Director: Lázaro Manhiça

A RETOMA de cultos nas igrejas, mesquitas e outros locais, requerida pelos religiosos, é condicionada à criação de condições que garantam a protecção dos fiéis, segundo reiterou ontem a Ministra da Justiça, Assuntos Constitucionais e Religiosos, Helena Kida. A governante clarificou que a reabertura dos locais de cultos colectivos não tem prazos, dependendo apenas da organização de cada instituição religiosa. Leia mais

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A Federação Moçambicana das Associações dos Transportadores Rodoviários (FEMATRO) desaconselha o aumento da lotação por parte de alguns operadores de transporte semicolectivo de passageiros no espaço inter urbano, na sequência do termo do estado de emergência que, durante quatro meses, vigorou em todo o território nacional.

Após a eclosão no país da pandemia do novo coronavírus, o Governo emitiu diversas normas restritivas de carácter vinculativo que incluíam a redução dos níveis de lotação nas “mini-buses” usadas para o transporte inter-urbano e não quatro ocupantes por cadeira.

A medida não agradou os operadores do transporte semicolectivo que, várias vezes, evocaram a soma de enormes prejuízos na sequência da redução da lotação, tendo em determinadas rotas os transportadores optado por paralisar a actividade, por uma alegada falta de lucrose os prejuízos avultados.
Aliás, desde que expirou o estado de emergência, no fim de Julho, até os autocarros aumentaram a lotação, como se a doença que inquieta a humanidade inteira tivesse passado. Nas viagens feitas nas horas de ponta, é possível avistar autocarros com o número de passageiros acima do prescrito, situação que abre espaço para uma rápida disseminação da pandemia.
No entanto, contactado telefonicamente pela AIM, o presidente da FEMATRO, Castigo Nhamane, disse ontem não haver ainda situações que permitam regressar aos níveis anteriores de lotação dos carros.

“Estamos a ter focos de indisciplina por parte de alguns transportadores, que unilateralmente decidiram aumentar a lotação colocando em risco a vida dos seus passageiros”, disse Nhamane, anotando que não houve nenhuma orientação por parte da presidência da federação para que os transportadores aumentassem o número de passageiros.

Nhamane apela às centenas de operadores no sentido de continuarem a respeitar os limites da lotação, até porque a doença responsável pelas medidas tomadas ainda está muito longe de ser vencida, por isso é que devem, todos eles, continuar a mostrar uma atitude de cidadania na luta que o país trava contra a Covid-19.

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O chefe do comando norte-americano de Operações Especiais em África disse,ontem,que os ataques no norte de Moçambique têm a "impressão digital” do Estado Islâmico, manifestando preocupação com o acelerar da ameaça terrorista na região.

"Estamos preocupados. Acreditamos que há um problema local que está a ser aproveitado pelo Estado Islâmico. Nos últimos 12 a 18 meses desenvolveram as suas capacidades, tornaram-se mais agressivos e usaram técnicas e procedimentos comuns em outras partes, nomeadamente no Médio Oriente, associados ao Estado Islâmico", disse o major-general Dagvin Anderson.

O comandante do Comando de Operações Especiais dos Estados Unidos em África, com sede em Kelley Barracks, em Estugarda, na Alemanha, falava ontem durante uma conferência de imprensa para abordar os esforços dos Estados Unidos no combate ao terrorismo em África durante a pandemia de Covid-19.

Dagvin Anderson apontou o facto de o próprio Estado Islâmico ter reivindicado essa ligação, mas considerou, sobretudo, determinantes os sinais da organização terrorista nas comunicações."Vimos publicações e comunicações nos média muito bem feitas e que têm a impressão digital e todas as marcas do Estado Islâmico", disse.

"Por isso, acreditamos que há uma ligação mais profunda, que o Estado Islâmico está envolvido com a facção no norte de Moçambique e que tem influência", acrescentou.

O responsável admitiu, no entanto, que a extensão dessa influência não é ainda totalmente conhecida.

"Estamos a trabalhar com a nossa embaixada e com o Governo de Moçambique para ter uma ideia melhor, perceber como essa ameaça se está a desenvolver e o que é que isso significa para a região", afirmou.

Para o major-general Dagvin Anderson,não há dúvidas de que "há actores externos que estão a influenciar o conflito e a torná-lo mais virulento e perigoso".

Cabo Delgado é desde Outubro de 2017 palco de acções de grupos armados que, de acordo com as Nações Unidas, forçaram a fuga de 250 mil pessoas de distritos afectados pela violência, mais a norte da província.

A capital provincial, Pemba, tem sido o principal refúgio para as pessoas que procuram abrigo e segurança em Cabo Delgado, mas há quem prefira fugir para outros lugares, incluindo Niassa e Nampula, províncias vizinhas.

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ASobras de construção dos centros distribuidores de água de Mathlemele e Guava, na província de Maputo, estão a cerca de 70 por cento de execução, quando se aproxima o prazo para a conclusão das mesmas. A construção das duas infra-estruturas arrancou em Dezembro de 2018 e estava inicialmente prevista para ser concluída em Maio último. Entretanto, “vários motivos,próprios de execução de obras desta dimensão” determinaram a necessidade de revisão do prazo, que passou para Novembro do presente ano. Leia mais

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O COORDENADOR nacionai da Igreja do Nazareno está sob custódia policial no distrito de Mocuba, na província da Zambézia, indiciado de desobediência às autoridades locais. O visado foi esta manhã surpreendido a distribuir produtos alimentares para 100 crianças pobres na localidade de Muaquiua em Mocuba. As crianças e seus pais que na altura recebiam os bens alimentares não usavam máscaras para se prevenir do contágio pela pandemia da Covid- 19. Segundo o comandante distrital da PRM em Mocuba, António Fernando, o pastor é acusado de violação do território pelo facto de não ter comunicado às autoridades e de ter concentrado pessoas sem protecção, pondo em risco a saúde pública. A distribuição da comida foi interrompida, o que deixou a população furiosa e acusam o governo de proibir assistência social aos vulneráveis. Comments

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