Director: Lázaro Manhiça

MOÇAMBIQUEtem estado a seleccionar, aleatoriamente, amostras do coronavírus e enviá-las para análises laboratoriais na África do Sul, visando apurar se se trata ou não da nova variante da doença, detectada no Reino Unido e, posteriormente, no país vizinho.

O facto foi avançado pelo director de Inquéritos no Instituto Nacional de Saúde (INS), Sérgio Chicumbe, apontando que a instituição que lidera a testagem para o coronavírus tem capacidade para detectar janelas de mutações do vírus e não precisamente a nova variante, razão pela qual recorre ao laboratório de referência regional na África do Sul, no quadro da parceria existente entra ambos países .

Chicumbe, que falavasegunda-feira última em Maputo, durante a habitual conferência de imprensa destinada a actualizar os dados da pandemia da Covid-19 no país e no mundo, disse que até ao momento não havia nenhum resultado positivo entre os lotes de amostras encaminhados para testes laboratoriais.

Reiterou que as amostras são seleccionadas de forma aleatória e não por alguma desconfiança e/ou indicação desetratar da nova variante do SARS-coV-2, apontada como mais contagiosa e agressiva a ponto de causar a Covid-19,até em pessoas mais jovens,aparentementeresistentes para a primeira estirpe.

Chicumbeexplicouque o INS está, neste momento, a dotar-se de capacidadespara detectar a nova variante do coronavírus eque,enquanto isso não surge, vai recorrendo aos parceiros sul-africanos, aos quais manda lotes de amostras aleatórias.

O director de Inquéritos chamou atenção para o facto de, segundo a avaliação do número de novos casos, internamentos e óbitos, a pandemia estar a evoluir no país, podendo-se estar a caminhar para uma segunda onda de infecções.

Estatísticas do Ministério da Saúde apontaram que o país registou um pico da pandemia da Covid-19 entre os meses de Setembro e Outubro, altura a partir da qual houve uma relativa redução de infecções. Actualmente, o número diário de novos casos positivos volta a aumentar, situação que Lorna Gujral, chefe de departamento de Vigilância em Saúde, associou-a a um eventual relaxamento nas medidas preventivas da doença.

A médica justificou o relaxamento na prevenção com as aglomerações que se registam um pouco por todo o país, principalmente nos grandes centros urbanos, fraco uso da máscara, intenso movimento de pessoas, desmantelamento dos pontos de lavagem das mãos, entre outros comportamentos assistidos durante a quadra festiva. 

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