Imprimir
Categoria: Recreio e Divulgação
Visualizações: 1010

A Companhia de Teatro M`beu apresenta, hoje, às 18:30, no Teatro Avenida, na cidade de Maputo, o monólogo “Refrescos e Galinhas”.

A peça, que terá em palco a actriz Isabel Jorge, faz um retrato do quotidiano da sociedade moçambicana face ao custo de vida e os dilemas da corrupção no país.

“Refrescos e Galinhas” mostra a forma como os moçambicanos procuram alternativas de sobrevivência, diante de adversidades associadas à incapacidade financeira, baseado na história da personagem Saquina, uma agente da polícia, que mergulhada nas dificuldades diárias acaba envolvida em esquemas de corrupção.

“Com esta peça, não queremos dizer que Saquina é inocente, antes pelo contrário, queremos mostrar, que o cidadão simples tem tantas necessidades, como o cidadão, financeiramente, estável”, diz a actriz Isabel Jorge, para quem a história é uma alegoria sobre o bem e o mal e sobre Deus e o diabo, que se implantam nas nossas mentes, devido a dificuldades causadas pela má distribuição dos recursos.

O texto e encenação é da responsabilidade de Evaristo Abreu, sendo Maria Clotilde Guirrugo e quem fez a produção foi Mbalango Mbalango, o director musical.“Refrescos & Galinhas”

do grupo de teatro M’beu

A Companhia de Teatro M`beu apresenta, hoje, às 18:30, no Teatro Avenida, na cidade de Maputo, o monólogo “Refrescos e Galinhas”.

A peça, que terá em palco a actriz Isabel Jorge, faz um retrato do quotidiano da sociedade moçambicana face ao custo de vida e os dilemas da corrupção no país.

“Refrescos e Galinhas” mostra a forma como os moçambicanos procuram alternativas de sobrevivência, diante de adversidades associadas à incapacidade financeira, baseado na história da personagem Saquina, uma agente da polícia, que mergulhada nas dificuldades diárias acaba envolvida em esquemas de corrupção.

“Com esta peça, não queremos dizer que Saquina é inocente, antes pelo contrário, queremos mostrar, que o cidadão simples tem tantas necessidades, como o cidadão, financeiramente, estável”, diz a actriz Isabel Jorge, para quem a história é uma alegoria sobre o bem e o mal e sobre Deus e o diabo, que se implantam nas nossas mentes, devido a dificuldades causadas pela má distribuição dos recursos.

O texto e encenação é da responsabilidade de Evaristo Abreu, sendo Maria Clotilde Guirrugo e quem fez a produção foi Mbalango Mbalango, o director musical.