Director: Júlio Manjate

A cobertura universal dos serviços de saúde continua a ser um dos maiores desafios para os países da região austral de África. Vários factores são apontados para este facto, dentre os quais as dificuldades de financiamento, a ausência de medicamentos para todos, falta de pessoal qualificado, bem como o desfasamento das políticas nacionais com a realidade das necessidades desses serviços. ALFREDO JÚNIOR (COLABORAÇÃO) EM SWAKOPOMUND. LEIA MAIS

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O Ministro da Defesa, Atanásio Mtumuke, disse ontem que as Forças de Defesa e Segurança de Moçambique estão empenhadas em garantir que as populações que se deslocaram devido aos ataques armados em Cabo Delgado voltem às suas aldeias.

“O esforço maior está sendo envidado pelas Forças de Defesa e Segurança, para que as pessoas possam retornar às suas antigas aldeias”, disse Atanásio Mtumuke, falando momentos antes de dirigir uma cerimónia de encerramento de um curso militar na capital.

Os ataques armados em Cabo Delgado já causaram pelo menos 300 vítimas mortais, segundo números oficiais e da população, e perto de 60.000 residentes foram afectados, muitos obrigados a deslocar-se para outros locais em busca de segurança, segundo dados das Nações Unidas.

Mtumuke frisou que as operações tem como principal objectivo é “garantir segurança das pessoas”, algumas das quais que foram obrigadas a abandonar as suas aldeias.

“O que está a acontecer neste momento é que algumas populações estão fora das suas aldeias, mas as actividades das Forças de Defesa e Segurança continuam no terreno a garantir a segurança das comunidades”, frisou o governante.

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A decisão sobre o pedido da Renamo de uma sessão urgente do parlamento para esclarecimentos das dívidas e violência armada vai ser conhecida após a reunião da comissão permanente da Assembleia da República na próxima semana, disse fonte parlamentar.

“A resposta ao pedido da Renamo será conhecida depois da reunião da Comissão Permanente, no dia 20 de Novembro”, disse à Lusa Ivone Soares, chefe da bancada parlamentar da Renamo.

A Renamo pediu a convocação de uma sessão urgente do parlamento para o Governo prestar esclarecimentos sobre as dívidas ocultas e a violência no Norte do país.

“É urgente que o Governo vá à casa do povo explicar-se”, disse José Manteigas, porta-voz da Renamo, no fim do mês passado, em conferência de imprensa, na sede nacional do partido, em Maputo.

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O ministro da Defesa, Atanásio Mtumuke, acusou ontem a Renamo de violar o Acordo de Paz e Reconciliação Nacional, assinado em Agosto, considerando que os elementos que estão a protagonizar ataques no centro país são do principal partido de oposição.

“A Renamo não está a honrar com os acordos assinados porque os elementos que estão a protagonizar os ataques praticamente são desta formação política”, disse Atanásio Mtumuke, falando momentos antes de dirigir uma cerimónia de encerramento de um curso militar em Maputo.

Em causa estão os ataques que têm sido registados nas províncias de Manica e Sofala, nos dois dos principais corredores rodoviários do país, a EN1, que liga o Norte ao Sul do país, e a EN6, que liga o porto da cidade da Beira ao Zimbabwe e restantes países do interior da África Austral.

As incursões, que já causaram pelo menos 11 mortos desde Agosto deste ano, acontecem num reduto da Renamo, onde os guerrilheiros se confrontaram com as Forças de Defesa e Segurança e atingiram alvos civis até ao cessar-fogo de Dezembro de 2016.

Contactado pela Lusa, o porta-voz da Renamo, José Manteigas, voltou a rejeitar a autoria dos ataques, considerando que o partido está a cumprir com o desarmamento que constam do acordo de paz de 06 de Agosto deste ano.

"A Frelimo é que andou a criar espaço para que estes ataques surgissem e agora, porque não consegue responder e resolver o problema, está a acusar a Renamo. Nós não temos nada com estes ataques", frisou José Manteigas.

Apesar de rejeitar qualquer ligação, um grupo dissidente (considerado "desertor" pela Renamo) liderado por Mariano Nhongo permanece entrincheirado na região, reivindicando melhores condições de desmobilização e exigindo a renúncia do actual presidente do partido, Ossufo Momade.

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, recebeu uma mensagem de felicitação do seu homólogo da Zâmbia, Edgar Lungu, pela sua reeleição ao cargo presidencial, nas eleições gerais e das Assembleias Provinciais de 15 de Outubro.

Na mensagem que o Notícias Online teve acesso, Lungu refere que em seu nome, do governo e do povo zambiano transmite calorosas felicitações ao Chefe do Estado moçambicano pela reeleição para a mais Alta Magistratura da Nação.

“A reeleição constitui a reafirmação da confiança que o povo moçambicano deposita nas suas qualidades de liderança para guiar o país pelos caminhos da paz duradoura, unidade e prosperidade”, lê-se no documento. 

 

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