PHC

Director: Lázaro Manhiça

A INDÚSTRIA do petróleo e gás, sem acção imediata e decisiva, vai impedir que o mundo cumpra a meta de evitar que o aquecimento global vá além de 1,5oC até 2050.

A conclusão faz parte de uma análise feita por várias organizações, ontem divulgada, segundo a qual as emissões combinadas de 100 companhias petrolíferas e de gás, sem alterações drásticas e urgentes, vão representar quase 80 por cento do orçamento global de carbono.

Para impedir aumento das temperaturas além de 1,5°C em relação à época pré-industrial, o orçamento de carbono do sector será “queimado” até 2037, diz-se também na análise, que os responsáveis consideram ser o estudo mais abrangente do desempenho da indústria do petróleo e gás.

O trabalho foi desenvolvido pela World Benchmarking Aliance (WBA), uma organização que avalia e classifica o desempenho das empresas mais influentes do mundo nos Objectivos de Desenvolvimento Sustentável das Nações Unidas (ODS), em conjunto com o CDP, que gere o sistema mundial de divulgação ambiental para empresas, cidades, estados e regiões, e com a ADEME, Agência Francesa para a Transição Ecológica. Leia mais

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O GOVERNO da província de Inhambane vai implementar um pacote de medidas adicionais tendentes a elevar o nível deprodução e produtividade, no ramo da aquacultura, que no ano passado registou uma queda de cerca de 100%, em relação a 2019.

A fraca disponibilidade de insumos,comoraçãoe alevinos, escassos serviços de extensão aquícola, deficiente promoção da cadeia de valor, aestiagem que reduz a capacidade instalada nos machongos,para a construção de tanques  de terrae deficientes modelos de intervenção na aquacultura, são apontados como factores que concorreram para retardar a produção e produtividade.

Para rentabilizar o enorme potencial existentepara a técnica de produção de peixe em cativeiro, já foram identificadas acções que, bem implementadas, podem mudar o cenário actual.

O director provincial de Agricultura e Pesca de Inhambane, Francisco Feijão, considera uma nova parceria com  a empresa Leaders  Development, Lda.  no distrito de Inharrime, como uma saída para a recuperação dos níveis de produção, numa  provínciaque, até 2019,era destaque no país. Leia mais

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ÁFRICA tem mais de 7 mil milhões de árvores fora das florestas. A constatação é de uma recente pesquisa co-realizada pela Organização das Nações Unidas para Alimentação e Agricultura, FAO, e a Comissão da União Africana.

O continente acolheu a primeira colecta e análise de dados em nível global que revelou haver mais florestas e terras aráveis do que detectadas anteriormente.

A iniciativa “África Open Deal”, abreviatura em inglês para Dados para o Meio Ambiente, Agricultura e Terra, conta com o apoio da União Europeia, da Alemanha e da Turquia.

A FAO destaca que os dados digitais são precisos, abrangentes e harmonizados sobre o uso da terra e as mudanças nasua execução. O estudo detalha o resultado de mais de 300 mil pontos de amostragem, acompanhados entre 2018 e 2020.

A “Grande Muralha Verde”continental, uma iniciativa implementada desde 2007, que envolve árvores, pastagens, vegetação e plantas, tem 393 milhões de hectares de terra com potencial e oportunidades de restauração, segundo a pesquisa. Quase 350 milhões de hectares de terrasagrícolas são cultivados na África, mais que o dobro da União Europeia.

Foram as bases de dados da “Grande Muralha Verde”, que geraram o conhecimento e os dados biofísicos especializados através da parceria “Acção contra a Desertificação”.

O representante regional da FAO para a África, Abebe Haile-Gabriel, questionou a razão de se estar a falar sobre a continuação da fome no continente, destacando que com as informações novas e precisas será apoiado o combate ao problema.

O acesso aos dados e às informações do “África Open Deal”é aberto ao público através da plataforma geoespacial do EarthMap.

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O INSTITUTO de Bolsas de Estudo (IBE), instituição tutelada pelo Ministro da Ciência, Tecnologia e Ensino Superior (MCTES) e a Agência de Desenvolvimento Integrado do Norte (ADIN), assinaram recentemente, um memorando de entendimento para a formação de jovens da região norte do país.

Na ocasião, o ministro do pelouro, Daniel Nivagara, afirmou que o acordo entre as partes visa o estabelecimento de condições para a promoção de formação do capital humano moçambicano, através de acesso a bolsas de estudo.

Nivagara disse ser desejo do Governo, que os quadros formados na prossecução de atribuição de bolsas de estudo, através do memorando entre o IBE e a ADIN, juntem-se a outros quadros nacionais e contribuam para a maximização do potencial socio-económico não só da zona norte, como também, de todo o território nacional. Leia mais

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A ASSOCIAÇÃO dos Engenheiros do Ambiente de Moçambique (AEAMO) e a Federação Nacional de Engenharia Ambiental e Sanitária (FNEAS) organizam próximo mês a Conferência Internacional sobre Mudanças Climáticas.

O evento, a ser apresentado em formato virtual, visa estimular o debate sobre as mudanças climáticas por meio da disseminação de informação acerca dos desastres naturais e seus impactos sobre a economia e recursos naturais, para além de reforçar a consciencialização e medidas de mitigação e adaptação aos riscos relacionados às mudanças climáticas.

De acordo com um comunicado de imprensa sobre o evento a que o “Notícias” teve acesso, fazem parte o grupo-alvo profissionais ambientais, instituições governamentais que tutelam a área do Ambiente, municípios, estudantes, pesquisadores, universidades, organizações não-governamentais, líderes de opinião e o sector privado.

Com a participação de docentes universitários das universidades de Moçambique, Portugal, Brasil, Cabo Verde, Suíça, Uruguai; pesquisadores e investigadores de várias organizações que actuam na área de estudos climáticos, no evento serão apresentados painéis que versarão sobre “Alteração climática aplicada aos recursos hídricos, extremos de precipitação, avaliação do risco, urbanismo e resiliência socioecológica”; “Avaliação do risco costeiro associado à subida do nível médio do mar como consequência das alterações climáticas”, entre vários.

No caso específico de Moçambique, o evento acontece num momento em que parte das suas cidades costeiras ressentem-se dos efeitos sucessivos de eventos climáticos extremos, a exemplo da capital provincial de Sofala, Beira.

Francisco Banda e E.A. Cataua vão falar no painel sobre “Gestão Costeira Orientada para Adaptação das Mudanças Climáticas: Caso da Praia Nova”, cidade da Beira.

Para além da capital de Sofala, outra experiência será partilhada no evento pelo painelista Félix Banze, de Moçambique, com o tema “Efeito das Mudanças Climáticas no Regime Hidrológico do Baixo Zambeze (Bacia do Zambeze), enquanto que o docente Gustavo Djedje vai apresentar o tema sobre “Riscos de Inundações na Cidade de Maputo”.

 Serafino Mucova falará no evento do tema “Fortalecendo Resposta Local ao Aumento do Nível do Mar e Ferramentas para o Norte de Moçambique”.

Porque a devastação de cidades costeias no contexto das mudanças climática é um assunto que transcende fronteiras, na conferência do próximo mês Moçambique poderá beber da experiência de outras cidades do mundo,com destaque para a análise comparativa dos impactos das mudanças climáticas em cidades costeiras de Moçambique e de Portugal, bem como da Amazónia, Brasil, entre outras.

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