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Director: Lázaro Manhiça

QUARENTA e  seis famílias desalojadas, em 2019, pelo ciclone Idai, no posto administrativo de Dombe, no distrito de Sussundenga, em Manica, receberam recentemente, igual número de casas melhoradas, construídas pela organização não-governamental  holandesa DORCAS.

Para a construção das referidas casas, do tipo 2, aquela organização que opera no país nas áreas de reconstrução pós-ciclone, água e saneamento, e resiliência climática, nas províncias de Manica e Cabo Delgado, investiu mais de 14 milhões de meticais, conforme deu a conhecer Luís Mandlate, coordenador nacional do Gabinete de Reconstrução Pós-Idai.

Muito recentemente, aquele responsável efectuou visita de trabalho aos postos administrativos de Dombe e Muhoa, no distrito de  Sussundenga, com  objectivo de se inteirar do grau de cumprimento das actividades programadas no âmbito da reconstrução pós-ciclone.

Disse ser missão do seu gabinete criar condições básicas para habitação segura dos afectados pelo ciclone, para além de alimentação, estradas e pontes, abastecimento de água potável, fornecimento de insumos e “kits”agrícolas, entre outras intervenções. Leia mais

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QUARENTA e  seis famílias desalojadas, em 2019, pelo ciclone Idai, no posto administrativo de Dombe, no distrito de Sussundenga, em Manica, receberam recentemente, igual número de casas melhoradas, construídas pela organização não-governamental  holandesa DORCAS.

Para a construção das referidas casas, do tipo 2, aquela organização que opera no país nas áreas de reconstrução pós-ciclone, água e saneamento, e resiliência climática, nas províncias de Manica e Cabo Delgado, investiu mais de 14 milhões de meticais, conforme deu a conhecer Luís Mandlate, coordenador nacional do Gabinete de Reconstrução Pós-Idai.

Muito recentemente, aquele responsável efectuou visita de trabalho aos postos administrativos de Dombe e Muhoa, no distrito de  Sussundenga, com  objectivo de se inteirar do grau de cumprimento das actividades programadas no âmbito da reconstrução pós-ciclone.

Disse ser missão do seu gabinete criar condições básicas para habitação segura dos afectados pelo ciclone, para além de alimentação, estradas e pontes, abastecimento de água potável, fornecimento de insumos e “kits”agrícolas, entre outras intervenções. Leia mais

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A PROCURADORIA Provincial de Inhambane defende o envolvimento das comunidades na prevenção e combate aos crimes ambientais, com particular destaque nas áreas de conservação, onde existem espécies cuja captura é proibida por lei.

A província de Inhambane tem três áreas de conservação, nomeadamente o Parque Nacional do Zinave, no distrito de Mabote; Parque Nacional de Bazaruto, em Inhassoro; e a Reserva de Pomene, no distrito da Massinga.

O procurador-chefe em Inhambane, Nazimo Mussá, recordou que a captura de espécies proibidas, com recurso a artes igualmente proibidas, o corte do mangal e construções em locais não recomendados fazem parte dos crimes ambientais cuja prevenção e combate deve ser da responsabilidade de todos os cidadãos, através da fiscalização permanente e denúncias dos infractores. Leia mais

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A PROVÍNCIA da Zambézia está mais próxima de concretizar o seu velho sonho de alcançar uma agricultura comercial com a alocação de mais 23 novos tractores e respectivos implementos para a dinamização da produção agrícola, através da exploração do seu potencial agro-ecológico.

Os tractores foram, esta terça-feira, entregues a igual número de Pequenos Agricultores Comerciais Emergentes (PACE), numa cerimónia que teve lugar na cidade de Mocuba e foi dirigida pela secretária de Estado naprovíncia, Judith Mussacula.

Para além dos tractores e alfaias agrícolas, foram igualmente entregues camiões para acelerar o processo da comercialização, e motorizadas aos extensionistas, por forma a dinamizar a transferência de tecnologias agrícolas aos produtores com vista a elevar os níveis de produção e produtividade por hectare.

Os meios foram adquiridos e alocados no contexto da implementação do Programa Integrado de Gestão de Recursos Naturais e Agricultura (SUSTENTA) e fazem parte do segundo lote, depois do primeiro de 18 tractores, alocados no início deste ano. Leia mais

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UM total de 8.357 alunos passam a ter aulas em salas convencionais em dois distritos de Manica, centro de Moçambique, com a entrega de 11 escolas reabilitadas, disse esta quinta-feira (17) à Lusa fonte oficial. 

As crianças tinham aulas ao relento ou em barracas precárias nos distritos de Gondola e Macate depois do ciclone Idai, em 2019, e recebem agora escolas construídas à prova de ciclones e com autonomia eléctrica, graças a painéis solares.

As 11 escolas, oito reabilitadas e três construídas de raiz, fazem parte da última intervenção da organização não-governamental (ONG) internacional Save The Children em resposta ao impacto do Idai.

O objectivo é assegurar que todas as crianças tenham “o direito de receber um ensino de qualidade e inclusivo”, segundo a directora da organização na província de Manica, Ana Dulce Guizado. 

As infra-estruturas de ensino estão entre as mais afectadas pelo Idai, de tal forma que ainda hoje se sentem os efeitos, pelo que a ONG disponibilizou também 935 carteiras para as salas de aula.

As autoridades locais esperam que as escolas renovadas sirvam para combater o abandono escolar, referiu o porta-voz da direcção provincial de Educação de Manica, João Tricamo.

As novas salas vão evitar paragens que aconteciam "sempre que chovesse ou houvesse mau tempo", referiu.

O Conselho Executivo Provincial prevê este ano construir mais 40 salas de aulas para o ensino primário e 10 para o secundário com o apoio de vários parceiros, além da distribuição de 6.675 carteiras, referiu a governadora de Manica, Francisca Tomas.

“Está em curso a construção de 43 espaços temporários para minimizar o défice de salas de aulas (resultante da redistribuição de turmas devido à Covid-19), estando para breve o início das obras de construção de 71 salas mistas, aproveitando o material local”, acrescentou.

O ciclone Idai atingiu o centro de Moçambique em Março de 2019, provocou 604 mortos e 1,8 milhões de pessoas foram afectadas.

Foi um dos ciclones mais mortíferos de que há registo no hemisfério sul, com ventos fortes e inundações cujos prejuízos sociais e económicos ainda hoje se sentem.- (LUSA)

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