Director: Júlio Manjate

O ícone da música moçambicana, Xidiminguana, está a registar melhorias do seu estado de saúde, mas continua internado no Hospital Central de Maputo (HCM). Em conversa com o “Notícias”, que o foi visitar no leito hospitalar, o artista disse que as dores amenizaram e, brincando, recorreu a uma metáfora em Xichangana, dizendo: “Se aparecer uma galinha a correr, posso perseguí-la”. É como quem diz que já está com energias suficientes para a vida normal. LEIA MAIS

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A CONCEITUADA banda moçambicana Alambique sobe esta noite (20:30 horas) ao palco do Centro Cultural Franco-Moçambicano, em Maputo, para um espectáculo agendado para a sala grande deste espaço.

Criada em 1984 por Hortêncio Langa e Arão Litsure, a banda integra actualmente os músicos Hortêncio Langa (voz e guitarra), Arão Litsure (voz, guitarra e saxofone), Adérito Gomate (teclados), Armindo Salato (voz e baixo), Almeida Ngoca (bateria), Alcídio Pires (percussão), Sarmento (sax/alto) e Arsénio Nhauando (trombone).

Hortêncio Langa e Arão Litsure faziam parte de um trio acústico com João Cabaço, tendo decidido criar o agrupamento com o intuito de explorar novos ritmos e sonoridades, recorrendo a novas abordagens, fundindo melodias tradicionais da canção popular moçambicana com harmonias do jazz e da bossa nova.

Alambique foi um dos protagonistas das sessões de jazz animadas por Ricardo Rangel, grande entusiasta do jazz, nas casas de pasto da capital, durante os anos 90 até à sua desintegração. Fizeram digressões pela Escandinávia, nomeadamente, Suécia, Noruega, Dinamarca (1987), Finlândia e também pelo Zimbabwe (1990).

Nos anos subsequentes o grupo se impôs na arena musical nacional como uma banda de jazz-fusion moçambicana, realizando experiências notáveis com a composição de temas próprios e a harmonização “jazzística” e interpretação de temas da canção tradicional e da música popular urbana, lê-se na nota de imprensa do “Franco-Moçambicano”.

 

 

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A empresa Cimentos de Moçambique, com sede na cidade da Matola, província de Maputo, celebra este sábado 95 anos da existência como firma, informou hoje à imprensa, o director geral do CM, Edney Vieira.

Na ocasião, o director geral disse que a celebração simboliza uma homenagem a todos os trabalhadores activos, reformados e todos aqueles que directa ou indirectamente contribuíram para que a CM seja o que é actualmente.

“A empresa virou referência no assunto de segurança no trabalho e é convidada em conferências internacionais para falar das estratégias usadas para que as operações tenham danos zero”, explicou a fonte.

Edney Vieira afirmou ainda que os 95 anos da empresa são o reflexo de todas as realizações nas áreas de infra-estruturas erguidas no país, visto que é a maior fornecedora de cimento de construção ao longo destes anos.

A fonte mencionou que a CM foi premiada como produto mais resistentes do continente africano, classificação que aconteceu no âmbito de avaliação da ponte Maputo-Katembe, em virtude da mesma ter sido construída pelo material da empresa.

Na mesma ocasião, Vieira informou que neste momento a companhia está a oferecer o produto no mercado, muito abaixo da sua capacidade de produção, devido a fraca demanda, ligada à crise que assola o país.

Referiu que outro problema que faz com que o preço seja alto, sobretudo nas regiões centro e norte do país, são os custos de transporte. Opinou que uma das soluções seria a exploração do transporte fluvial, através do canal de Moçambique, usando os portos de Beira e Nampula.

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O músico moçambicano, Mister Bow, conquistou o Prémio de Entretenimento Africano, Africa International Awards, AEA - USA, na categoria de melhor artista masculino dos países de língua portuguesa, segundo apurou o Notícias Online, na página do Whatsapp do artista.

Bawito como é tratado pelos seus fãs, escreveu que “agradeço vos pois vocês são mos culpados de tudo isto. Para Moçambique e todos os países que apoiarem me na conquista deste titulo, vai o meu muito obrigado”.

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O Reverendo Marcos Macamo, do Conselho Cristão de Moçambique, apela à unidade nacional e reconciliação de todos os moçambicanos, com vista a desenvolver o país.

O reverendo Marco Macamo falava em Maputo, sábado, no programa “Linha Directa” da Rádio Moçambique, que tinha como tema “Retrospectiva sobre os aspectos de ordem e segurança e tendência dos resultados provisórios de 15 de Outubro”.

 A fonte apelou ainda aos partidos políticos que perderam para aceitar os resultados com dignidade:

 ”Que não haja rancores, nem vinganças. É preciso perder com honra. Quem volta a insurgir-se desonra a si próprio. Quem ganhou, ganhou com humildade e tem que fazer as coisas e dirigir com humildade. A humildade é uma virtude suprema que torna as nossas coisas bem sucedidas e perpétuas. Agora, as virtudes carnais, o ódio e o rancor são finitas, terminam.”

 

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