Director: Júlio Manjate

O ministro dos Negócios Estrangeiros e Cooperação, José Pacheco e o embaixador do Japão em Moçambique, Toshio Ikeda, assinam esta quinta-feira em Maputo, dois acordos para financiar projectos de construção de uma central eléctrica de Nacala e quatro escolas secundárias na Zambézia.

As escolas serão erguidas nos distritos de Nicoadala, Lugela, Mocuba, e Namacurra e a central eléctrica de Nacala vai alimentar o corredor de desenvolvimento de Nacala.

A assinatura dos instrumentos jurídicos decorre no quadro do plano de acção da conferência do TICAD 7, recentemente realizada no Japão, sob o lema “Avançando o desenvolvimento de África através de pessoas, tecnologia e inovação”.

Coma assinatura dos acordos, serão disponibilizados 73 milhões de dólares americanos, para o financiar dois projectos, segundo a Rádio Moçambique.


 

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A tempestade tropical severa “Belna” atingiu, por volta das 8.00 horas locais de ontem, o nível de ciclone tropical, com ventos ciclónicos a alcançarem os 130 quilómetros por hora, num raio máximo de 30 quilómetros.

Segundo o Instituto de Meteorologia de Moçambique (INAM), o ciclone tropical “Belna” “intensifica-se gradualmente no extremo norte do Canal de Moçambique e a sua trajectória tende para o norte de Madagáscar”.
Assim, o INAM recomenda à navegação marítima nas áreas de risco para a tomada de medidas preventivas devido à forte agitação do estado do mar que pode ser causada pelos ventos fortes.
À hora da transformação em ciclone tropical o centro da tempestade estava localizado a 9,6 graus Sul de latitude e 47.5 graus Este de longitude.

Moçambique precisa de mais investimento nos sistemas de previsão climática 

O Instituto Nacional de Meteorologia (INAM) defende uma maior aposta nos sistemas e instrumentos de observação climática, alertando para o país contra desastres naturais.

“A dimensão do país requer mais investimentos na área dos sistemas de observação climática, uma vez que a densidade existente não responde a 80% do país”, disse Mussa Mustafá, director-geral-adjunto do INAM.

Aquele responsável falava num debate sobre alterações climáticas, havido recentemente, em Maputo.

Para Mussa Mustafá, a exposição do país a desastres naturais diversificados obriga a um estudo detalhado desses fenómenos, o que facilitaria a previsão e evitaria danos  decorrentes das referidas intemperies.

“Há zonas com chuvas muito intensas e, ao mesmo tempo, há outras semi-áridas. É uma diversidade de fenómenos”, justificou.

Outro desafio referido por Mussa Mustafá está ligado à circulação de informação em línguas locais, tendo em conta que a maior parte dos moçambicanos não tem o português como primeira língua.

“Moçambique é um dos poucos países com muitas línguas. Temos o português como oficial, mas parece que em cada 200 km se fala uma língua diferente”, observou Mussa Mustafá, acrescentando que é fundamental sensibilizar atempadamente as comunidades sobre os impactos dos desastres naturais.

“A informação pode ser enviada, mas as comunidades devem reagir para que tenha o efeito desejado. A questão é crucial”, frisou a fonte, acrescentando que a aposta da entidade agora é criar mecanismos de disseminação, em línguas locais, para que a mensagem de alerta seja percebida e acatada pelas populações.

Entre os meses de Novembro e Abril, Moçambique é ciclicamente atingido por ventos ciclónicos oriundos do Índico e por cheias com origem nas bacias hidrográficas da África Austral.

No total, durante o período chuvoso 2018/2019, 714 pessoas morreram, incluindo 648 vítimas dos ciclones Idai e Kenneth que devastaram o centro e o norte do país em Março e Abril, destruindo também várias infra-estruturas. (LUSA)

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Moçambique submeteu à Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura (UNESCO), este mês, o relatório nacional anual sobre o estado de conservação da Ilha de Moçambique, sítio de património mundial da humanidade.

A informação foi avançada há dias por Cláudio Zunguene, chefe do Departamento de Protecção Arquitectónica, Histórica e Arqueológica do Gabinete de Conservação da Ilha de Moçambique (GACIM).

O documento está completo e foi enviado dentro das datas previstas aos responsáveis do Conselho Internacional de Monumentos e Sítios (ICOMOS), um dos órgãos da UNESCO que cuida de matérias relativas ao património.

Zunguene garantiu ao “Notícias” que o relatório já está concluído há mais de um mês. Mas não tinha sido submetido porque ainda pretendia-se inculcar as conclusões do seminário sobre a participação comunitária nos processos de gestão e monitoria da Ilha de Moçambique, que decorreu recentemente naquela região insular.

“Uma das formas que um Estado-membro tem para demonstrar a sua seriedade e compromisso para com os assuntos da UNESCO é cumprir com os prazos. E nós concluímos o relatório, por isso, não há risco de Moçambique não submeter o seu relatório”, garantiu.

Esta acção responde a uma das decisões deste organismo das Nações Unidas, que fez recomendações sobre a monitoria reactiva, realizada em 2018, na qual Moçambique solicitou uma avaliação da gestão do património.

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A ORGANIZAÇÃO Mundial de Meteorologia, das Nações Unidas, alertou que a temperatura na década actual pode atingir um novo recorde, frisando que o aquecimento global está a ficar mais elevado. De acordo com a organização, os dados preliminares sobre a temperatura entre 2015 e 2019 e entre 2010 e 2019 “são respectivamente, e com quase toda a certeza, o período de cinco anos e a década mais quentes”. Leia mais

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A Polícia sul-africana apreendeu 100 chifres de rinocerontes e carcaças de quatro tigres, numa rusga a duas quintas no noroeste do país, anunciou ontem. A África do Sul, que alberga cerca de 80% da população mundial de rinocerontes, tem sido o epicentro da caça furtiva a estes animais nos últimos anos. Em 2018, a caça furtiva foi responsável pela morte de 769 espécimes, com o número total de animais mortos na última década a ultrapassar os 7100. Durante a operação, conduzida por uma força de elite da Polícia, três suspeitos foram detidos. "As detenções resultam de uma operação de investigação", referiu a força de elite, num comunicado. De momento, as autoridades ainda não referiram de onde são oriundos os chifres e as carcaças. O Parque Nacional do Kruger, na zona da fronteira entre a África do Sul e Moçambique, tem sido um foco deste tipo de caça. Os chifres de rinoceronte têm uma forte procura na China e no Vietname, onde são usados, entre outros, na medicina tradicional ou como afrodisíacos. Estima-se que o preço possa alcançar os 60 000 dólares por quilograma.

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