Director: Júlio Manjate

A ministra da Educação e Desenvolvimento Humano, Conceita Sortane, avisou hoje, aos alunos que qualquer tentativa de fraude durante o processo de exames finais, será penalizada à luz da lei.

Sortane fez este pronunciamento, numa conferência de imprensa, durante o acompanhamento da cerimónia do arranque dos exames finais do ensino geral e técnico profissional, referentes ao ano lectivo de 2019.

As cerimónias centrais do arranque dos exames tiveram lugar na manhã de hoje, na escola primária completa da Matola-Sede, cidade do mesmo nome, província de Maputo.

A titular da educação garantiu que está tudo preparado para que o processo decorra sem sobressaltos, frisando ainda que, mesmo as províncias que foram afectadas pelo ciclone Idai e Kenneth, bem como, nas regiões alvos de ataques de insurgentes na zona norte do país, as condições foram criadas para que todos alunos façam exames finais.

Hoje foram realizados os exames da 5ª classe que vão decorrer até quarta-feira e de 13 a 15 serão submetidos aos exames alunos da 7a classe.

Neste ano o ensino primário vai examinar um total de 757.943 alunos. No total, o país vai avaliar mais de 1.7 milhão de alunos do ensino geral e técnico profissional.

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A Inspecção de Saúde em Cabo Delgado acaba de apreender diverso material clínico do Sistema Nacional de Saúde que era usado numa clínica clandestina na cidade de Pemba, a capital provincial.

O caso, que alegadamente envolve alguns médicos, entre moçambicanos e estrangeiros, afectos ao Hospital Provincial de Pemba, foi denunciado às autoridades de saúde por populares que, vezes sem conta, viam o movimento de entrada e saída de pacientes que procuravam tratamento ambulatório na clínica clandestina.
O atendimento aos pacientes que padeciam de diversas enfermidades era feito numa residência no bairro de Natite, na cidade de Pemba, situação que, de certa forma, causou prejuízos ao Sistema Nacional de Saúde, a avaliar pela quantidade de material clínico apreendido no local, de acordo com João José Nalombaú, Inspector de Cuidados de Saúde na província.
A fonte disse que a apreensão do material clínico e a desactivação da referida clínica resulta do desdobramento da acção inspectiva do sector, actualmente com maior envolvimento da população e outros segmentos da sociedade.
“Não descartamos a possibilidade de ter colegas envolvidos neste caso, mas vamos continuar com o trabalho para apurar a verdade e desmantelar todo o esquema”, garantiu o inspector que chefiou a equipa responsável pela operação.
Este é o primeiro caso relacionado com o funcionamento ilegal de clínicas reportado em Cabo Delgado, não obstante o registo em diferentes pontos da província de quatro casos ligados ao desvio de medicamentos do Sistema Nacional de Saúde notificados e encaminhados às autoridades de justiça nos primeiros nove meses deste ano.
Segundo apurou a AIM no local, a clínica estava a funcionar há cerca de um mês.

 

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A obtenção de Bilhete de Identidade (BI) em algumas regiões da província de Cabo Delgado continua difícil, podendo somente ser requisitado nas sedes distritais, segundo escreve a Rádio Moçambique.

 O porta-voz da Direcção Nacional de Identificação Civil (DNIC), Alberto Sumbane, explicou na última sexta-feira, em Maputo, que a situação resulta da falta de segurança naquelas regiões, o que levou à paralisação das brigadas móveis.

Sumbane falava em conferência de imprensa para partilhar o ritmo dos trabalhos de emissão de BI, após a introdução de uma nova plataforma de segurança.

Segundo o porta-voz da DIC, a plataforma está a ajudar a dinamizar os trabalhos de emissão de Bilhetes de Identidade, tendo se referido, na mesma ocasião, que nos últimos nove meses dez funcionários tiveram processos disciplinares e dois foram expulsos por envolvimento em esquemas para facilitar a obtenção daquele importante documento de identificação.

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Reduzir a pendência de processos nos tribunais é a principal meta definida pelo sector da administração da justiça no país, um objectivo que a responsável do sector, Aissa Ayuba, acredita que se pode atingir com um maior envolvimento e compromisso das instituições. LEIA MAIS

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Perto de 1.7 milhão de alunos vão prestar, este ano, exames da 5a, 7a, 10a e 12a classes, que de acordo com o calendário oficial arrancam esta segunda-feira (4), prolongando-se até 26 de Novembro.

As provas finais do 3o Ano de Educação de Adultos, a decorrer nos dias 4 e 5 deste mês, vão envolver 48.627 candidatos, enquanto os de Formação de Professores, com um total de 4.708 estudantes, decorrerão de 11 a 15 de Novembro.

Cecília Noronha, directora-adjunta do Instituto Nacional de Exames, Certificação e Equivalências (INECE), no Ministério da Educação e Desenvolvimento Humano (MINEDH), que facultou a informação, disse que as avaliações finais do Ensino Técnico-Profissional Médio, com cerca de 15.796 candidatos, terão lugar nos dias 28 a 29 de Novembro.

Segundo a fonte, a província de Maputo ocupa o primeiro lugar em termos do número de candidatos a avaliar, com cerca de 342,566 alunos, seguido da Zambézia (300,592), Nampula (254,919) e Sofala, com 168,148.

Noronha indicou que os exames da segunda chamada, a todos os níveis, vão decorrer entre 11 de Novembro e 13 de Dezembro.

A fonte referiu que o MINEDH agendou os exames para candidatos portadores de deficiência, estando inscritos para a avaliação 588 alunos do ensino geral, com problemas visuais, 572 auditivos e 162 com perturbações mentais.

O “notícias” soube que a província de Cabo Delgado vai examinar maior número de alunos portadores de deficiência, cerca de 395, seguido de cidade de Maputo (370), Niassa (198), Sofala (138) e Maputo província (84).  

“Os exames vão iniciar nas datas programadas, daí que estamos no processo de organização, desde a colocação do material necessário e afectação de supervisores. Os resultados finais serão conhecidos entre 25 de Novembro e 20 de Dezembro”, disse.

Segundo a nossa fonte, os alunos afectados pelo ciclone IDAI, sobretudo na província de Sofala, serão submetidos a provas específicas em todas as disciplinas, com excepção das línguas portuguesa, inglesa e francesa, no caso do nível secundário.

“Estes estudantes perderam quase tudo, incluindo aulas, devido ao ciclone IDAI e, por via disso, houve uma reprogramação dos conteúdos, daí não fazer muito sentido realizarem o mesmo exame com os outros. Terão exames específicos segundo os conteúdos aprendidos. Os alunos de outros níveis tiveram uma adaptação e vão realizar o exame nacional”, disse.

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