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Director: Júlio Manjate

A Organização Mundial da Saúde (OMS) pediu ontem um aplauso mundial hoje, terça-feira, para todas as parteiras e pessoal de enfermagem, para lhes agradecer pelos seus cuidados.

“Estamos a apelar a todas as pessoas para pararem o que estão a fazer ao meio-dia e aplaudirem o pessoal de enfermagem e parteiras, para lhes agradecer pelo seu papel na prestação de cuidados seguros e eficazes”, afirmou ontem o director-geral da OMS, Tedros Ghebreyesus, na conferência de imprensa diária de acompanhamento da pandemia da Covid-19.

O responsável indicou que esta terça-feira se assinala o Dia Internacional da Parteira e o Dia Internacional da Higiene das Mãos, um gesto tornado essencial para evitar a transmissão da Covid-19, mas quase metade das pessoas de todo o mundo não consegue aceder com facilidade, incluindo muitos dos profissionais de saúde que combatem a pandemia.

“Três mil milhões de pessoas não têm acesso à água e sabão em casa” e menos de “dois terços” dos equipamentos de saúde em todo mundo tem instalações para lavar as mãos, salientou, um “problema antigo” que precisa de “atenção renovada”.

“Se queremos parar a Covid-19 ou qualquer outra fonte de infecção e manter os profissionais de saúde seguros, temos de aumentar dramaticamente o investimento em sabão, acesso à água e gel de limpeza das mãos com álcool”, afirmou.

Tedros Ghebreyesus salientou que “o simples acto de limpar as mãos pode ser a diferença entre vida e a morte”.

Quanto às parteiras, defendeu que “são precisas mais em todo o mundo, sobretudo em países com poucos recursos”.

“A intervenção de parteiras pode evitar 80 por cento das mortes no parto e doenças neo-natais”, afirmou, acrescentando que o seu papel é ser “uma linha de vida” para crianças e mulheres “no que é um dos momentos mais preciosos, mas também perigosos” da vida.

As parteiras são também “essenciais para guiar e cuidar das mulheres durante toda a gravidez”, afirmou.

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O Presidente dos Estados Unidos considerou este domingo (3) que uma vacina contra a Covid-19 estará disponível até final deste ano.
“Pensamos ter uma vacina até final deste ano", declarou Donald Trump, durante uma emissão especial do canal de televisão Fox News, emitida a partir do Lincoln Memorial, monumento em Washington em homenagem ao 16.º Presidente dos Estados Unidos, Abraham Lincoln.
“Os médicos vão dizer que eu não devia dizer isto. Eu digo o que penso”, acrescentou.
“Estamos a pressionar (...) vários grupos [farmacêuticos] estão, penso, muito perto”, disse.
Questionado sobre como reagiria se outro país tivesse uma vacina antes dos Estados Unidos, Trump respondeu: "É indiferente. Apenas quero uma vacina que funcione".
Uma centena de projectos de vacina contra a Covid-19 está em curso em todo o mundo, incluindo uma dezena já em fase de ensaios clínicos, de acordo com dados divulgados pelo instituto de Londres de higiene e medicina tropical (London School of Hygiene & Tropical Medicine).
O Presidente norte-americano, que defendeu, uma vez mais, um regresso prudente, mas “tão rápido quanto possível” à actividade no país, mostrou-se optimista sobre as perspectivas económicas.
O ano de 2021 vai ser "incrível", afirmou Trump, que voltou a defender as decisões que tomou desde o início da epidemia no país.
"Penso que salvámos milhões de vidas", reiterou.
Os Estados Unidos são o país com mais mortos (67.674) e mais casos de infecção (mais de 1,15 milhões) no mundo.
A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia da Covid-19 já provocou mais de 246 mil mortos e infectou mais de 3,5 milhões de pessoas em 195 países e territórios.
Mais de um milhão de doentes foram considerados curados.
A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.
Para combater a pandemia, os governos mandaram para casa 4,5 mil milhões de pessoas (mais de metade da população do planeta), encerraram o comércio não essencial e reduziram drasticamente o tráfego aéreo, paralisando sectores inteiros da economia mundial.
Face a uma diminuição de novos doentes em cuidados intensivos e de contágios, alguns países começaram a desenvolver planos de redução do confinamento e em alguns casos a aliviar diversas medidas. (Notícias/RM/NMinuto)
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MAIS de 57.000 pessoas precisam de ajuda alimentar de emergência devido ao desastre causado por chuvas fortes que caíram durante duas semanas na região de Uvira, no leste da República Democrática do Congo, indicou ontema ONU. Pelo menos 43 pessoas morreram e perto de 200 ficaram feridas, refere um comunicado do Gabinete de Coordenação dos Assuntos Humanitários (OCHA) das Nações Unidas, adiantando que “mais de 12.500 pessoas agrupados em 29 locais (…) precisam de água potável, latrinas e chuveiros de emergência, iluminação, cobertores, alimentos e assistência médica”. Leia mais

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O Primeiro-ministro português, António Costa, apresentou ontem, quinta-feira (30), o plano de medidas do desconfinamento aprovado pelo Governo, a vigorar em Portugal a partir de segunda-feira, dia 4 de Maio.

Com efeito, a partir de segunda-feira, o país irá abrir algumas portas, mas com cuidado, segundo António Costa.

Além do comércio local (com lojas com menos de 200 metros quadrados), o Conselho de Ministros aprovou esta quinta-feira um conjunto de medidas de reabertura da economia, mas também de cuidados redobrados.

Por exemplo, a utilização de transportes públicos não deve ultrapassar uma lotação de dois terços e estará agora sujeita ao uso obrigatório de máscara (até agora era apenas recomendado). Além disso, o teletrabalho continuará obrigatório até ao final de Maio e só em Junho haverá luz verde para estudar um regresso aos locais de trabalho daqueles que podem desempenhar as suas funções à distância. Na lista de proibições estão também os ajuntamentos de mais de dez pessoas.

No domingo, o país entrará numa nova fase de resposta à pandemia da Covid-19, com aquela que será a primeira de três fases de reabertura gradual da economia. Mas se o caminho se quer para a frente, António Costa deixou claro que não hesitará em dar passos atrás, escreve o diário "Público".

O Primeiro-ministro vincou que baixar agora a guarda poderá significar perder todos os esforços feitos durante os últimos dois meses.

António Costa reconheceu a rigidez das restrições aos funerais, que deverão ser aliviadas (mas as celebrações apenas serão abertas a familiares). Neste sentido, e já a partir de segunda-feira, haverá ainda o levantamento das restrições em vigor em relação às celebrações religiosas.

Mas para que possam abrir portas, os locais de culto como as igrejas e mesquitas devem garantir o cumprimento de todas as normas de segurança.

(Domingos Mossela, da AIM, em Lisboa)

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OS parques e museus de Pequim, incluindo a antiga Cidade Proibida, reabriram ao público hoje, depois de ficarem fechados durante meses devido à pandemia da Covid-19.

A Cidade Proibida, que abriga os imperadores da China, que antes do surto permitia 80.000 visitantes por dia, permite apenas 5000 visitantes por dia e os parques apenas podem ser visitados a 30 por cento da capacidade normal. Os turistas devem reservar os ingressos com antecedência on-line, de acordo com Gao Dawei, vice-director do Beijing Gardening and Greening Bureau.

Na quinta-feira, Pequim baixou o nível de resposta de emergência, mas as verificações de temperatura e o distanciamento social continuam em vigor.

A China registou 12 casos de infecção pelo novo coronavírus nas últimas 24 horas, metade oriundos do exterior, informou hoje a Comissão de Saúde do país.

Dos seis novos casos importados que foram diagnosticados, cinco foram detectados na cidade oriental de Xangai e um na província de Fujian, no sul, segundo as autoridades chinesas.

Entre as seis novas infecções locais, cinco foram registadas na província de Heilongjiang, no norte, na fronteira com a Rússia.

Não há registo de mais vítimas mortais até às 23:59 de quinta-feira na China, segundo as autoridades chinesas.

O número de infectados activos no país fixou-se em 599.

Desde o início da doença, a China registou, no total, 82.874 infectados e 4633 mortos devido à Covid-19. Até ao momento, 77.642 pessoas tiveram alta.

A nível global, segundo um balanço da agência de notícias AFP, a pandemia da Covid-19 já provocou mais de 230 mil mortos e infectou mais de 3,2 milhões de pessoas em 195 países e territórios.

A doença é transmitida por um novo coronavírus detectado no final de Dezembro, em Wuhan, uma cidade do centro da China.

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