Director: Júlio Manjate

A RESERVA Marinha Parcial da Ponta do Ouro (RMPPO) instalou, recentemente, ao longo da linha costeira,12 placas informativas, que visam orientaros visitantes  sobre a necessidade de preservarem osecossistemase a valorizarem o património natural desta área de conservação. Leia mais

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Levar o resultado das pesquisas feitas sobre as mudanças climáticas às comunidades é a melhor contribuição, que os pesquisadores podem dar, no contexto da mitigação dos seus efeitos, segundo defende a directora executiva da Fundação para o Desenvolvimento da Comunidade (FDC), Zélia Menete.

Ela falava, recentemente, em Maputo, tendo referido, que uma fácil adaptação aos impactos dos eventos extremos, assim como, uma melhor mitigação, passam pelo domínio, pelas comunidades, das tecnologias, que vão sendo produzidas pelos pesquisadores. LEIA MAIS

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País desafiado a melhorar estatísticas da área agrária

A melhoria das estatísticas agrárias, fitossanidade e pecuária é um dos grandes desafios que Moçambique sepropõe aalcançar nos próximos anos, com vista a responder às recomendações da Comunidade para oDesenvolvimento da África Austral (SADC) e da União Africana.

Para a concretização desta intenção,foi lançado quinta-feira,em Maputo, o Projecto de Apoio à Operacionalização da Política Regional Agrária (RAP) da SADC, uma iniciativa que conta com o financiamento da União Europeia e apoio técnico do Programa das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO).

Constituem principais objectivos deste programa, avaliado em cerca de nove milhões de euros, a materialização dos indicadores de produção agrária a nível regional, com vista àintegração da política regional nas áreas de estatística, fitossanidade e pecuária; melhorar o acesso à informação sobre a produção, produtividade, sustentabilidade e competitividade, bem como o acesso aos mercados.

Falando no evento, Delfim Velissa, director nacional de Planificação e Cooperação Internacional no Ministério da Agricultura e Segurança Alimentar, considerou que um dos grandes desafios de Moçambique, aquando da submissão do relatório bienal sobre as metas na Declaração de Malabo, foi o melhoramento do sistema de estatísticas agrárias.

Ao abrigo desta Declaração, a União Africana também aconselhou o país a tomar medidas claras de modo a reduzir as perdas pós-colheita,que na altura se situavam àvolta de 30 a 40 por cento.

“Estas perdas, por um lado, devem-seàquestão das mudanças climáticas porque, como todos sabemos, Moçambique é extremamente vulnerável às mudanças climáticas,e uma das razões tem a ver com a sua localização geográfica na região intertropical”, explicou.

Delfim Velissa sustentou que as mudanças também se fazem reflectir através das altas temperaturas,que propiciam a multiplicação e proliferação de pragas e doenças,e constituem, por isso, um grande desafio para as autoridades e fazedores da agricultura.

“De forma específica, a União Africana recomendou Moçambique a tomar medidas claras de resiliência às mudanças climáticas, sobretudo no sector agrário. Nós estamos cientes de que este projecto que aqui estamos a lançar não vai poder cobrir as necessidades todas, mas já é um grande passo”, referiu Velissa.

Por seu turno, Ilona Gruenewald, adida de Desenvolvimento Rural e Infra-estrutura da União Europeia em Moçambique, recordou que nos últimos anos a praga da lagarta do funil do milho constitui um grande risco para a segurança alimentar, ao mesmo tempo que se referiu à doença da banana, que cria grandes danos à economia.

Para além destas pragas, o sector da agricultura também enfrenta seca,que afecta a produção agrícola,com impactos nos preços.

Destacou, por isso, a necessidade de uma maior partilha e disseminação da informação de qualidade, de modo a minimizar os danos resultantes destes fenómenos calamitosos.

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MIN promove inclusão digital da mulher rural

Mulheres Informadas (MIN) é o nome deum projecto, cujo objectivo é contribuir para a inclusão digital de mulheres e raparigas nas zonas rurais,lançadoterça-feira, no distrito de Ribáuè, província de Nampula. O projecto pretende promover a participação financeira das mulheres rurais e o desenvolvimento de habilidadesde empreendedorismo, assimcomo mudar aforma como elas usam a tecnologia em áreas comosaúde, educação e geração de meios de subsistência. LEIA MAIS

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A CRIAÇÃO do Regulamento do Caçador Profissional é uma resposta pontual e inadiável perante os desafios impostos pela revisão da Lei de Conservação e irá contribuir para melhorar a actuação dos principais actores envolvidos na caça desportiva.

A ideia foi defendida, ontem, em Maputo, pelo director geral da Administração Nacional das Áreas de Conservação (ANAC), Mateus Mutemba, que falava na abertura da reunião de auscultação pública sobre a proposta do regulamento sobre a matéria. 

Segundo Mutemba, esta acção é pertinente pelo facto de a legislação, que vinha sendo utilizada desde o tempo colonial, ter sido revogada, por se considerar desajustada ao modelo e ao perfil do caçador profissional, no actual contexto em que a caça desportiva enfrenta muitos desafios.

A fonte referiu que desde a aprovação, em 2014, da Lei de Protecção, Conservação e Uso Sustentável da Diversidade Biológica que o quadro legal do sector da conservação da biodiversidade no país tem vindo a conhecer níveis de crescimento jamais vistos, quer através do melhoramento da legislação já existente, quer pela elaboração de novas normas que contribuem, em grande medida, para a conservação do seu património natural.

Destacou, entre outras reformas, a revisão da Lei de Conservação e a elaboração do regulamento de caça e a aprovação do decretos que permitiram o ajuste e aprovação de taxas a cobrar pelo exercício de actividades relacionadas com o turismo baseado na natureza.

“A caça desportiva em Moçambique é um instrumento muito importante na gestão e conservação dos recursos faunísticos e de promoção de desenvolvimento rural, através dos múltiplos benefícios que cria para as comunidades locais, desde emprego, renda e disponibilidade de alimentos de origem animal”, disse.

Anotou também que turismo cinegético é um sector de extrema importância para a captação de recursos financeiros, para a economia do país, assim como para estimular e assegurar o financiamento das actividades de protecção, conservação e gestão eficiente dos recursos naturais.

“É nosso maior desejo, como entidade do Governo, que o Regulamento do Caçador Profissional associado a outros instrumentos legais em curso seja capaz de colocar o país numa posição competitiva, no domínio da indústria de caça desportiva ao nível da região e do mundo”. 

Afirmou que a expectativa é que com a criação deste instrumento legal, a exploração destes recursos torne-se numa actividade sustentável e centrada no Homem, onde as comunidades locais, vivendo dentro ou ao redor das áreas de conservação, que acolhem os safaris de caça desportiva, tirem benefícios, por serem elas os verdadeiros guardiões dos recursos faunísticos.

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