Director: Lázaro Manhiça

CELEBRA-SE amanhã (19), o Dia Internacional do Artesão, efeméride instituída pela Organização das Nações Unidas.

A data serve para homenagear os profissionais que se dedicam com afinco e satisfação a arte de produzir peças de artesanato em cerâmica, cera, tecido, palha, madeira, entre outras.

De acordo com uma nota do Ministério da Cultura, as celebrações do dia Internacional do Artesão serão assinaladas em todo o país, através da realização de debates temáticos, visita aos ateliers e troca de experiências profissionais entre artesãos.

O documento aponta a capacitação profissional desta classe como factor-chave para o sucesso no mercado nacional como no internacional e para a dinamização do mercado turístico cultural na compra e venda de produtos culturais e criativos se afiguram como desafios primários da Política das Indústrias Culturais e Criativas do nosso País.

Em Moçambique, grande parte de artesãos desenvolvem suas actividades para fins comerciais, indica um comunicado emitido hoje pelo Ministério da Cultura.

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“COMPREENDENDO o Albinismo” é título do livro da autoria de Shirley Gunn e Paula Cardoso a ser lançado esta quinta-feira (18), na cidade de Maputo.

A obra aborda preconceitos sociais sobre o albinismo e suas consequências, Implicações na vida das pessoas que vivem nesta condição, conselhos para professores, estudantes e centros de prestação de serviços às pessoas com deficiência.

O lançamento do livro tem apoio da Sasol Global Foundation, em parceria com a The Human Rights Media Centre e a UNESCO.

(Notícias/RM)

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MARCELINO dos Santos usou as artes como um poderoso instrumento de resistência e repúdio à dominação colonial, considerou ontem, em Maputo, o Presidente da República, Filipe Nyusi. 

O Chefe do Estado recordou o poeta e veterano da luta de libertação nacional Marcelino dos Santos durante a cerimónia de lançamento dos livros “Canto do Amor Natural” e “Marcelino  dos  Santos: personalidade multifacetada e homem do povo”, chanceladas pela Associação dos Escritores Moçambicanos (AEMO) e pela Alcance Editores, respectivamente. As duas publicações celebram a vida e obra do homem de cultura que também era conhecido nestas lides por Kalungano e foram publicadas por ocasião da passagem do primeiro aniversário da sua morte, ocorrida a 11 de Fevereiro de 2020.

O lançamento de sexta-feira (12) juntou no Centro de Conferências da Tmcel, na capital do país, várias figuras dos meios cultural, político e académico.

O Presidente Nyusi, que assina o prefácio da obra, afirma que Marcelino dos Santos foi um incansável combatente da liberdade, sublinhando que não se pode falar inclusivamente da história do país e de alguns movimentos nacionalistas de África sem mencionar no seu nome.

“Ele denunciou as práticas desumanas do colonialismo, despertando o nacionalismo dos africanos que ansiavam pela liberdade e usou a literatura como um poderoso instrumento de resistência e repúdio à ocupação colonial”, disse o Chefe do Estado, destacando outros nomes importantes das letras como José Craveirinha, Noémia de Sousa, Rui Knofli, Rui Nogar ou Luís  Bernardo Honwana. “Foi um homem itinerante, que conviveu com os melhores revolucionários do seu tempo em várias cidades africanas”, continuou.

Neste sentido, o Presidente refere ainda que os textos de Marcelino dos Santos deram um grande contributo na consciencialização do mundo sobre a necessidade de emancipação dos povos oprimidos pelo colonialismo. Do mesmo modo, afirma que os seus poemas perpetuam a cultura moçambicana. Através da sua diplomacia, despertou o mundo para os malefícios do colonialismo.

Na ocasião, o secretário-geral da AEMO, Carlos Paradona, disse que a literatura de Kalungano espelha um homem com ideias enraizadas e maduras, de um homem que sempre defendeu “a liberdade de pensamento e de criação literária”. Avança que são estas qualidades que o tornaram membro-fundador da Associação dos Escritores e o primeiro integrante da Colecção Timbila.

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Bunny Wailer morreu ontem (03) aos 73 anos, num hospital da cidade de Kingston, na Jamaica.

O malogrado é um dos músicos mais importantes da história do reggae jamaicana, que actuou com as lendas Bob Marley e Peter Tosh.

Seu empresário, Maxine Stowe, confirmou a informação ao site da BBC, sem mencionar a causa, mas ele estava internado desde Julho de 2020, após sofrer um derrame cerebral.

Bunny Wailer era amigo de infância de Bob Marley e os dois fundaram o grupo The Wailers junto com Peter Tosh, em 1963, tendo ficado na banda até 1975.

Depois disso, Bunny Wailer começou sua carreira a solo e gravou vários álbuns importantes como “Blackheart man”, em 1976.

Wailer ganhou o Grammy de melhor álbum de reggae três vezes nos anos 90, com “Time Will Tell: A Tribute to Bob Marley” (1991), “Crucial! Roots Classics” (1995) e “Hall of Fame: A Tribute to Bob Marley's 50th Anniversary” (1997).

(G1)

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A Associação IVERCA está a desenvolver através da arte um projecto de consciencialização das comunidades sobre o impacto das mudanças climáticas e do meio ambiente no mundo.

Com enfoque nas áreas urbanas e periféricas, há algum tempo sujeitas à realidade trazida por este fenómeno, a iniciativa junta artistas e organizações comunitárias e é financiada pelo Alto Comissariado do Reino Unido em Maputo.

O seu conceito assenta na relação entre o património cultural do histórico bairro da Mafalala, o meio ambiente, os efeitos das mudanças climáticas e o uso da arte como uma ferramenta importante de transmissão de mensagens às comunidades.

A iniciativa tem o intuito de promover uma maior consciência ambiental, estimular o activismo comunitário e promover um maior conhecimento sobre as mudanças climáticas bem como o valor da arte como meio de construção de compromisso e consciência na juventude.

No mesmo contexto, o Museu Mafalala e o Alto Comissariado do Reino Unido estão a realizar uma residência artística intitulada “Together For Our Planet” (Juntos Pelo Nosso Planeta, traduzido do inglês), com o artista plástico e activista da cidade de Inhambane Chaná de Sá.

Durante trinta dias, Chaná orientará “workshops” sobre a reutilização de resíduos sólidos, com foco particular no plástico, o principal inimigo do ambiente.

Prevê-se ainda uma intervenção artística em espaço público, no bairro da Mafalala, com o objetivo de criar uma maior consciência sobre o plástico, a gestão de resíduos e o seu impacto ambiental.

O “Green Art Mafalala” faz parte das actividades de preparação que levarão à Cimeira Mundial das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP26), a ter lugar em Novembro em Glasgow, na Escócia.

O Museu Mafalala, no seu discurso curatorial, centra-se na cidade de Maputo e na sua periferia tendo o acesso à arte e à educação no contexto do património cultural e natural como um dos seus principais fundamentos.

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