Director: Júlio Manjate

O SECRETÁRIO-GERAL disse ao Conselho de Segurança (CS) das Nações Unidas que um forte envolvimento dos Estados-membros do órgão, seus parceiros e outras instituições em esforços para prevenir conflitos em África é “mais necessário do que nunca”. Leia mais

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O PRESIDENTE do Equador, Lenín Moreno, começou a governar o país a partir de Guayaquil depois de sair de Quito na segunda-feira, pressionado pelos protestos indígenas que ele vinculou a um plano apoiado pela Venezuela para tentar derrubá-lo. Diante da chegada à capital do país de milhares de indígenas que rejeitam o fim dos subsídios decretado pelo governo e a consequente alta do preço dos combustíveis, Moreno decidiu transferir a sede do governo, com base no estado de excepção decretado na semana passada para tentar sufocar a rebelião social. Leia mais

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O PARTIDO Socialista (PS) venceu sem maioria absoluta e terá de tentar a repetição de uma solução de governo à esquerda, numa eleição marcada pela derrota histórica da direita e pela entrada de três novos partidos no Parlamento, entre os quais o Chega, extrema-direita, todos com apenas um deputado. Leia mais

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ASforças dos Estados Unidos no norte da Síria iniciaram ontem asua retirada das zonas próximas da fronteira com a Turquia, o que abre caminho para uma ofensiva militar turca contra milícias curdas e aviva o temor sobre o retorno dos ‘jihadista’à região. As Forças Democráticas da Síria (SDF), uma aliança de combatentes curdos e árabes e um dos principais aliados dos EUAna luta contra o Estado Islâmico (EI), informaram num comunicado que "as forças norte-americanas estão a retirar-se das áreas de fronteira com a Turquia", informação confirmada peloObservatório Sírio para os Direitos Humanos (OSDH). Leia mais

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O Partido Socialista, PS, venceu as eleições legislativas de domingo, em Portugal, com 36,65% dos votos e 106 deputados eleitos, segundo os resultados finais provisórios.

De acordo com dados da Secretaria-Geral do Ministério de Administração Interna - Administração Eleitoral, o PSD foi o segundo partido mais votado, com 27,90% dos votos e 77 deputados.

Elegeram ainda deputados para a Assembleia da República BE (9,67% dos votos e 19 deputados); CDU (6,46% e 12 deputados); CDS-PP (4,25% e 5 deputados); PAN (3,28% e 4 deputados); Chega (1,30% e 1 deputado); Iniciativa Liberal (1,29% e 1 deputado) e Livre (1,09% e 1 deputado).

O PS venceu sem maioria absoluta, para a qual precisaria de pelo menos 116 deputados.

Estão ainda por apurar quatro deputados, dois pelo círculo eleitoral da Europa e dois pelo cículo fora da Europa.

Entretanto, o secretário-geral do PS admitiu ainda ontem governar com acordos pontuais, procurando a estabilidade "dia-a-dia", se não conseguir repetir um entendimento com os parceiros de esquerda, e frisou que nunca colocará em risco a credibilidade externa do país.

Este tipo de solução, semelhante àquela que foi posta em prática pelo Governo de António Guterres entre 1995 e 1999, com acordos pontuais do PS, tanto à direita como à sua esquerda, foi admitida por António Costa na conferência de imprensa sobre os resultados das eleições legislativas de domingo.

Questionado pela agência Lusa sobre em que medida está disponível para acordos pontuais com o PSD, designadamente, em matéria orçamental e num cenário de contenção orçamental, António Costa defendeu que "a direita foi derrotada" nestas eleições legislativas.

"Se interpreto bem os resultados, os portugueses desejam a continuidade da actual solução política. Se não houver vontade dos outros parceiros na continuidade dessa solução, terei de respeitar, naturalmente, essa vontade e teremos de prosseguir com um Governo do PS, que trabalhará dia-a-dia para manter essa estabilidade ao longo dos quatro anos", respondeu o secretário-geral do PS.

Neste ponto, António Costa disse mesmo ter "a certeza de que não há um único português que tenha votado pela instabilidade ou por um Governo com um prazo de dois anos".

"A vontade de todos é que o próximo Governo dure quatro anos e seja do PS. A experiência de 2105 revelou-se uma boa solução. Acho que aquilo que correu bem não deve ser alterado", defendeu.

António Costa afirmou respeitar a interpretação do PCP, de que os últimos quatro anos não correram como os portugueses queriam e que houve "uma luta da esquerda contra o PS".

Pelo contrário, segundo o secretário-geral do PS, "os portugueses não disseram, que esta era uma solução para não repetir".

"Um PS reforçado aumenta a estabilidade. Temos um programa com compromissos claros e com contas certas a sustentá-lo. Não estamos disponíveis para colocar em causa a credibilidade externa do país", advertiu o líder socialista.

 

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