Director: Lázaro Manhiça

A SASOL anunciou a renúncia da licença de pesquisa nos blocos 16/19 da costa de Moçambique, indica um comunicado da companhia a que o Notícias Online teve hoje acesso.

Segundo a fonte, a decisao surge depois duma avaliação do potencial de exploração e do relatório da fase de pré-viabilidade do Estudo de Impacto Ambiental (EIA).

A Sasol recebeu a licença sobre os blocos 16/19 em Junho de 2005. Desde então, realizou actividades de exploração em águas profundas, nas áreas abrangidas pela licença de “maneira segura e ambientalmente responsável”.

Com o abandono da parte das águas profundas da licença, em 1 de Julho de 2013, a área das águas rasas foi mantida, com o objectivo de definir um programa de trabalho futuro para avaliar o potencial de hidrocarboneto restante.

“Compreendendo e apreciando a sensibilidade ambiental da área, a Sasol realizou um estudo de pré-viabilidade, robusto e transparente, através da Golder & Associates, uma empresa independente e respeitável de consultoria especializada em meio ambiente. Este processo envolveu consultas com todas as partes interessadas relevantes, do Governo em todos os níveis, da indústria, como o turismo e pesca e da academia”, explica o comunicado.

Acrescenta que a Sasol devolverá o bloco 16/19, na sua totalidade, ao Governo de Moçambique, tendo, para o efeito, já enviado, às autoridades moçambicanas relevantes, uma notificação de retirada.

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