Director: Júlio Manjate

Um cidadão de nacionalidade, presumivelmente, moçambicana foi condenado a 18 anos de prisão maior, depois que foi detido, em 2017, quando praticava a caça furtiva no interior do Kruger Park, uma área de conservação em território sul-africano.

O Ministério Público sul-africano, que saúda a pena aplicada, disse que Alfred Mkhonto foi detido na companhia de dois comparsas, depois de abordados pelos fiscais da área, quando trilhavam os carreiros do interior do parque na área entre Skukuza e Pretoriuskop.
Na ocasião, segundo o “Times Live”, versão electrónica da publicação “Sunday Times”, um dos três integrantes terá, alegadamente, apontado uma arma de fogo aos fiscais que reagiram de imediato e abateram dois caçadores furtivos, enquanto Mkhonto foi atingido na perna e de seguida detido.
A pena de prisão directa foi aplicada pelo Tribunal de Mhala, depois que ele admitiu ser culpado pelos crimes de violação da área do Kruger Park, posse ilegal de arma de fogo, posse de arma com o intuito de cometer crimes, assim como a posse de munições sem licença.
Mkhonto foi, igualmente, acusado de permanecer em território sul-africano, porém sem a posse de documentos legalmente válidos para o efeito.
Monica Nyuswa, porta-voz da Procuradoria sul-africana na província de Mpumalanga, disse que Mkhonto tinha inicialmente refutado todas as acusações que pesavam sobre si e disse ao tribunal que estava a fazer apenas um “corta-mato” de Moçambique à África do Sul. Porém, mais tarde mudou o seu depoimento e admitiu a culpa.
Na sua confissão de culpa, Mkhonto disse ao tribunal que foi recrutado em Moçambique e ficou na casa de um dos comparsas ora mortos.
A procuradora, Ansie Venter, exigiu que fosse aplicada uma pesada pena ao afirmar que os crimes de caça furtiva ainda prevalecem em níveis preocupantes nas áreas de conservação na África do Sul.
“O réu tinha emprego em Moçambique, mas entrou ilegalmente para a África do Sul para praticar a caça furtiva, movido pela vontade de enriquecer. Os serviços secretos constituem o único motivo pelo qual ele não matou um rinoceronte naquela noite”, disse Venter.
A juíza Betty Lesufi, que proferiu a sentença, disse que Alfred Mkhonto não reunia as condições necessárias para a posse de arma.

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As zonas Centro e Norte do país, sobretudo as províncias de Sofala e Manica, Tete e Zambézia, poderão continuar a ser afectadas, até à próxima quarta-feira, por calor intenso, com temperaturas a rondar os 39 e 42 graus centígrados.

Segundo o Instituto Nacional de Meteorologia (INAM), prevê-se ainda a ocorrência de chuva acompanhada de trovoadas e ventos com rajadas.

Face ao calor intenso, o INAM recomenda à população a consumir muitos líquidos para evitar a desidratação, suspender exercícios físicos ao ar livre entre as 10 e as 16 horas, repousar em ambientes frescos e usar roupas folgadas e de cores claras.

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A página do jornal Notícias na Internet (www.jornalnoticias.co.mz ) estará fora de serviço este Sábado e domingo, para dar lugar a uma intervenção técnica destinada a garantir maior velocidade de resposta e melhorar a disponibilidade do serviço prestado aos nossos leitores.

A operação vai igualmente afectar as páginas dos semanários domingo (www.jornaldomingo.co.mz) e do Desafio (www.jornaldesafio.co.mz) que, pelas mesmas razões, não estarão disponíveis para o nosso público durante o fim-de-semana.

Pelos transtornos que esta situação vai certamente causar, apresentamos aos nossos leitores, parceiros e público em geral, as nossas sinceras desculpas.

 

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A proposta do plano de continência para a época chuvosa e ciclónica 2019-2020, no país, será hoje discutido, em Maputo, na reunião do Conselho Coordenador de Gestão de Calamidades, segundo apurou o Noticias Online.

De acordo com a fonte, o encontro vai servir para o debate de outros assuntos relativos aos eventos extremos previstos para este período e será dirigido pelo Primeiro-Ministro, Carlos Agostinho do Rosário.

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Diversasactividades, que incluem a realização de jornadas científicas, assinalam a Semana da Universidade Joaquim Chissano (UJC), que decorre de 21 a 25 do mês em curso.

Nas jornadas científicas, que se realizam nos dias 23 e 24, serão discutidos os resultados de investigação sobre a diplomacia contemporânea de Moçambique, segurança e defesa em Moçambique, no contexto da reconciliação nacional, descentralização e governação local, tecnologias de informação e comunicação e desenvolvimento.

O ponto mais alto da semana da Universidade Joaquim Chissano será marcado por uma cerimónia de graduação, no campus deste estabelecimento de ensino superior, localizado no bairro do Zimpeto, em Maputo.

A Universidade Joaquim Chissano foi criada pelo Governo, através do Decreto nº 85/2018, de 26 de Dezembro. A nova instituição de ensino superior resultou da fusão do extinto Instituto Superior de Relações Internacionais (ISRI) e o ex-Instituto Superior de Administração Pública (ISAP).

 

 

 

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