentar o volume de passageiros transportados de  31 mil para uma média de 42 mil utentes, numa altura em            que se regista melhoria significativa do sistema de gestão operacional.

“Em busca de soluções, desenvolvemos, com o Governo central, várias opções, visando melhorar as condições de mobilidade urbana na cidade. O destaque vai para a recente criação da Agência Metropolitana de Transportes, instituição do Governo que coordena as acções transversais de transporte entre os municípios da região do Grande Maputo”, disse.

Pedro Inglês, secretário permanente do Ministério dos Transportes e Comunicações, referiu que os autocarros vão aumentar a oferta e dinamizar a mobilidade urbana, criando condições para maior acessibilidade a serviços como saúde, educação, comércio e outros.

“Na nossa intervenção em Boane e Matola, numa cerimónia similar, anunciámos que do lote das 70 unidades adquiridas contemplamos as empresas municipais, por reconhecer o seu papel na cadeia do transporte público, sobretudo na provisão do serviço para utentes especiais como estudantes, idosos e deficientes”, disse.

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O dilema de saneamento do meio no bairro Chamanculo C, no distrito municipal Nhlamankulu, cidade de Maputo, tende a ser superado com a nova estratégia de construção de sanitários partilhados adoptada pelo município e parceiros. Leia mais

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PELO menos dois mil cães e gatos serão vacinados ao longo deste mês na cidade de Maputo, no âmbito de uma campanha de reforço da prevenção da raiva envolvendo o sector da agricultura e as clínicas veterinárias.

Ao todo, oito clínicas privadas e a Faculdade de Veterinária da Universidade Eduardo Mondlane (UEM) estão a receber doses de vacina para administrar gratuitamente aos animais. Algumas das clínicas envolvidas na campanha têm dado assistência nos bairros.

Trata-se de uma acção levada a cabo no mês de Setembro, no âmbito das celebrações do Dia Mundial da Luta contra a Raiva. No entanto, o aumento de casos de raiva humana, aliado à proliferação de cães sem dono, acelerou o arranque da vacinação de animais para Julho.

De Janeiro a Junho deste ano, 12 pessoas perderam a vida após serem atacadas por animais. As mortes resultam de 1689 casos de mordedura, na sua maioria por cães.

Para inverter o cenário, as autoridades veterinárias e de Saúde estão a escalar vários bairros de Maputo para vacinar animais, num processo em que se espera que sejam abrangidos mais de 13 mil até Dezembro.

Segundo Margarida Mussimbite, médica veterinária na direcção de Agricultura da cidade, brigadas móveis têm sido montadas nas sedes dos bairros ou locais com grandes aglomerados populacionais para permitir maior adesão ao processo.

“Nós disponibilizamos 500 doses de vacina para cada clínica veterinária com a qual trabalhamos, para que elas possam administrar a vacina gratuitamente. Algumas das clínicas têm feito vacinação nos bairros, acompanhados de técnicos da nossa direcção”, explicou.

Além da vacina para animais, a cidade dispõe de 680 doses de vacina anti-rábica para responder aos casos de mordedura animal por um período de três meses.

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