Director: Júlio Manjate

A polícia deteve nove membros da Renamo suspeitos de falsificar certificados de habilitações literárias para se candidatarem a membros das mesas de voto em Inhambane, disse ontem à Lusa fonte da corporação.

O grupo do principal partido da oposição foi detido na sexta-feira, após suspeita e posterior denúncia do Secretariado Técnico de Administração Eleitoral do distrito de Panda, disse o porta-voz da Polícia da República de Moçambique em Inhambane, Juma Aly.

Segundo a polícia, o grupo terá falsificado sete certificados da 7.ª classe, com conivência do delegado distrital e do chefe do Gabinete de Campanha da Renamo local, que também estão detidos.

"Eles [delegado distrital e o chefe do Gabinete de Campanha] contribuíram na falsificação. Eles é que estavam a formular o processo para que os sete jovens fossem integrados como membros das assembleias de voto", disse Juma Aly.

Os sete certificados apresentavam a mesma data de emissão e as mesmas notas, tendo sido substituídos apenas os nomes, o que terá, segundo a polícia, levado às suspeitas dos órgãos eleitorais.

O certificado de habilitação literária, no mínimo da 7.ª classe, é um dos requisitos para ser membro das assembleias de voto.

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A Rússia congratulou-se ontem com a “convincente” vitória de Filipe Nyusi e da Frelimo nas eleições de terça-feira, referindo que não houve sérias violações detectadas, ao contrário do que dizem a oposição e vários observadores.

Num comunicado publicado no seu portal na Internet, o Ministério dos Negócios Estrangeiros russo faz referência aos dados preliminares da Comissão Nacional de Eleições (CNE) para referir que “o Chefe de Estado em exercício e candidato do partido Frelimo, Filipe Nyusi, conquistou uma vitória convincente com mais de 70% dos votos”.

“Os candidatos do partido no poder também ganharam com maioria” nas eleições parlamentares e provinciais, acrescenta.

A Rússia refere que a votação foi monitorizada por observadores moçambicanos e estrangeiros e que “nenhuma violação grave foi detectada”.

“Moscovo congratula-se com o sucesso de um evento tão importante na vida política doméstica de Moçambique”, acrescenta o comunicado, descrevendo-o como um “passo significativo no avanço da sociedade moçambicana no caminho da estabilidade política e do desenvolvimento socioeconómico”.

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O Presidente Filipe Nyusi chegou, esta manhã (22), à cidade russa Sochi onde amanhã, quarta-feira, participa na Cimeira Rússia-África, que juntará o chefe de Estado russo Vladimir Putin e diversos líderes africanos.

Entretanto, ainda hoje o Chefe de Estado moçambicano terá vários encontros, que incluem uma audiência o director-geral da Rosoboronexport, Alexander A. Mikheev, o PCA da VTB, Andry Kostin, e ainda vai ter um almoço de trabalho com o PCA da Uralkali, Dimitry Mazepin.

A Rosoboronexport é uma empresa estatal russa de exportações e importações de produtos, tecnologias e serviços militares e defesa, o VTB é um dos principais bancos universais da Rússia e a Uralkali é um produtor e exportador russo de fertilizantes à base de potássio.

O Presidente Nyusi se faz acompanha nesta viagem a Sochi pelos ministros dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco; Transportes e Comunicações, Carlos Mesquita; Vice-Ministro dos Recursos Minerais e Energia, Augusto Fernando; Embaixador de Moçambique junto à Federação da Rússia, Mário Ngwenya, e quadros da Presidência e de outras instituições do Estrado.

Além da Cimeira, o chefe de Estado também tomará parte de um evento a decorrer em paralelo dias 23 e 24 paralelo, o Fórum Económico Rússia-África.

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O Presidente da República, Filipe Nyusi, confere posse hoje (21), no Gabinete da Presidência da República, a Manuel Pascoal Massuca, nomeado para o cargo de Juiz-Conselheiro do Tribunal Administrativo, indica um comunicado a que o Notícias Onlineteve acesso.

 

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A Frelimo considerou que a oposição é “livre de contestar” os resultados das eleições, de acordo com Esperança Bias, membro da Comissão Política do partido no poder em Moçambique, numa primeira reacção ao facto de a oposição afirmar que rejeita os resultados provisórios do sufrágio até aqui conhecidos, alegando fraude.

"Eles têm as suas razões para reclamar e são livres de o fazer", disse Esperança Bias, à margem de uma conferência de imprensa convocada pelas autoridades eleitorais para apresentar os resultados do apuramento na capital.

A apresentação pública está prevista na lei, mas os partidos Renamo e MDM) estiveram ausentes.

A Frelimo venceu na capital, tanto nas presidenciais, como nas legislativas.

Para Esperança Bias, a vitória da Frelimo resulta do “compromisso” que o partido tem com as suas promessas.

No sábado, a Renamo pediu a repetição das eleições gerais em Moçambique, considerando que “houve fraude”.

Na sexta-feira, também o MDM, terceiro partido parlamentar, anunciou que não aceitava os resultados das eleições gerais de terça-feira, considerando-as “fraudulentas” e as “mais violentas da história do país”.

A lei prevê que os trabalhos de centralização nacional e apuramento geral dos resultados tenham início na segunda-feira e incluam a apreciação de questões prévias e requalificação de votos.

Até dia 30, os resultados devem ser anunciados em cerimónia pública pelo presidente da Comissão Nacional de Eleições (CNE).

 

 

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