Director: Júlio Manjate

O Presidente dos Estados Unidos considerou este domingo (3) que uma vacina contra a Covid-19 estará disponível até final deste ano.
“Pensamos ter uma vacina até final deste ano", declarou Donald Trump, durante uma emissão especial do canal de televisão Fox News, emitida a partir do Lincoln Memorial, monumento em Washington em homenagem ao 16.º Presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln.
“Os médicos vão dizer que eu não devia dizer isto. Eu digo o que penso”, acrescentou.
“Estamos a pressionar (...) vários grupos [farmacêuticos] estão, penso, muito perto”, disse.
Questionado sobre como reagiria se outro país tivesse uma vacina antes dos Estados Unidos, Trump respondeu: "É indiferente. Apenas quero uma vacina que funcione".
Uma centena de projectos de vacina contra a Covid-19 está em curso em todo o mundo, incluindo uma dezena já em fase de ensaios clínicos, de acordo com dados divulgados pelo instituto de Londres de higiene e medicina tropical (London School of Hygiene & Tropical Medicine).
O Presidente norte-americano, que defendeu, uma vez mais, um regresso prudente, mas “tão rápido quanto possível” à actividade no país, mostrou-se optimista sobre as perspectivas económicas.
O ano de 2021 vai ser "incrível", afirmou Trump, que voltou a defender as decisões que tomou desde o início da epidemia no país.
"Penso que salvámos milhões de vidas", reiterou.
Os Estados Unidos são o país com mais mortos (67.674) e mais casos de infecção (mais de 1,15 milhões) no mundo.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia da Covid-19 já provocou mais de 246 mil mortos e infectou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.
Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando sectores inteiros da economia mundial.
Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas. (Notícias/RM/NMinuto)
Comments

MAIS de 57.000 pessoas precisam de ajuda alimentar de emergência devido ao desastre causado por chuvas fortes que caíram durante duas semanas na região de Uvira, no leste da República Democrática do Congo, indicou ontema ONU. Pelo menos 43 pessoas morreram e perto de 200 ficaram feridas, refere um comunicado do Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA) das Nações Unidas, adiantando que “mais de 12.500 pessoas agrupados em 29 locais (…) precisam de água potável, latrinas e chuveiros de emergência, iluminação, cobertores, alimentos e assistência médica”. Leia mais

Comments

O Primeiro-ministro português, António Costa, apresentou ontem, quinta-feira (30), o plano de medidas do desconfinamento aprovado pelo Governo, a vigorar em Portugal a partir de segunda-feira, dia 4 de Maio.

Com efeito, a partir de segunda-feira, o país irá abrir algumas portas, mas com cuidado, segundo António Costa.

Além do comércio local (com lojas com menos de 200 metros quadrados), o Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira um conjunto de medidas de reabertura da economia, mas também de cuidados redobrados.

Por exemplo, a utilização de transportes públicos não deve ultrapassar uma lotação de dois terços e estará agora sujeita ao uso obrigatório de máscara (até agora era apenas recomendado). Além disso, o teletrabalho continuará obrigatório até ao final de Maio e só em Junho haverá luz verde para estudar um regresso aos locais de trabalho daqueles que podem desempenhar as suas funções à distância. Na lista de proibições estão também os ajuntamentos de mais de dez pessoas.

No domingo, o país entrará numa nova fase de resposta à pandemia da Covid-19, com aquela que será a primeira de três fases de reabertura gradual da economia. Mas se o caminho se quer para a frente, António Costa deixou claro que não hesitará em dar passos atrás, escreve o diário "Público".

O Primeiro-ministro vincou que baixar agora a guarda poderá significar perder todos os esforços feitos durante os últimos dois meses.

António Costa reconheceu a rigidez das restrições aos funerais, que deverão ser aliviadas (mas as celebrações apenas serão abertas a familiares). Neste sentido, e já a partir de segunda-feira, haverá ainda o levantamento das restrições em vigor em relação às celebrações religiosas.

Mas para que possam abrir portas, os locais de culto como as igrejas e mesquitas devem garantir o cumprimento de todas as normas de segurança.

(Domingos Mossela, da AIM, em Lisboa)

Comments

OS parques e museus de Pequim, incluindo a antiga Cidade Proibida, reabriram ao público hoje, depois de ficarem fechados durante meses devido à pandemia da Covid-19.

A Cidade Proibida, que abriga os imperadores da China, que antes do surto permitia 80.000 visitantes por dia, permite apenas 5000 visitantes por dia e os parques apenas podem ser visitados a 30 por cento da capacidade normal. Os turistas devem reservar os ingressos com antecedência on-line, de acordo com Gao Dawei, vice-director do Beijing Gardening and Greening Bureau.

Na quinta-feira, Pequim baixou o nível de resposta de emergência, mas as verificações de temperatura e o distanciamento social continuam em vigor.

A China registou 12 casos de infecção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, metade oriundos do exterior, informou hoje a Comissão de Saúde do país.

Dos seis novos casos importados que foram diagnosticados, cinco foram detectados na cidade oriental de Xangai e um na província de Fujian, no sul, segundo as autoridades chinesas.

Entre as seis novas infecções locais, cinco foram registadas na província de Heilongjiang, no norte, na fronteira com a Rússia.

Não há registo de mais vítimas mortais até às 23:59 de quinta-feira na China, segundo as autoridades chinesas.

O número de infectados activos no país fixou-se em 599.

Desde o início da doença, a China registou, no total, 82.874 infectados e 4633 mortos devido à Covid-19. Até ao momento, 77.642 pessoas tiveram alta.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia da Covid-19 já provocou mais de 230 mil mortos e infectou mais de 3,2 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

Comments

O uso de máscara passa hoje a ser obrigatório na África do Sul, num dia em que o Governo inicia um levantamento gradual das medidas de confinamento contra a pandemia provocada pelo novo coronavírus.

O anúncio foi feito pela ministra dos Assuntos Tradicionais da África do Sul, Nkosazana Dlamini-Zuma, numa conferência de imprensa, referindo que a utilização de máscara será obrigatória sempre que a pessoa pretender sair de casa.

De acordo com o ministro do Comércio e da Indústria, Ebrahim Patel, o sector agrícola poderá retomar a sua actividade de forma total, enquanto restaurantes poderão estar abertos para entregas ao domicílio e as minas têm a possibilidade de retomar parcialmente a sua actividade.

Apesar do alívio das restrições, a ministra Dlamini-Zuma apelou para que a população continue a ficar em casa.

“Caso não seja um trabalhador essencial ou não trabalhe num sector prioritário, continue a ficar em casa, excepto para adquirir bens essenciais ou serviços médicos”, vincou a ministra, que pediu para, sempre que possível, se recorrer ao trabalho remoto.

O Presidente sul-africano, Cyril Ramaphosa, anunciou uma “flexibilização” gradual das normas de confinamento, que vigoram desde 27 de Março com o objectivo de conter a propagação do novo coronavírus.

“Embora o confinamento nacional seja, provavelmente, o método mais eficaz para conter a propagação do vírus, não poderá continuar a ser sustentado por tempo indeterminado. O nosso povo precisa de se alimentar, de ganhar a vida, as empresas têm de produzir, comercializar, gerar receita e de manter os seus funcionários”, disse Ramaphosa em 22 de Abril.

Na ocasião, Cyril Ramaphosa afirmou também que a concentração pública de pessoas continuará a ser proibida, à excepção de funerais, mas que o exercício físico vai passar a ser permitido “segundo regras de saúde pública restritas a anunciar”.

Actualmente no valor mais elevado, o nível de alerta sanitário será reduzido com o objectivo de se retomarem certas actividades.

A partir de hoje volta também a ser permitida a venda de tabaco, embora o comércio de álcool continue limitado.

Em vigor entra também um toque de recolher obrigatório entre as 20:00 e as 05:00, sendo que os trabalhadores considerados essenciais não serão afectados por esta medida.

De acordo com dados do Centro de Controlo e Prevenção de Doenças da União Africana, o número de mortes provocadas pela Covid-19 em África é superior a 1600, com mais de 37 mil casos da doença registados no continente.

Com 5350 casos, a África do Sul é o país com mais infecções registadas no continente, número que inclui 103 mortes e 2073 recuperações.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia da Covid-19 já provocou mais de 230 mil mortos e infectou mais de 3,2 milhões de pessoas em 195 países e territórios. Cerca de 908 mil doentes foram considerados curados.

Comments

CONVERSAS AOS SÁBADOS

CONSELHO DE ADMINISTRAÇÃO

Administrator: Rogério Sitóe

Administrator: Cezerilo Matuce

JORNAL DIGITAL


Template Settings

Color

For each color, the params below will give default values
Tomato Green Blue Cyan Dark_Red Dark_Blue

Body

Background Color
Text Color

Header

Background Color

Footer

Select menu
Google Font
Body Font-size
Body Font-family
Direction