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Categoria: Política
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O Ministério dos Combatentes realiza, de hoje até sexta-feira, o seu décimo Conselho Coordenador,sob o lema “MICO, pela Promoção dos Direitos do Combatente Inspirado nos Ideais de Eduardo Mondlane", um evento que se vai dedicar ao balanço do quinquénio  2015-2019.

No encontro será apresentado e debatido o relatório das actividades desenvolvidas pelo sector, bem como relatórios das instituições subordinadas e tuteladas, segundo noticiou a Rádio Moçambique.

Os participantes ao encontro vão debater também a proposta do Plano Económico e Social e Orçamento para 2020, um documento que, de entre vários aspectos, prioriza a consolidação da unidade nacional, através da assistência, inserção social dos combatentes, pesquisa e valorização do património histórico e desenvolvimento do capital humano e social, que se centra na atribuição de bolsas de estudo aos combatentes e seus dependentes e construção de casas melhoradas.

Ministério dos Transportes e Comunicações reunido em Conselho Coordenador na Beira

O Ministério dos Transportes e Comunicações reúne-se a partir de hoje, até sexta-feira, na cidade da Beira, no seu último Conselho Coordenador do presente quinquénio, sob o lema “Transportes, Comunicações e Meteorologia Dinamizando o Desenvolvimento Económico e Social do País”.

Durante três dias será feita uma radiografia sobre o trabalho realizado em todos os ramos de actividade do sector, nomeadamente: Transporte Marítimo e Serviços Ferro-portuários; Transporte Aéreo e Gestão de Infra-estruturas Aéreas; Transportes Terrestres-público de Passageiros e Carga, Segurança e Intermodalidade; Telecomunicações, Serviços Postais e Meteorologia. 

Serviço Nacional Penitenciário reúne-se em Conselho Coordenador

O Serviço Nacional Penitenciário promove, esta semana, em Maputo, a reunião das actividades económicas e o Conselho Coordenador da instituição.

A porta-voz do Serviço Nacional Penitenciário, Clemente Intsamuele, disse ontem, no “Café da Manhã” da Rádio Moçambique, que nos encontros estarão em debate os desafios e avanços do sector penitenciário em Moçambique, na componente da sua transformação em centros de produção.

“Não basta apenas privar o indivíduo da liberdade, é preciso restaurar. Estamos no âmbito da justiça restaurativa. É preciso também reduzir as despesas do Orçamento do Estado. É preciso que as pessoas que estão nos estabelecimentos penitenciários, em privação de liberdade, produzam para a melhoria da sua dieta alimentar, para a comercialização e outras condições de reclusão”, referiu.