Director: Júlio Manjate

Moçambique poderá contar, brevemente, com um centro nacional de cirurgias, que será construído no Hospital Central de Maputo (HCM) para atender às necessidades dos pacientes de todo o país.
O facto foi revelado pelo embaixador chinês acreditado em Moçambique, Su Jian, durante uma entrevista concedida à Rádio Moçambique, a emissora nacional.
O empreendimento, um edifício de oito pisos, terá a capacidade para acomodar 600 camas e está orçado em 40 milhões de dólares, com apoio e financiamento do governo chinês.
“Nós vamos financiar e construir este grande centro. Vamos oferecer todos os equipamentos para esse novo centro. Com a conclusão dessa obra, aqui em Maputo, poderá ser possível fazer mais cirurgias tecnicamente complicadas. Também vai facilitar muito para o bem-estar da população moçambicana”, disse Su.
Anunciou que as duas partes já assinaram um documento para dar início ao desenho. “Penso que vai ter um espaço digno e moderno para atender pacientes.É um espaço para a cooperação internacional nessa área”.
O diplomata disse ainda que após a conclusão dos pormenores técnicos será lançado um concurso público para a selecção do empreiteiro que vai construir a obra e que deverá ser de nacionalidade chinesa.
“É uma oferta gratuita do governo chinês para melhorar as condições da capital moçambicana, para fazer mais cirurgias e para que os pacientes sejam atendidos o mais depressa possível”, disse.
Alguns pacientes moçambicanos já não vão precisar de ir ao estrangeiro para realizar cirurgias complicadas. O centro não vai servir apenas os residentes da capital moçambicana, mas também de todas as províncias do país.
O embaixador chinês referiu que a cooperação com o governo chinês, sobretudo na área de saúde pública, é muito positiva.
Su Jian disse que nos últimos 10 anos o seu país tem estado a enviar médicos chineses a Moçambique e a oferecer vários equipamentos hospitalares, para além da cooperação na medicina tradicional.

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A MINISTRA do Mar, Águas Interiores e Pesca, Augusta Maita, manifestou-se preocupada com a pesca ilegal de camarão de superfície e caranguejo, ao nível dos distritos localizados na costa moçambicana durante o período de interdição da captura deste tipo de marisco. Leia mais

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A protecção costeira é uma das prioridades dos investimentos a realizar na cidade da Beira, em Sofala, para prevenir novas ameaças naturais, quase um ano após o ciclone Idai, disse ontem, à Lusa, o presidente do município local, Daviz Simango.

“As infra-estruturas de protecção costeira devem ser reconstruídas, devem estar estabilizadas para que de facto haja confiança para qualquer investidor que chegue à Beira”, referiu o autarca.

Uma cidade costeira, construída sobre terrenos roubados a pântanos, ligeiramente abaixo do nível das águas do mar, Beira depende do areal para estar separada das marés, mas parte das barreiras em pedra foram destruídas pelo ciclone Idai.

Um passeio pelo bairro da Praia Nova revela o grau de destruição.

As estruturas que se prolongam mar adentro, protegendo o areal da ondulação, foram quebradas em vários pontos e, noutros locais da praia, são velhas embarcações enferrujadas que servem de barreira, mas este cenário pode mudar.

“Há cerca de 65 milhões de euros disponíveis”, através de doadores internacionais, para a obra de reposição da protecção costeira arrancar a meio deste ano, referiu o autarca.

“Por que é esta uma prioridade? Porque senão a cidade pode ser invadida e desencorajar o investimento”, sublinhou.

A segunda prioridade é a expansão do sistema de drenagem, com a construção de uma segunda bacia de retenção destinada a evitar inundações em vários bairros.

Daviz Simango referiu à Lusa que o último ano serviu para dar assistência de emergência à população, fazer levantamentos e reunir doadores, para agora arrancarem as obras de grande dimensão.

Em 2021, já deverão existir várias para ver, concluiu.

A actual época das chuvas, de Outubro a Abril, já matou 54 pessoas e afectou cerca de 65 mil, muitas com habitações inundadas, segundo dados do INGC.

O período chuvoso de 2018/2019 foi dos mais severos de que há memória: 714 pessoas morreram, incluindo 648 vítimas de dois ciclones (Idai e Kenneth) que se abateram sobre Moçambique.

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Um cidadão de origem chinesa encontra-se em quarentena domiciliária, desde sábado, no distrito de Inhassoro, província de Inhambane, suspeito de estar infectado pelo coronavírus.

O indivíduo esteve na China, no passado dia 20 de Fevereiro, e foi rastreado pelas autoridades no Aeroporto de Vilankulo, apesar de não apresentar sintomas de doença respiratória.

A médica chefe provincial, Sónia Mahesse, disse hoje (25), no final de uma simulação do rastreio do Covid-19, no aeródromo da cidade de Inhambane, que o sector de saúde continua em prontidão sobre qualquer eventualidade de eclosão da doença.

“O cidadão chinês em quarentena não tem nenhum sintoma, nem sinal de doença respiratória, uma equipa de saúde tem feito visitas regularmente, para fazer o acompanhamento, como medida de prevenção contra o surto do coronavírus, explicou Sónia Mahesse, acrescentando, que passado 14 dias sem desenvolver nenhuma sintomatologia ele poderá estar a vontade de realizar as suas actividades.

As autoridades da saúde, em Inhambane, dizem ter tomado esta medida como precaução, e acrescentam estarem criadas as condições para o rastreio de casos da doença nos Aeroportos de Vilankulo e cidade de Inhambane.

Até ao momento, as autoridades dizem terem rastreado mais de 450 indivíduos provenientes da Ásia, Europa e América.

(Notícias/RM)

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Pelo menos 800 pessoas, das 24 mil rastreadas, foram recomendadas a permanecer em quarentena no país como medida preventiva contra o coronavírus (COVID-19).

Segundo escreve a AIM, o número de cidadãos, entre nacionais e estrangeiros, em quarentena é cumulativo, desde que eclodiu a doença, diagnosticada pela primeira vez na cidade chinesa de Wuhan.

Os dados foram tornados públicos sexta-feira, em Chimoio, pelo ministro da Saúde, Armindo Tiago, após visitar o hospital provincial.

Na ocasião, o governante afirmou que os cidadãos em questão não contraíram a doença, porém foi preciso passarem por um isolamento para o controlo do seu estado de saúde, depois de terem passado por alguma observação feita em alguns pontos de entrada no país, sobretudo nos aeroportos e fronteiras.

“Eles não têm a doença. São pessoas que vieram de países onde já temos registo de alguns casos da doença. Queremos esclarecer que as informações que circulam sobre casos de coronavírus no país são falsas. Há um controlo cerrado nos pontos de entrada para identificarmos qualquer caso da doença” , explicou Armindo Tiago, citado pela AIM. 

O ministro da Saúde disse ter saído do hospital provincial satisfeito pela forma como os profissionais do sector tem se esforçado para garantir melhor assistência à população.

Embora tenha constatado alguns problemas relacionados com a falta de equipamento e outro material de trabalho, sobretudo no serviço de cuidados intensivos, Armindo Tiago assegurou que o ministério vai alocar mais meios àquela que é a maior unidade sanitária da província de Manica.

“'Saímos deste hospital com sentimento de alegria porque vimos que há muito trabalho. Notamos que há falta de algum material, mas dentro de dias o problema será resolvido. Uma equipa do ministério estará aqui na próxima semana para resolver o problema”, acrescentou.

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