O proprietário da embarcação que naufragou semana finda, na província da Zambézia, tendo culminado com a morte de 17 pessoas, poderá ser responsabilizado pelo sucedido.

Um relatório preliminar de investigações, citado quinta-feira pelo governador da província, Abdul Razak, indica que houve negligência por parte dos responsáveis da embarcação, por terem permitido o transporte de 52 pessoas, contra 35 da capacidade total da embarcação.

“As condições que a embarcação tinha não eram compatíveis com o número de passageiros que transportava, incluindo a carga. Não tinha condições de segurança, que é, fundamentalmente, ter coletes salva-vidas”, disse Razak, citado pela Rádio Moçambique, a emissora nacional.

“Naturalmente que uma das questões do inquérito está em responsabilizar o dono da embarcação, como um dos que contribuíram para esta tragédia”, frisou o governador.

O naufrágio ocorreu na manhã do passado dia 8 no rio Zambeze, nas proximidades do distrito de Luabo, na província da Zambézia.

A embarcação, baptizada pelo nome de “Baco-Baço”, tinha como destino o distrito de Marromeu, na vizinha província de Sofala, e, segundo informações avançadas no dia do acidente pelo administrador do Chinde, esta embateu num tronco nas águas do Zambeze e de seguida criou uma racha, que permitiu a entrada de água. Na sequência, a embarcação naufragou, fazendo vítimas e desaparecidos.

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