Amá gestão do lixo é um problema que atenta a saúde pública. Há vários vírus que proliferam para distribuir doenças, afectando gente higiénica que cuida bem do que já não usa. Outrossim é que os ambientalistas chamam atenção ao facto de determinados materiais, como plásticos, demorarem a deteriorar-se. O lixo é um problema ambiental sério. E a culpa, como sempre, vai à baila, sozinha.

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A media, no geral, é uma espécie de escola da sociedade, pois, é a partir dela que a maioria das pessoas tem acesso a informações, que de outra forma, em muitos casos, não teriam acesso.

Uma pergunta nos toma: o que é o conhecimento senão informação sistematizada de forma coerente?

Entramos nesta reflexão sobre um dos papéis da media e a sua pertinência na construção de saberes e transmissão de valores, por termos ficado com a impressão de que alguns dos intervenientes no sector são ignorantes em relação a esta questão, ou então pousam de surdos em concerto. 

Quem acompanha, ainda que, minimamente, as estações audiovisuais no espaço publicitário vai notar que alguns conteúdos parecem ter a intenção de imbecilizar a sociedade e perpetuar valores retrógrados.

A sociedade, que estamos a construir, preza pela igualdade de género e pauta, naturalmente, por uma educação social, na qual, em situações de convívio como estes, os membros da família estejam juntos. É um protótipo que começa em casa, que é a base para que, a nível macro, não tenhamos situações de segregação, entre outros vícios.

Não obstante tratar-se de um conteúdo, cuja finalidade é comercial, não pode, em circunstância alguma, prescindir do seu papel social. Karl Marx e outros há muito que apelam para que não governemos o mundo apenas com os olhos no lucro.

Ao segmento publicitário na media audiovisual, no que diz respeito a valores, podem acrescentar-se as telenovelas que as estações transmitem nas quais, em alguns casos, igualmente, vão na contramão do que contribuiria para uma sociedade melhor.

É leviano pensar que o tipo de conteúdos que se transmite não participa na edificação do mapa cognitivo das pessoas. Exemplos há tantos de expressões que, vindas de publicidades ou de telenovelas, inundaram conversas corriqueiras. Mas esta é uma referência mensurável. Indo mais a fundo, com perspicácia, podemos perceber que, evidentemente, há aspectos comportamentais a serem definidos por essa exposição.

Há tempos, no Reino Unido, um dos episódios da célebre animação Tom & Jerry foi interdita por ter uma passagem em que o gato aparece numa limusina a fumar um charuto. Esta decisão resulta da consciência em relação à sociedade que os britânicos estão a construir.

Os nossos filhos, assumamos, num mundo cada vez mais dinâmico, em que o tempo vai se tornando escasso, sobretudo nos centros urbanos, são educados pela media e se não nos preocuparmos com o que ali passa, estamos a ignorar a sua construção. E isto inclui, inclusive, os filhos de quem produz este tipo de conteúdos.

Mais ainda é importante compreender que tanto os produtores destes spots publicitários assim como as empresas de media que os encomendam, pagam e que os veiculam devem habituar-se a apostar em profissionais que acrescentam valor ao seu trabalho.

Recorrer a pessoas que ajudarão na produção de conteúdos com linguagem cativante e respeitosa só acrescenta valor a todo o segmento que vai da empresa que o encomenda àquela que a produz, passando pelas estações de rádio e televisão que os exibem.

Insistir na exibição do despreparo é gozar com a inteligência nacional e somente reproduz a ideia de um país que não se dá valor no que faz. E isso não é verdade. Até porque Moçambique já deu mostras de ser detentor de profissionais talentosos, sobretudo no campo do teatro, que fazem maravilhas e comunicam de forma excelente com o seu público. Por que não apostar neles para esses trabalhos?

A tomada de decisão hoje resulta da experiência, informação tida ontem. Daí a pertinência de recuperar esta pergunta: o que é o conhecimento senão informação sistematizada de forma coerente?

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A vida é partilha! Estará disso ciente qualquer ser humano consciente de que esta passagem só vale a pena quando dividida com os semelhantes. O diálogo há-de ser então uma porta para o encontro e reencontro com o outro. É no seu jardim que desfilam novas ideias, opiniões e conhecimentos. É, sobretudo, o diálogo a casa dos consensos. Mas deixando a filosofia de lado, alguns diálogos são curiosos, assumamos, caro leitor. Como esta em que todos nos perguntamos a que tamanho se refere o Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário, no diálogo com a Procuradora-Geral da República, Beatriz Buchili. Mas, ao que parece, Conceita Sortane, Ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, já está por dentro e quer colocar Tomaz Salomão, antigo Ministro dos Transportes e Comunicações e antigo Secretário Executivo da SADC. E o assunto vai de vento em popa entre a Alta Representante da União Europeia para Assuntos Exteriores e Política de Segurança, Federica Mogherini, e o Presidente da Comissão da União Africana, Moussa Faki Mahamat. O diálogo também não tem como escapar a Hage Geingob,Presidente da Namíbia e Presidente em Exercício da SADC, e Paul Kagame, Presidente do Ruanda. Mas é conversa que não acaba mais, talvez Isaías Sitoe, nosso colega, que fez estes registos de imagem, esteja em condições de nos contar sobre do que tanto se fala. E aqui está Raimundo Diomba, Governador da Província de Maputo, ladeado por Nyeleti Mondlane (Ministra da Juventude e Desportos) e Eduardo Mondlane Jr., filhos de Eduardo Mondlane, o arquitecto da unidade nacional, num diálogo fraterno. E assim a vida vai decorrendo na fraternidade do diálogo. Rumo à paz, à harmonia e à felicidade colectiva.

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