Director: Júlio Manjate

A empresa Cimentos de Moçambique, com sede na cidade da Matola, província de Maputo, celebra este sábado 95 anos da existência como firma, informou hoje à imprensa, o director geral do CM, Edney Vieira.

Na ocasião, o director geral disse que a celebração simboliza uma homenagem a todos os trabalhadores activos, reformados e todos aqueles que directa ou indirectamente contribuíram para que a CM seja o que é actualmente.

“A empresa virou referência no assunto de segurança no trabalho e é convidada em conferências internacionais para falar das estratégias usadas para que as operações tenham danos zero”, explicou a fonte.

Edney Vieira afirmou ainda que os 95 anos da empresa são o reflexo de todas as realizações nas áreas de infra-estruturas erguidas no país, visto que é a maior fornecedora de cimento de construção ao longo destes anos.

A fonte mencionou que a CM foi premiada como produto mais resistentes do continente africano, classificação que aconteceu no âmbito de avaliação da ponte Maputo-Katembe, em virtude da mesma ter sido construída pelo material da empresa.

Na mesma ocasião, Vieira informou que neste momento a companhia está a oferecer o produto no mercado, muito abaixo da sua capacidade de produção, devido a fraca demanda, ligada à crise que assola o país.

Referiu que outro problema que faz com que o preço seja alto, sobretudo nas regiões centro e norte do país, são os custos de transporte. Opinou que uma das soluções seria a exploração do transporte fluvial, através do canal de Moçambique, usando os portos de Beira e Nampula.

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O músico moçambicano, Mister Bow, conquistou o Prémio de Entretenimento Africano, Africa International Awards, AEA - USA, na categoria de melhor artista masculino dos países de língua portuguesa, segundo apurou o Notícias Online, na página do Whatsapp do artista.

Bawito como é tratado pelos seus fãs, escreveu que “agradeço vos pois vocês são mos culpados de tudo isto. Para Moçambique e todos os países que apoiarem me na conquista deste titulo, vai o meu muito obrigado”.

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O Reverendo Marcos Macamo, do Conselho Cristão de Moçambique, apela à unidade nacional e reconciliação de todos os moçambicanos, com vista a desenvolver o país.

O reverendo Marco Macamo falava em Maputo, sábado, no programa “Linha Directa” da Rádio Moçambique, que tinha como tema “Retrospectiva sobre os aspectos de ordem e segurança e tendência dos resultados provisórios de 15 de Outubro”.

 A fonte apelou ainda aos partidos políticos que perderam para aceitar os resultados com dignidade:

 ”Que não haja rancores, nem vinganças. É preciso perder com honra. Quem volta a insurgir-se desonra a si próprio. Quem ganhou, ganhou com humildade e tem que fazer as coisas e dirigir com humildade. A humildade é uma virtude suprema que torna as nossas coisas bem sucedidas e perpétuas. Agora, as virtudes carnais, o ódio e o rancor são finitas, terminam.”

 

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O Presidente da República de Cabo Verde, Jorge Carlos Fonseca, anunciou ontem, em São Vicente, que o país vai acolher, em Março próximo, o Encontro Internacional da Juventude Africana, para reflectir sobre os desafios dos jovens africanos.

O chefe de Estado cabo-verdiano fez o anúncio da realização do encontro durante o discurso de abertura do I Fórum Nacional da Juventude, que decorre até sábado na ilha de São Vicente, numa parceria do Governo com o Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD).

Segundo Jorge Carlos Fonseca, o Encontro Internacional da Juventude Africana será realizado com “o alto patrocínio do Presidente da República” na ilha do Sal, em Março de 2020, “abrangendo jovens cabo-verdianos residentes e da diáspora, assim como jovens provenientes de países da CEDEAO (Comunidade Económica dos Estados da África Ocidental), da CPLP (Comunidade dos Países de Língua Portuguesa) e de outros países parceiros de Cabo Verde e do continente (africano)”.

“Este encontro terá o propósito de estabelecer uma plataforma de diálogo e de reflexão sobre diversos temas relacionados com os desafios enfrentados pela juventude cabo-verdiana e do continente africano e permitirá aos jovens participantes estabelecerem um debate profícuo de ideias sobre temas da actualidade regional e global, auscultando, ao mesmo tempo, as propostas de soluções emanadas pelos próprios jovens, tendo em conta os vários problemas que os afligem”, apontou o Presidente da República.

Jorge Carlos Fonseca defendeu, na mesma intervenção, uma “forte aposta na promoção e no reforço da participação juvenil com vista ao seu comprometimento cívico nas várias esferas sociais”, vendo por isso o I Fórum Nacional da Juventude - que hoje arrancou em São Vicente sob o lema “Preparar os Jovens para o Mercado Global” -, como “um marco importante para que uma tal dimensão das políticas públicas destinadas aos jovens assuma preponderância e visibilidade maiores no contexto governativo”.

Apontando que Cabo Verde “está a crescer economicamente”, o que “renova as esperanças numa melhoria de condições de vida dos cidadãos”, recordou que no passado o crescimento da economia cabo-verdiana, de mais de 7% ao ano, entre 2004 e 2008, “não foi sustentável como muitos pensavam”.

“Por isso, encorajo e estimulo o Governo na sua tarefa de proceder a reformas políticas e económicas estruturais no sentido da redução significativa da nossa dependência externa e da promoção do fortalecimento do sector empresarial nacional. Sabemos que se não houver criação de riqueza da forma como todos ambicionamos não haverá oportunidades de empregos suficientes que atendam à demanda dos jovens”, defendeu Jorge Carlos Fonseca.

Na mesma intervenção, o Presidente da República reconheceu que a “juventude está sedenta de oportunidades” e “quer ver os seus problemas resolvidos a curto prazo”, pelo que “só compreenderá a lógica do crescimento do Produto Interno Bruto quando sentir que há correspondência directa com a melhoria das suas condições de vida e de realização pessoal”.

“Todavia, no que se refere à política do fomento do empreendedorismo nacional, importa reconhecer a dinâmica que o Governo tem imprimido a este sector, através, nomeadamente, da ‘Pro-Empresa’, com a concessão de avales junto à banca, integrada numa política de incubação e de suporte das ideias de negócios geradas por jovens potenciais empreendedores”, admitiu.

Sublinhou que a “promoção de uma cultura verdadeiramente empreendedora em Cabo Verde é interesse de todos” e que para tal os jovens devem ser preparados para se tornarem “inovadores, com incidência nos alicerces que sustentarão o chamado ecossistema”.

“É imperativo capacitar os jovens com o conhecimento e as habilidades necessárias para moldar o futuro desta nação. Essa visão também deve ter como alvo aqueles que mais precisam de apoio, isto é, aqueles que não estão no sistema educativo, nem no mercado de trabalho e, em especial, os jovens com deficiência”, disse Jorge Carlos Fonseca, exortando a necessidade de Cabo Verde melhorar “consideravelmente” o índice de competitividade no mercado global.

“Entendo que o papel do Estado, designadamente, num país como o nosso, é o de orientar, estimular, promover e facilitar a criação de um ambiente propiciador de um verdadeiro ecossistema de inovação, mas estou consciente de que, para além de uma visão estratégica, esta transformação exige recursos avultados e muita ambição e determinação”, defendeu.

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FOI, recentemente, lançada   a capulana denominada “ colecção +258”, na cidade de Maputo, com objectivo de mostrar, que o uso da capulana, tradicionalmente, moçambicano também combina com a modernidade.

O lançamento projecto capulana +258 é financiado pela Cerveja de Moçambique (CDM) em parceria com designers nacionais

Segundo Fabiana Pereira, directora do marketing de CDM, a iniciativa surge no âmbito de necessidade de reinterpretar um dos maiores símbolos nacionais, que é a capulana.

Para a concretização do projecto, Fabiana Pereira disse que a 2M desafiou seis designers moçambicanos a desenvolver diversas peças exclusivas com base na capulana, de modo a compor uma colecção única +258.

Explicou que as marcas Amorambique, CapúDdesigner, Chibaia, Nivaldo Thierry, Uzuri e Woogui trabalharam os seus produtos e deram corpo a bolsas, bonés, casacos, turbantes e muito mais. 

A capulana foi concebida pela Karigana Wa Karingana, uma marca de design e têxtil moçambicana baseada em Maputo, e foi produzida em Nampula, numa das fábricas de produção têxtil.

A fonte informou, que cada artista teve a oportunidade de apresentar uma linha diferente de acessórios modernos e elegantes unindo vários materiais, que são, habitualmente ,utilizados no design moçambicano.

O nome, +258, “constitui muito mais do que um simples código nacional, é uma forma de estar, é uma atitude. É a arte de combinar o tradicional com o actual”- disse.

 As peças encontram-se à venda numa loja no Museu Mafalala, localizado no bairro do mesmo nome, na capital do país.

 

 

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