Director: Júlio Manjate

Moçambique graduou os primeiros 12 mestres em Biologia de Conservação, um curso realizado através de uma parceria entre a Universidade de Lisboa, o Parque Nacional da Gorongosa e três instituições de ensino superior moçambicanas.

“A actividade de protecção e conservação da biodiversidade só é possível se existirem fundamentos científicos de suporte, sendo por isso importante a existência de recursos humanos com uma base científica”, disse Ivete Maibaze, Ministra da Terra e Ambiente, citada ontem num comunicado oficial, segundo a Lusa.

O programa foi desenvolvido a partir de uma parceria entre a Universidade de Lisboa e instituições de ensino superior moçambicanas, nomeadamente, as universidades do Zambeze, Lúrio e Instituto Superior Politécnico de Manica, além do Parque Nacional da Gorongosa, em Sofala.

Os 12 estudantes foram seleccionados em sete províncias e a sua formação começou em 2018, tendo como principal objectivo "agregar conhecimentos e especialidades para os sectores de conservação e ciência", num momento em que a caça ilegal é apontada como um dos principais desafios do país neste sector.

Em Moçambique, as áreas de conservação ocupam perto de 18,57 milhões de hectares, que correspondem a cerca de 25% do território nacional, e incluem oito parques nacionais, sete reservas, uma área de protecção ambiental, 20 coutadas oficiais, três áreas de conservação comunitárias e 50 fazendas de bravio.

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O MINISTRO da Ciência e Tecnologia, Ensino Superior e Técnico-Profissional, Gabriel Salimo, desafia as instituições sob tutela do seu pelouro, a adoptarem uma cultura de trabalho coordenada, orientando as suas actividades para a produção de soluções dos problemas que afligem o povo, como segurança alimentar, epidemias, mudanças climáticas, entre outros. Leia mais

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Moçambique poderá contar, brevemente, com um centro nacional de cirurgias, que será construído no Hospital Central de Maputo (HCM) para atender às necessidades dos pacientes de todo o país.
O facto foi revelado pelo embaixador chinês acreditado em Moçambique, Su Jian, durante uma entrevista concedida à Rádio Moçambique, a emissora nacional.
O empreendimento, um edifício de oito pisos, terá a capacidade para acomodar 600 camas e está orçado em 40 milhões de dólares, com apoio e financiamento do governo chinês.
“Nós vamos financiar e construir este grande centro. Vamos oferecer todos os equipamentos para esse novo centro. Com a conclusão dessa obra, aqui em Maputo, poderá ser possível fazer mais cirurgias tecnicamente complicadas. Também vai facilitar muito para o bem-estar da população moçambicana”, disse Su.
Anunciou que as duas partes já assinaram um documento para dar início ao desenho. “Penso que vai ter um espaço digno e moderno para atender pacientes.É um espaço para a cooperação internacional nessa área”.
O diplomata disse ainda que após a conclusão dos pormenores técnicos será lançado um concurso público para a selecção do empreiteiro que vai construir a obra e que deverá ser de nacionalidade chinesa.
“É uma oferta gratuita do governo chinês para melhorar as condições da capital moçambicana, para fazer mais cirurgias e para que os pacientes sejam atendidos o mais depressa possível”, disse.
Alguns pacientes moçambicanos já não vão precisar de ir ao estrangeiro para realizar cirurgias complicadas. O centro não vai servir apenas os residentes da capital moçambicana, mas também de todas as províncias do país.
O embaixador chinês referiu que a cooperação com o governo chinês, sobretudo na área de saúde pública, é muito positiva.
Su Jian disse que nos últimos 10 anos o seu país tem estado a enviar médicos chineses a Moçambique e a oferecer vários equipamentos hospitalares, para além da cooperação na medicina tradicional.

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A MINISTRA do Mar, Águas Interiores e Pesca, Augusta Maita, manifestou-se preocupada com a pesca ilegal de camarão de superfície e caranguejo, ao nível dos distritos localizados na costa moçambicana durante o período de interdição da captura deste tipo de marisco. Leia mais

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A protecção costeira é uma das prioridades dos investimentos a realizar na cidade da Beira, em Sofala, para prevenir novas ameaças naturais, quase um ano após o ciclone Idai, disse ontem, à Lusa, o presidente do município local, Daviz Simango.

“As infra-estruturas de protecção costeira devem ser reconstruídas, devem estar estabilizadas para que de facto haja confiança para qualquer investidor que chegue à Beira”, referiu o autarca.

Uma cidade costeira, construída sobre terrenos roubados a pântanos, ligeiramente abaixo do nível das águas do mar, Beira depende do areal para estar separada das marés, mas parte das barreiras em pedra foram destruídas pelo ciclone Idai.

Um passeio pelo bairro da Praia Nova revela o grau de destruição.

As estruturas que se prolongam mar adentro, protegendo o areal da ondulação, foram quebradas em vários pontos e, noutros locais da praia, são velhas embarcações enferrujadas que servem de barreira, mas este cenário pode mudar.

“Há cerca de 65 milhões de euros disponíveis”, através de doadores internacionais, para a obra de reposição da protecção costeira arrancar a meio deste ano, referiu o autarca.

“Por que é esta uma prioridade? Porque senão a cidade pode ser invadida e desencorajar o investimento”, sublinhou.

A segunda prioridade é a expansão do sistema de drenagem, com a construção de uma segunda bacia de retenção destinada a evitar inundações em vários bairros.

Daviz Simango referiu à Lusa que o último ano serviu para dar assistência de emergência à população, fazer levantamentos e reunir doadores, para agora arrancarem as obras de grande dimensão.

Em 2021, já deverão existir várias para ver, concluiu.

A actual época das chuvas, de Outubro a Abril, já matou 54 pessoas e afectou cerca de 65 mil, muitas com habitações inundadas, segundo dados do INGC.

O período chuvoso de 2018/2019 foi dos mais severos de que há memória: 714 pessoas morreram, incluindo 648 vítimas de dois ciclones (Idai e Kenneth) que se abateram sobre Moçambique.

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